Empresários do escândalo do INSS citam relação com ex-ministro para viabilizar entidade suspeita | Em vídeo obtido pelo ‘Estadão’, empresários sob suspeita de descontos indevidos de mais de R$ 700 milhões sobre aposentados pelo INSS citam pedido a ... https://t.co/8KIT5u9JTs
VEREADORA MORTA NO RIO | Assessora de Flávio Bolsonaro negociou emenda com miliciano condenado no caso Marielle; saiba mais > https://t.co/e8jpup4F17
Senador diz que repasse foi feito dentro da legislação vigente e que fiscalização cabe aos órgãos de controle
Empresários de fraude do INSS citam relação com ex-ministro de Bolsonaro para viabilizar entidade suspeita @luiz_vassallo
Em vídeo obtido pelo ‘Estadão’, suspeitos de descontos indevidos de mais de R$ 700 milhões sobre aposentados citam pedido de ajuda a ex-ministro indiciado pela PF pelo esquema. José Carlos de Oliveira nega relação com empresários
O correspondente internacional da Fórum Henrique Rodrigues (@prof_henrique_ ) comenta sobre a cobertura da grande imprensa da sessão do STF: as manchetes transformaram o grito "me respeite" de André Mendonça em heroísmo, quando quem assistiu viu um ministro implodido por argumentos, calado, quase chorando e desmascarado como agente ideológico plantado no tribunal para interferir na eleição. É como noticiar a queda de um avião com o Papa a bordo destacando a vaca atingida no solo. A imprensa corporativa não tem um mililitro de vergonha.
#RevistaFórum #AndréMendonça #ImprensaCorporativa #STF
EUA conhecem trajetos de US$12,3 milhões enviados por Vorcaro a Flávio Bolsonaro, que pediu tarifas, sanções e bombardeio americano no Brasil, além de oferecer acesso exclusivo a minerais e terras raras e vagas em eventual equipe de transição de governo.
Vejam: https://t.co/fAe1BtJq1K
Paulo Gonet, Procurador-Geral da República, tem reputação ilibada e vida pública de lisura insuspeita. Isso nunca foi objeto de disputa: é reconhecido em todos os espectros, por quem concorda e por quem discorda dele. Mesmo assim, teve a honra injustamente manchada pelo levantamento do sigilo de conversas que nada de ilícito retratavam. E, naquele exato momento, o estrago à reputação já estava feito. Ninguém desfaz manchete com reparo tardio em plenário.
Ainda assim, assistimos na terça-feira a uma cena lamentável. Em plenário, o próprio relator reconheceu, em alto e bom som, a lisura da conduta de Gonet e admitiu que nada havia contra ele. Nada. Então por que expor? Quem atesta a honra de alguém só depois de tê-la arrastado pela praça pública não está corrigindo um erro: está confessando que ele era evitável.
E não foi só isso. A intenção de lucrar politicamente com o episódio ficou escancarada quando o relator fez publicar vídeo nas redes sociais agradecendo o apoio popular. Apoio a quê, exatamente? A um ato que ele mesmo admitiu não ter fundamento contra a pessoa exposta? Quem age assim não é magistrado imparcial: é boneco de campanha, um pixuleco eleitoral.
Já vimos esse filme. Na Lava Jato, Deltan Dallagnol e Sergio Moro transformaram vazamento seletivo em método. A ideia era sempre criar o fato consumado antes da ação penal, colher os dividendos políticos e deixar a defesa correndo atrás de um julgamento que a opinião pública já havia feito. Linchamento coletivo serve para esvaziar o direito de defesa e enterrar a presunção de inocência.
E, como na Lava Jato, a hora nunca é ao acaso. Lá, sigilos caíam a poucas semanas das eleições. Aqui, o levantamento apareceu às vésperas do 7 de Setembro, para inflar as ruas, arrancar dividendos políticos, sujar reputações e intimidar quem se opõe a esse método. No fundo, o alvo é o direito de defesa de pessoas contra as quais esses agentes nutrem algo que se parece muito mais com vingança do que com justiça.
Instituição séria respeita o devido processo desde o primeiro ato.
A Paulo Gonet, minha integral solidariedade. O Brasil e as instituições são devedores da coragem, da seriedade e da correção de homens como ele.
🚨URGENTE: @FlavioBolsonaro e o @plnacional_ cogitam entrar na Justiça contra quem divulgar a propaganda do @ptbrasil que o acusou de FOLGAR 18 DIAS POR MÊS e, simultaneamente, impedir que o povo tenha direito a 2 folgas por semana. “Não é possível que o PT (@ptbrasil) e a esquerda difamem @FlavioBolsonaro afirmando que ele não trabalha”, alegou uma liderança do @plnacional_ à página @pesquisas_elige, em sigilo!🇧🇷👍😭
Um novo golpe, os mesmos autores (por Pedro Costa)
O presidente do STF sempre foi um lavajatista enrustido, um homem sem coragem de assumir suas — poucas — convicções
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👨🏽🦲 SITUAÇÃO CABELUDA
André Mendonça realizou um implante capilar com o médico Thiago Bianco, irmão do advogado Bruno Bianco.
Bruno Bianco foi sucessor de Mendonça na AGU no governo Bolsonaro e depois se tornou advogado de Daniel Vorcaro.
E tem mais.