Recentemente fiz uma newsletter para publicar meus textos. Aqui eu falo sobre a o filme Knives out 3 e a relação da fé como instrumento de poder.
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Em tempos de hiperprodutividade, o ócio e a contemplação são um ato revolucionário. Neste artigo, falo sobre como o neoliberalismo mata uma parte da nossa existência ao nos retirar a contemplação.
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Aparecendo no X só pra agradecer a @kmendoncafilho por agente secreto. Agora o mundo conhece um bairro chamado Candeias (que eu moro), lugares que eu frequento e pessoas que eu conheço (alguns figurantes). Me senti especial
Fui completamente fisgado por essa experiência. A agonia pairava sobre mim, o coração palpitava, e a presença de Nosferatu — ou Conde Orlok — provocava uma estranheza avassaladora. Sua respiração, que ecoava pela sala, parecia atravessar meu corpo como uma lâmina. Baita filme.
Em Nosferatu, Eggers parece ter alcançado um refinamento de tudo que o define como cineasta. O clima épico de O Homem do Norte, com sua teatralidade trágica que ressoa melancolia e dor, encontra aqui sua forma mais madura.
Os diálogos, carregados de um lirismo que remete ao teatro clássico, transportam o espectador para um espaço quase atemporal. Ainda assim, a decupagem de Eggers mantém firme a sua linguagem, impedindo que a narrativa escorregue em si.
O que mais me pega em comentários assim, além da chatice do "furo de roteiro", é como as pessoas buscam uma lógica o tempo inteiro nos filmes. É um pensamento muito engessado, pragmático, sem abertura. Cara, foda-se os documentos, é um filme em que uma mulher faz um clone.
@portalmedoo Filme ruim, cheio de furos no roteiro. O filme me desconectou ao nascer o clone, sem Identidade sem uma historia pregressa, e como assim conseguiu passar por todas as etapas e conseguir um emprego na TV, sem nenhuma documentação?