Os mesmos Correios que viraram torcida organizada de políticos agora falam em demissão de até 7 mil funcionários.
Quando o PT entra pela porta, a eficiência costuma sair pela janela.
Números que explicam tanta coisa...
Globo: R$ 517,6 milhões
Record: R$ 228,9 milhões
SBT: R$ 143,1 milhões
Band: R$ 69,9 milhões
RedeTV!: R$ 16,9 milhões
TV Cultura: R$ 5,3 milhões
TV Gazeta: R$ 1,5 milhão
Quando a realidade bate à porta, surge o choque entre as nossas expectativas e os fatos concretos.
Defender o aborto como uma ideia abstrata é bem mais fácil do que defendê-lo quando você se dá conta do que realmente está em jogo.
#AbortoNão
Senado ACABOU DE APROVAR a indicação de Benedito Gonçalves, para o cargo de corregedor do CNJ (2026-2028).
Ele será o RESPONSÁVEL por receber reclamações contra magistrados, instaurar sindicâncias e fiscalizar atuação disciplinar.
👇PRA QUEM NÃO LEMBRA👇
A parte mais engraçada dessa reportagem é ouvir jornalistas dizendo que o tema "não deveria ser politizado". Em 2026, depois de anos transformando cada morte da Covid em arma política contra Bolsonaro @jairbolsonaro , descobrimos que agora existe uma preocupação repentina com responsabilidade, equilíbrio e separação entre saúde e política.
Quando Bolsonaro estava no Planalto não havia esse cuidado. Não existia prudência. Não existia espera por investigação. Não existia contextualização. Existia apenas uma narrativa pronta: Bolsonaro era o genocida, o negacionista, o culpado por tudo. Cada problema sanitário virava manchete política. Cada debate científico virava disputa ideológica. Cada decisão era tratada como crime moral.
Agora que surge um problema envolvendo um imunizante sob outro governo, a imprensa corre para alertar que o assunto está sendo politizado e que é preciso evitar associações indevidas. Curioso. O princípio que não existia em 2020 apareceu magicamente em 2026.
O problema nunca foi a politização. O problema sempre foi quem estava sendo politizado.
Quando era Bolsonaro, a política podia invadir a ciência, a medicina, os hospitais e os cemitérios. Quando não é Bolsonaro, a mesma imprensa pede calma, responsabilidade e análise técnica.
A memória é uma inimiga cruel das narrativas. E a hemeroteca continua sendo o maior pesadelo de quem passou anos confundindo jornalismo com militância.
"Uma pesquisa do Instituto Sivis, realizada em abril com 1.109 entrevistados, mostra que 57,5% dos brasileiros acreditam que "acusar publicamente o Supremo de prejudicar a democracia" é algo proibido no país. Em 2023, esse índice era de 35%."
O pilar de qualquer regime autoritário é criar a chamada espiral do silêncio, com o medo produzido pela repressão.
No Brasil, parece que esse objetivo foi alcançado.
A Constituição garante a liberdade de expressão, porém ela foi revogada em 2019, com o ato institucional chamado de "Inquérito das Fake News".
Depois de observar centenas de pessoas sendo censuradas, perseguidas e até presas após criticar o Supremo, as pessoas entendem que, na prática, a crítica virou crime.
Ato contínuo, elas passam a praticar a autocensura. Ou seja, o objetivo do regime foi atingido.
🚨⚠️👀🚩👉 // Enquanto Lula diz que Flávio Bolsonaro está vendendo o Brasil para os EUA, a China compra o setor portuário do Brasil silenciosamente. Os principais corredores logísticos do país estão sendo transferidos, um a um, para o controle de estatais chinesas. E o que torna esse processo ainda mais grave é que não foi a China que arrombou a porta: foram as próprias empresas públicas brasileiras que a abriram. Em 2026, o Brasil se tornou o principal destino do capital chinês no exterior, concentrando 10,9% de todo o investimento externo da China no biênio 2025-2026, com 52 megaprojetos somando 6,1 bilhões de dólares em mineração, ferrovias, energia e portos. Para quem ainda acredita que se trata de uma parceria entre iguais, a pergunta é simples: em qual país do mundo a China coloca 10,9% de todo o seu dinheiro e não exige nada em troca? No Porto de Santos, a maior porta de entrada e saída de mercadorias do Brasil, a infraestrutura portuária é administrada pela Autoridade Portuária de Santos (APS), empresa pública federal sucessora da Codesp, vinculada ao governo federal. Porto de Paranaguá (PR) — Acordo de R$ 1,5 bilhão da CMPort Em novembro de 2025, o próprio Ministério de Portos e Aeroportos do governo Lula firmou, em Xangai, um acordo de investimento de R$ 1,5 bilhão com a CMPort para a expansão do TCP. Porto do Açu (RJ) — Aquisição de 70% do terminal de petróleo pela CMPort Em fevereiro de 2025, a CMPort assinou contrato para adquirir 70% do terminal de petróleo do Porto do Açu, o único da América do Sul capaz de receber navios VLCC. O negócio aguarda aprovação dos reguladores federais — todos nomeados e controlados pelo governo Lula. Lula na China — 36 acordos e R$ 6 bilhões em portos Durante visita oficial à China em 2025, o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, afirmou que a viagem resultou em ações com potencial de atrair R$ 6 bilhões em investimentos no setor portuário, incluindo o interesse de empresas chinesas no leilão do Túnel de Santos. Lula foi pessoalmente a Pequim vender os portos brasileiros como oportunidade de negócio para as estatais do governo chinês.
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