🚨 APRESENTEI UM PROJETO DE LEI PARA QUE A HORA DO ALMOÇO CONTE COMO HORA TRABALHADA!
Hoje, quem trabalha 8 horas por dia geralmente precisa dedicar 9 horas da sua vida ao emprego. Isso porque a hora do almoço não é contabilizada na jornada de trabalho.
Mas essa hora não é um tempo plenamente livre. O trabalhador não escolhe quando vai almoçar e, muitas vezes, não consegue voltar para casa, buscar os filhos na escola ou resolver questões pessoais. Precisa organizar sua vida de acordo com os horários definidos pela empresa.
Meu projeto muda essa realidade: quem cumpre uma jornada de 8 horas poderá trabalhar 7 horas e ter 1 hora de almoço, sem redução salarial e mantendo o direito ao descanso.
Afinal, a pausa para alimentação também beneficia as empresas, que precisam de trabalhadores descansados e atentos.
OPINIÃO: Brasil não pode ser colônia de férias para genocidas israelenses
As notícias escandalosas de que “turistas” israelenses estão intimidando moradores, tentaram vandalizar e teriam pressionado pelo apagamento de uma intervenção artística em Itacaré, Bahia, são a gota d’água para que o Brasil tome providências sobre o escárnio promovido por alguns israelenses que, não satisfeitos em promoverem a maior matança proporcional de crianças da história no genocídio em Gaza e uma campanha colonial de limpeza étnica e terrorismo sionista na Cisjordânia ocupada para o mundo inteiro assistir, estão fazendo de terras brasileiras uma sucursal do projeto de apartheid sionista na Palestina histórica.
Não é novidade que criminosos de guerra israelenses mal tiram a farda militar encharcada de sangue de crianças palestinas e já fazem as malas para “descansarem” da orgia genocidária sionista na Palestina rumo ao Brasil, especialmente no paradisíaco litoral baiano, onde promovem violência, desrespeitam e intimidam moradores, com inúmeros casos documentados de agressão física, racismo e destruição de patrimônio. Foi na Bahia, inclusive, que o soldado israelense investigado por crimes de guerra Yuval Vagdani, procurado pela Justiça brasileira, estava antes de ser retirado do país com apoio da embaixada e do governo israelense — e da família Bolsonaro! —, em episódio grosseiro de violação da soberania brasileira. Curiosamente, Vagdani escapou do Brasil em uma rota muito parecida com a que foi usada pelo agora foragido e capacho de Tel Aviv Flávio Bolsonaro, este escoltado por um “ex-agente” do Mossad em sua fuga do país.
Não é mais possível fingir normalidade com a esbórnia promovida por criminosos de guerra israelenses no nosso país. Estabelecer mecanismos para restringir a entrada de militares israelenses envolvidos no genocídio em Gaza não se trata apenas de uma medida diplomática ou simbólica; é uma necessidade para proteger cidadãos brasileiros, especialmente nas regiões em que hordas de criminosos de guerra vêm “relaxar” com o dinheiro que ganharam de “israel” para assassinar palestinos em escala industrial.
O Holocausto Palestino não é apenas o primeiro genocídio da história transmitido em tempo real pelas próprias vítimas. É transmitido também pelos genocidas israelenses, que em sua depravação racista, supremacista e genocida, transmitem aos risos para o mundo em suas redes sociais as atrocidades que cometem contra palestinos. É justamente a documentação de crimes de guerra produzida e divulgada pelos próprios militares israelenses que permite que hoje organizações de direitos humanos e de direito internacional identifiquem e levem a tribunais nacionais e internacionais os perpetradores do genocídio em Gaza — alguns dos quais vêm lavar as mãos sujas de sangue das crianças palestinas nas águas do litoral brasileiro.
Passou da hora de o governo brasileiro tomar providências. Acertadamente, o Brasil se somou ao processo movido na Corte Internacional de Justiça pela África do Sul contra “israel” por genocídio, rebaixou (mas não rompeu) relações com “israel”, votou em todas as ocasiões possíveis por um cessar-fogo em Gaza e pela ilegalidade da ocupação israelense dos territórios palestinos, e retirou o país do status de membro observador da desavergonhada organização internacional de lobby sionista dita “Aliança Internacional para a Memória do Holocausto” (IHRA), que instrumentaliza o “antissemitismo” e o sobrepõe ao antissionismo para justificar crimes contra o povo palestino, legitimar políticas coloniais, racistas e de apartheid, na tentativa de criminalizar a causa palestina e silenciar denúncias sobre o genocídio em Gaza — ainda que a deputada federal Tábata Amaral (PSB-SP) tente transformar em lei (PL 1424/2026) a mesma definição, apontada pelo Conselho Nacional de Direitos Humanos como “inconstitucional”, “com flagrantes restrições ao direito fundamental da liberdade de expressão” e que “introduz conceitos distorcidos de antissemitismo para perseguir e condenar quem se manifesta contrário às políticas do Estado de Israel” .
Não é o suficiente. Falta ao governo brasileiro romper todas as relações, comércio e acordos de cooperação, especialmente no campo militar e de segurança, com “israel”. É obsceno — e ilegal! — que o Brasil mantenha contratos e siga adquirindo tecnologias de extermínio de empresas israelenses diretamente implicadas no extermínio de palestinos e que são usadas aqui contra o povo e a sociedade brasileira. É urgente pôr um fim na esbórnia desenfreada de soldados israelenses depravados que vêm ao Brasil de “férias” para “desestressar” após assassinarem crianças palestinas em Gaza.
Mais do que isso: o Brasil tem a obrigação de investigar e levar ao banco dos réus brasileiros com dupla cidadania que vestiram o uniforme militar israelense e tomaram parte em crimes de guerra e de lesa-humanidade na campanha genocidária em Gaza e no apartheid na Palestina ocupada.
Projetos como o ventilado pelo deputado federal eleito Jones Manoel (PSOL-PE), que propõe a criminalização do sionismo, uma ideologia colonial, racista, supremacista, de apartheid e genocidária, no Brasil, são bem-vindos. A sociedade brasileira tem direito a uma discussão madura e justa, sem intimidação, chantagem ou perseguição, sobre a ameaça sionista no Brasil.
Cidadãos brasileiros precisam ser PROTEGIDOS dos assassinos que matam na Palestina e vêm tirar férias no Brasil, especialmente moradores de regiões tomadas pelo dito “turismo” israelense e, obviamente, também precisa ser protegida a comunidade brasileiro-palestina, árabe em geral e/ou muçulmana.
Ou, além de sermos expulsos e violentados pelos sionistas na Palestina e no Líbano, agora temos que temer a presença destes assassinos também no Brasil?
Às autoridades brasileiras: é preciso subir o tom contra “israel” e o genocídio no cenário internacional e passou da hora de tomar providências sobre o livre trânsito desavergonhado de genocidas e criminosos de guerra em terras brasileiras. Antes que o Brasil se torne um puxadinho do apartheid genocidário sionista na América Latina.
Marcos Feres (@marcosvmf_ ), é jornalista brasileiro-palestino e secretário de Comunicação da FEPAL.
A Lava Jato atrasou o Brasil em 10 anos. Destruíram nosso setor de construção civil e engenharia e sucateou a economia.
Sérgio Moro deveria ser preso pro resto da vida dele
Meu total repúdio à decisão da Prefeitura de Concórdia de negar o passe livre aos estudantes nos dias do ENEM 2026!
A UBES solicitou a gratuidade, alertando que o custo do transporte pode impedir muitos jovens de realizar a prova. Mas a Prefeitura negou o pedido, alegando falta de previsão orçamentária.
O acesso à educação é um direito de todos os jovens. Por isso, precisamos promover ações que facilitem o acesso ao estudo e criem oportunidades para que todos possam construir seu futuro. Garantir o passe livre nos dias do ENEM também é uma forma de compromisso com a educação!
O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, nomeou a ex-mulher e mãe dos seus dois filhos como integrante do Conselho Estadual de Educação. Confira os detalhes na videocoluna de Amanda Miranda!
🚨 ATENÇÃO, ISSO É URGENTE!
Moradores de Itacaré e do sul da Bahia pedem socorro aos governos estadual e federal e à imprensa. Eles denunciam perseguição por israelenses, apagamento das bandeiras do Brasil e da Bahia e proibições a símbolos culturais baianos e vários casos de violência.
#Itacaré #Bahia #Brasil #ExercitoDoLula #salvador
2 fotografias publicadas na matéria bem escrita e destruidora de Ana Ionova sobre Flávio Bolsonaro hoje no @nytimes. Não estão de brincadeira. Criminosos. Louco FB ter posado para essa foto.
E vejam a foto de Lula. Estadista.
Scott McIntyre for The New York Times
Sergio Lima/Agence France-Presse — Getty Images
Victor Moriyama for The New York Times (Lula)
Cês tão vendo todo o auê gerado sobre a crise climática em SC, certo?
Em razão disso, foi criada uma ferramenta para facilitar a cobrança de prefeitos, governador e parlamentares de Santa Catarina.
É gratuito, simples e qualquer pessoa pode participar:
https://t.co/ETYsDc7j9a
Um grupo de WhatsApp articulado por gestores comissionados da Secretaria de Educação de Santa Catarina compartilhou, na noite da reeleição de Lula, uma imagem de Hitler com a frase “Hans, liga o gás”, em referência às câmaras de gás do Holocausto. Segundo reportagem da colunista Amanda Miranda, do ICL Notícias, integrantes do grupo “Educação em Ação” também propuseram listar professores ligados à esquerda e levar os nomes ao governador Jorginho Mello (PL). A Secretaria respondeu com uma nota sobre “respeito mútuo”, sem anunciar a abertura de processos.
O caso não é isolado. Símbolos e referências nazistas costumam circular disfarçados de números, citações e piadas, como no clube de tiro 88 Tactical, frequentado por Eduardo e Carlos Bolsonaro e acusado de usar códigos neonazistas, e no vídeo em que o ex-secretário de Cultura Roberto Alvim imitou Goebbels, em 2020. Apologia ao nazismo é crime no Brasil, previsto na Lei 7.716/89. O Portal Desacato segue acompanhando.
#SantaCatarina #PortalDesacato #Educação #JorginhoMello
🚨 ENQUANTO VOCÊ TRABALHA, O GOVERNO JORGINHO APRONTA!
Depois de uma virada histórica, o governo Lula segue trabalhando para melhorar a vida do povo. Já o governador reeleito Jorginho Mello (PL) e sua turma jogam contra e acumulam polêmicas e decisões que precisam ser explicadas!
Santa Catarina exige transparência, responsabilidade e respeito ao dinheiro público!
Eu CASCO de rir quando lembro que o governo Trump iniciou uma guerra, perdeu ela, fudeu a própria economia e como consequência levou uma surra eleitoral.
O New York Times teve a coragem de fazer algo que nenhum local teve:
Eles convidaram o Flávio para uma entrevista sem censuras, deixaram ele falar e, na reportagem completa, apontaram todos os absurdos logo depois de cada citação e, ainda, pintaram ele de fujão e a família de conspiracionista. E ainda expuseram todas as acusações que ele, o irmão e o pai enfrentam.
De cabo, aproveitaram pra lembrar aos leitores que o pai dele está preso por (com todas as letras) tentar dar um golpe de Estado após perder as eleições para Lula, e que ele alimentou teorias da conspiração sobre o sistema eleitoral.
Num truque de mestre, toda a reportagem foi iniciada e conduzida por um plano de fundo de crítica ao Trump e a forma como ele está lidando com a situação. Quase num lembrete ao leitor de que “esse é o tipo de coisa que o presidente permite que aconteça com a ajuda do governo dos EUA”.
Deram corda pro cara se enforcar e ele caiu igual um pato.
https://t.co/Q42ZnpBo9v
Sobre o grupo de whats app feito na secretaria de educação de SC:
A secretária de educação de Santa Catarina, Luciane Ceretta, está sendo muito sagaz tentando tirar o seu nome da reta e evitando ser responsabilizada sobre um grupo que ela conhecia e do qual participou.
Mais do que identificar nomes e puni-los é necessário dar a conhecer o crime eleitoral que se impôs ali: funcionários foram pressionados a entrar, circulavam formulários forçando a participação em eventos.
Os diálogos que expus do dia da apuração são uma face de um problema maior: o aparelhamento político da pasta para manter o poder do governador Jorginho Mello e controlar servidores, inclusive estáveis na carreira.
Reuniões com ela não vão resolver problema algum, pois ela também precisa ser responsabilizada.