Conquistas da esquerda e do movimento sindical:
- Férias (1925)
- Salário Mínimo (1936)
- 13⁰ salário (1960)
- Aposentadoria (1966)
- FGTS (1967)
- Fim da escala 6x1 (2026)
Em todos a direita disse que o Brasil ia quebrar e só ficamos mais fortes.
Viva a esquerda! Viva o povo!
O Rossi é um exemplo claro de que a gente tem que botar dois pés atrás nessa parada de supervalorizar certos jogadores
Sempre alertei sobre a fragilidade dele e a galera aqui se sentia ofendida
Tá longe de ser o único culpado, mas não tem como o Flamengo chegar na sonhada hegemonia com um goleiro que sequer é cogitado pra sua seleção
O cara tá jogando no time de maior destaque da América do Sul e não conseguiu ficar entre os 6 goleiros da pré lista
Já passou da hora de parar de empilhar pontinha burro e investir num goleiro de verdade
AGORA QUEM FALA GROSSO SOMOS NÓS.
Por tempo demais tentaram fazer o trabalhador acreditar que cansaço é normal, que abrir mão da própria vida é obrigação e que aceitar tudo calado faz parte da rotina.
Mas nós também temos o direito de falar.
Que nossas ideias circulem.
Que nossas artes atravessem as ruas.
Que as mensagens encontrem trabalhadores cansados voltando para casa, estudantes indo para aula e pessoas que já sentiam tudo isso, mas achavam que estavam sozinhas.
Movimentos não nascem grandes. Nascem quando pessoas comuns percebem a própria força coletiva.
COMPARTILHEM. FAÇAM NOSSA VOZ ECOAR 🔥
#FimDaEscala6x1 #GreveCLT
Lembra quando o Celso Russomano defendia os direitos do consumidor na TV? Agora ele quer destruir os direitos do trabalhador. O deputado é um dos que assinaram a emenda que libera jornadas de até 52h semanais e atrasa o fim da escala 6x1 por 10 anos. Decaiu, hein?
▶️GREVE: Funcionários do Aeroporto de Guarulhos param contra a escala 6x1
Trabalhadores do Aeroporto Internacional de Guarulhos realizaram uma paralisação nesta quarta-feira contra a escala 6x1, reivindicando mudanças na jornada e melhores condições de trabalho. Até o momento não há relatos de impacto nos voos, mas o movimento ganha força em meio ao debate nacional sobre o modelo que obriga o trabalhador a seis dias seguidos com apenas um de descanso.
Maria Luiza, filha de Daniele, uma mãe solo, emocionou o Brasil ao explicar o porquê sua mãe não viu sua homenagem de Dia das Mães.
E essa é a realidade em milhões de lares no Brasil.
Mães precisam trabalhar exaustivamente para criar seus filhos. Muitas vezes, na escala 6x1.
Mães precisam deixar de ver seus filhos crescerem para que seus filhos tenham as condições para crescer. Para que tenham comida na mesa e um teto sobre sua cabeça.
E a escala semanal de trabalho dessas mães, na verdade, não é nem a 6x1. É 14x0, é 21x0.
Essas mães fazem caber dois, três dias de trabalho, onde só há horas para um. Trabalham fora a semana toda pelo salário, e trabalham dentro de casa ininterruptamente nas funções de cuidado.
Quando finalmente chega o dia da "folga", não há tempo pra folga. Só há tempo para lavar a roupa, para fazer as compras, para pagar as contas, para cozinhar as marmitas e ajeitar tudo que podem para que, por mais uma semana, elas sobrevivam e seus filhos cresçam.
Isso é, sim, um elogio à força, à resiliência e aos milagres que as mães solo do nosso país operam todos os dias. Mas não podemos romantizar essa exaustão e aplaudir essa exploração.
São mulheres que estão trabalhando o dobro, o triplo, sem descanso algum enquanto exercem a maternidade. Enquanto tornam possível a própria continuidade da humanidade.
E a luta pelo fim da escala 6x1 é, também, para que as mães solo tenham mais tempo com seus filhos e os filhos tenham mais tempo com as suas mães.
Mas também é para que as mães solo do Brasil tenham mais tempo para si. Para que as mães solo do Brasil tenham tempo pro lazer, pra cultura, pra educação, pra sua religiosidade, pro ócio, pro descanso ou prum date.
O que nós, que lutamos pelo FIM da escala 6x1, queremos é que as mães possam estar presentes na vida de seus filhos, e que elas não sejam obrigadas a deixar de lado o próprio presente em nome do futuro de todo o país.
Eu trabalho desde os 16 anos, conheço o sistema capitalista na prática.
NÃO EXISTE negociação entre trabalhador e patrão, pelo óbvio motivo dele ter o poder de te demitir.
O trabalhador só consegue direitos de duas formas: greve e legislação trabalhista.