@Arsenalfcdepre Assim como o Arsenal tem relação com classe trabalhadora, projetos comunitários, representação de pessoas negras e imigrantes de países pobres.
Israel's far-right national security minister Itamar Ben-Gvir calls for nightly "targeted assassinations" in Gaza: "They're not even people." https://t.co/kWP7yjbhsa
"No ano passado, durante uma temporada que passei na Blavatnik School of Government, na Universidade de Oxford, ouvi de uma professora britânica uma pergunta que ficou comigo. Ela contou que, na primeira vez em que foi ao Brasil, saiu do aeroporto, olhou para a desigualdade à sua volta e pensou "por que não há uma revolução neste país?".
No fundo, quanto mais se conhece a desigualdade brasileira, mais interessante essa pergunta fica.
Somos um país no qual o lugar em que uma criança nasce continua tendo enorme influência sobre o lugar a que ela conseguirá chegar. Pessoas que vivem a poucos quilômetros umas das outras frequentam mundos distintos e enxergam futuros distintos.
E seguimos convivendo.
Desenvolvemos essa enorme capacidade de administrar desigualdades sem transformá-las. Mas a tensão existe. E, no meio dela, cada grupo procura uma saída particular para problemas que, em sua essência, são baseados no conflito distributivo.
É possível que esteja aí um dos principais motivos da persistência da desigualdade brasileira. Em vez de produzir algum consenso e uma grande ruptura, ela vai dividindo os brasileiros.
O desafio fica mais sério quando essas distâncias deixam de ser apenas econômicas e mudam a maneira como as pessoas enxergam umas às outras e as instituições.
Pense em quem trabalha durante décadas, acorda cedo, enfrenta horas de transporte e faz tudo aquilo que lhe disseram ser necessário para melhorar de vida. Os anos passam e a vida quase não muda. Olhando ao redor, essa pessoa percebe que conexões familiares e origem social continuam abrindo portas que o esforço sozinho dificilmente abre.
Existe um momento em que a pergunta deixa de ser "por que eu ainda não consegui?" e começa a se transformar em "esse jogo funciona para pessoas como eu?".
Essa passagem é muito relevante para uma democracia. Instituições dependem de alguma crença compartilhada nas regras. As pessoas aceitam decisões com as quais discordam porque acreditam que continuam fazendo parte do mesmo jogo.
Se essa crença enfraquece, muda a natureza do conflito político. O adversário deixa de ser alguém com outra visão de país e passa a parecer um inimigo que está retirando algo que deveria ser seu. A política vira uma disputa sobre quem ganha e quem perde.
Esquerda e direita oferecem explicações diferentes para essa frustração, mas em muitos momentos tentam interpretar a mesma sensação de que alguma coisa no país deixou de funcionar.
Porém, no final do dia, revoluções exigem mais do que pessoas frustradas. Exigem algum sentimento compartilhado sobre a origem do problema e alguma capacidade de ação coletiva. O Brasil tem muitos grupos frustrados, e suas frustrações apontam em direções diferentes.
Todos sentem que estão perdendo alguma coisa. Poucos concordam sobre o motivo.
Nesse ambiente, a desigualdade sobrevive justamente porque a insatisfação que ela produz permanece dividida. E existe algo profundamente brasileiro nisso. Em vez de uma grande ruptura, convivemos com pequenas rupturas, crises políticas recorrentes, explosões periódicas de indignação e mudanças bruscas do humor social.
O país não explode. Ele vai se desgastando. Mas até quando?"
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OPINIÃO | No ano passado, durante uma temporada que passei na Blavatnik School of Government, na Universidade de Oxford, ouvi de uma professora britânica uma pergunta que ficou comigo. Ela contou que, na primeira vez em que foi ao Brasil, saiu do aeroporto, olhou para a desigualdade à sua volta e pensou "por que não há uma revolução neste país?".
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🎦Michael França (@michaelfranca)
📌Ciclista, vencedor do Prêmio Jabuti Acadêmico, economista pela USP e pesquisador do Insper. Foi visiting scholar nas universidades de Columbia e Stanford
@goldenslbers Não quis parecer ser agressivo, mas, ao falar que no Brasil está impossível, a crítica não chega ao principal culpado disso tudo. Estamos no mesmo time. Tenho total consciência que a rede social é sua e respeito você.
@nikolas_dm Não apresenta propostas, coloca preços irreais, diz que está sendo perseguido sem estar sendo e ainda diz que a censura está vigilante, mas continua livre para cometer os mais abjetos e absurdos atos.
PENOSO!
#BLEACH
تحول جيرارد مختلف بالطريقة وبالأسلوب عن البقية.
ندري انه يمتلك تاج فوق الرأس لكن يقدر يزيله وكذلك في هذه الحلقه أزال الأجنحة بإرادته وذا شيء مميز ماشفنا لا آسكين ولا ليلي بارو يقدرون يسوونه
والسبب ١٠٠% لانه يمتلك قلب الريو وهو مايجعله يتحكم بالتحول مثل مايرغب
O Concurseiro no Brasil ser antipetista é contra sua própria existência. Um Governo de direita quer a reforma administrativa e o fim da estabilidade do servidor. O Lula em 4 anos criou diversas vagas de concurso no sistema federal e ainda criou o CNU em nível nacional.
@saintomaldito Lille é mais sinistro, literalmente usaram a espada contra deuses para REFLETIR o poder dele...
Ninguém dali o derrotaria em condições normais de poder.
The only thing we have been hearing is Ødegaard has returned to Arsenal this summer like a man possessed.
What a finish. Hoping we see prime Martin this season. Wow.