yk fifa banned south africa from international football for 40 years bc of its racist apartheid policies but now it’s “fifa cannot solve geopolitical problems”
impressionante como o vôlei brasileiro, principalmente o feminino, é ignorado pela grande mídia brasileira, ontem a seleção feminina interrompeu a invencibilidade de 39 jogos da seleção italiana e não teve UM meio de notícia da tv falando sobre
Medicine being called a “noble profession” has been used for years to guilt doctors into accepting burnout, underpayment, and terrible working conditions.
Aí vai o sujeito analisar candidatos para preencher a vaga PcD na empresa:
Hermes: Sou paraplégico
Roberval: tenho esquizofrenia, vejo coisas inexplicáveis
Marta: sou cega, só consigo ler em braile
Maurício: sou autista nível 1, tomo banho 3 vezes no dia
Acabou a cota PcD
Médico do dia seguinte já é uma coisa péssima de lidar, mas agora “aluno do 5º período” do dia seguinte é de cair o cu da minha bunda kkkkkkkkk
Merece o chapisco que tá levando
cara a judicialização nos processos seletivos de residência médica tá atingindo uns níveis bem bizarros
voto por eliminar qualquer bônus ou análise de currículo e selecionar só por nota mesmo. Virou bagunça geral
O pensamento do pessoal leigo me comove as vezes kkkkkkkkkkkk aí vc vai ver e esse lugar onde “nenhum médico quer ir” é a rebimboca da parafuseta que não tem equipe, as OSS não pagam os médicos há meses e o lugar não tem nem luva descartável 🤣
Caralho q manchete ruim hein @g1
É pq não são vcs que vão tratar do pct com AVE que chegou com a PA 230x110 pq ficou com medo de tomar o remédio, né?
E não é vc que vai ficar cheio de sequela também
Uma criança com laringite recebe adrenalina pura na veia. Não nebulização. Não diluída. Pura. E ninguém ao redor, absolutamente ninguém, achou estranho?
É impossível não se indignar.
Mesmo quem não é médico sabe que adrenalina é uma droga de impacto imediato, usada em situações de vida ou morte. A ideia de aplicar 3 ml, três vezes, por via endovenosa, numa criança de 6 anos, deveria ter acendido todos os alarmes da equipe.
E é justamente isso que mais choca: não é um detalhe técnico, não é parâmetro avançado, não é nuance de especialidade. É o básico do básico. É o tipo de coisa que qualquer profissional minimamente atento questionaria na hora.
Como uma prescrição tão absurda passa da médica, passa pela farmácia interna, passa pela enfermagem e chega à veia de uma criança?
Como ninguém interrompe o procedimento?
Como ninguém levanta a mão e diz: "Desculpa, isso aqui não faz sentido"?
Não estou a falar de culpa individual, e sim de algo que parece ainda pior: falta de cultura de segurança.
Um ambiente onde decisões são seguidas no automático, onde doses incompatíveis com a vida não geram sequer uma dúvida — esse ambiente é um risco por si só.
O erro de um profissional é possível. Mas o silêncio de toda uma equipe é inaceitável.
E quando uma criança morre por algo que qualquer pessoa leiga já acharia estranho, então existe algo profundamente errado no sistema, não apenas no gesto final.
Uma tragédia dessas não pode ser normalizada. E muito menos repetida.
E ainda digo mais, contratar mais médicos não é a única solução.
A população precisa saber usar o sistema!
Enquanto tiver alecrins dourados que vão a UPA sem urgência, continuaremos sobrecarregados e a fila longa
No min 50% das queixas são problemas de UBS
médica da upa aqui
o longo tempo de espera não é culpa dos médicos e sim da gestão que não contrata mais profissionais e sobrecarrega td mundo
fazer barraco não vai te fazer ser atendido mais rápido
cês para de bobage