🚨 NOSSO POSICIONAMENTO!
Tem gente que diz que “página nerd não deve falar de política”. Mas será que não deve mesmo?
Nessas eleições, temos um posicionamento claro. E queremos compartilhar com vocês a nossa visão de mundo, para que ninguém tenha dúvidas.
Segue o fio 🧶
The aviation community may be global, but it is tight-knit. Help us rally around Brazilian aviation’s @avioesemusicas who has been diagnosed with Creutzfeldt-Jakob disease. A pilot in Texas paid Lito this honor.
To learn more about Lito’s situation: https://t.co/ACKN4UHgBr
LAPADA DO DIA! William Wack detonou os Bolsonaro num editorial na CNN. Flávio Bolsonaro enviou uma carta ao governo americano pedindo para Trump retirar as tarifas do Brasil e, na prática, acabou chamando o próprio Trump de burro. Pior ainda: o próprio Flávio admitiu que essas tarifas impostas por Trump aumentaram a popularidade de Lula. Ou seja, os Bolsonaro não entendem nada de política internacional e continuam cavando o próprio buraco, servindo de escada para o presidente Lula crescer cada vez mais. É cada vez mais bonito ver os patetas se afundando.
O neto de ditador escondido nos Estados Unidos expôs o que pensa sobre as mulheres. Para o bolsonarista, elas votam mal. Seria melhor que não votassem? Muitos de seus colegas dos EUA têm dito publicamente que sim.
Para ele, a mulher solteira é a que vota pior, porque a casada apenas "acompanha o voto do marido".
Traduzindo o que ele pensa: mulher não tem opinião própria, tem dono. Esse é o desrespeito com que a extrema direita trata as mulheres.
Além do machismo e da grosseria de quem perdeu a linha depois de conspirar contra o próprio país, a fala mostra uma ameaça clara à soberania do voto popular.
Esse é o projeto da extrema direita, articulado em discurso contra o voto de quem não aceita o retrocesso que eles representam.
Entre políticos e influenciadores da extrema direita, têm crescido propostas para atacar o direito ao voto. Quando um influenciador defende tirar o voto de quem recebe Bolsa Família, quando aparece gente propondo dar mais peso ao voto do empresário, quando se ataca o voto da mulher, é sempre a mesma ideia rondando: a de que o povo não estaria à altura de escolher seu próprio destino.
Nós já vimos esse filme. Um Brasil em que poucos decidiam por todos e o voto não valia quase nada. Foram décadas de luta até que cada brasileira e cada brasileiro tivesse exatamente o mesmo direito de escolher o futuro do país.
O voto universal é a arma mais poderosa de um povo. Um poder que eles não conseguem comprar nem controlar. Por isso atacam. A mulher vota, o pobre vota, o trabalhador vota. E é isso que incomoda.
Defender a democracia é garantir que, na hora de votar, a vontade do trabalhador tenha o mesmo peso que os interesses do patrão. Atacar o voto popular é uma ameaça à democracia que precisa ser firmemente combatida.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) deixou de votar em 43% das deliberações nominais do Senado em 2026, segundo levantamento da Folha nos registros da Casa.
Trabalhar nunca foi o forte dos Bolsonaro.
Jair Bolsonaro, na presidência, tinha apenas de 3 a 5 horas de compromissos oficiais.
Eduardo Bolsonaro, em 10 anos como deputado federal, só assinou 3 projetos que viraram leis, nenhum deles ligado a pautas de direita: 1 do PT sobre fosfoetanolamina sintética, 1 que instituiu o “Dia Nacional da Pessoa com Atrofia Muscular Espinhal (AME)” e 1 que criou o "Grupo Parlamentar Brasil-Bahrein". Depois pediu licença e foi para os EUA articular tarifaço e outras medidas para “queimar a floresta inteira”, em nome da luta pelas “liberdades”.
Carlos Bolsonaro foi alvo de críticas numerosos vezes em 25 anos de mandatos na Câmara Municipal do Rio de Janeiro em razão de altas taxas de ausência, licenças frequentes, pedidos de afastamento e priorização de marketing digital em campanhas nacionais, tendo ficado conhecido como “vereador a distância”.
É muita rede social, para pouca atividade parlamentar, que dirá de interesse público.
Quando “trabalhou” nos últimos anos, Flávio Bolsonaro votou a favor do aumento do fundão eleitoral e contra o projeto de lei de combate à lavagem de dinheiro que estabelecia limites para o uso em transações comerciais de dinheiro em espécie, como aquele das “rachadinhas”.
Sem contar as campanhas contra a CPI da Lava Toga e a Operação Lava Jato, bem como a favor da PEC da Blindagem.
A força residual do sobrenome Bolsonaro, agora em disputa por alas rivais dentro do clã, deve-se, em grande parte, ao fato de que massas de manobra, manipuladas por profissionais da propaganda política, confundem a disputa de cargos com o PT, que o bolsonarismo faz, e um trabalho efetivo e diferenciado em prol do desenvolvimento do Brasil, que o bolsonarismo não só deixou de fazer quando teve a oportunidade, como também, em diversos momentos, sabotou.
A ideia de que é precisar acobertar toda essa sujeira e celebrar carreiras marcadas pela vagabundagem, pelo fisiologismo e pelo patrimonialismo, típicos do Centrão, para “resgatar o país” das mãos da esquerda é a mais contraproducente e moralmente retrógrada que já passou pela cabeça da suposta direita brasileira no período posterior à redemocratização, até pelo simples fato de que essa ideia não faz outra coisa há 7 anos senão fortalecer Lula, o PT e a pior geração da história do STF.
Todos que preferem parasitar o bolsonarismo a construir uma alternativa sólida e ética ao lulismo adiam o Brasil que dizem defender, manifestando, na prática, uma similaridade inconteste com a família Bolsonaro: a enorme preguiça de trabalhar.
"Militante não dá, cara". Essa foi a resposta que o senador Flávio Bolsonaro deu ao nosso repórter Thalys Alcântara após ser questionado sobre a ligação do filme de Jair Bolsonaro com Daniel Vorcaro.
Apesar do deboche com a equipe do Intercept Brasil, nossa reportagem revela uma série de trocas de mensagens entre o filho de Bolsonaro e o banqueiro – com pedidos de dinheiro e convites para jantares.
Leia a reportagem completa no site do Intercept Brasil: https://t.co/CUeVUIyXLZ
- Rica Perrone conversou com pessoas dos bastidores da seleção, ou ligadas a ela, e comentou duas teorias sobre o fato de Ancelotti ainda não ter convocado Neymar.
- A primeira seria uma forma de forçar Neymar a entrar em forma e dar o máximo para voltar à seleção.
- A segunda é que Ancelotti teria sido influenciado/orientado por outras pessoas a não convocá-lo, não por questões técnicas ou profissionais, mas pelo entorno de Neymar. A avaliação seria de que ele não administra bem esse entorno, tornando-se por vezes dependente dele, o que gera desgaste e reforça a antipatia de algumas pessoas. Segundo essa teoria, essas mesmas pessoas teriam influência dentro da CBF, e é nessa hipótese que Rica Perrone acredita.