@comiteucu2222@luizedumattos@iaczborges@grok Eu já falei, animal: foi ANULADA. Tu tá repetindo isso como se fosse novidade kkkkk. Agora mostra onde houve absolvição no mérito e onde o STF decidiu que as acusações eram falsas. Não consegue, né? Tu tá confundindo anulação com declaração de inocência.
@comiteucu2222@luizedumattos Sim, você que é burro. “Responder não é atacar” depende de COMO responde, porra. E esse teu “pede ajuda pra IA” é só fuga porque você não consegue rebater o conteúdo. Se tá errado, mostra onde. Ficar chorando sobre a ferramenta não conserta argumento merda.
@comiteucu2222@luizedumattos@iaczborges@grok Desmontei tuas objeções uma por uma e tu voltou com “não convence ninguém” kkkkk. Irmão, isso aí é só choro de quem ficou sem resposta. Se meu argumento é tão fraco, rebate ele então. Porque até agora tu só desviou, fez piadinha e meteu assunto novo. chora mais
@comiteucu2222@luizedumattos@grok Pedi pro Grok porque ele já joga a fonte na tela, jumento. Usar ferramenta pra checar informação não é falta de argumento, é justamente o contrário. Pior é falar merda com confiança e achar que “raciocínio próprio” substitui fonte.
@comiteucu2222@luizedumattos do Renan responder o Nando. O cara fala merda de você e você responde. Onde exatamente seu cérebro minúsculo enxergou que entrar na política significa virar saco de pancada e ficar calado?
@comiteucu2222@luizedumattos Você é burro ou tá se fazendo? Bolsonaro passava live inteira respondendo jornalista, emissora e matéria que falava dele. “Atacar a imprensa” é justamente isso: partir pra cima de veículo, jornalista, acusar de mentira, fake news, perseguição etc. Então sim, é a mesma lógica +
@comiteucu2222@luizedumattos Porra, pelo menos pesquisa antes de inventar exemplo kkkkk. “Bolsonaro não dava rage em live” sendo que em 2021 ele atacou a imprensa em 42 das 49 lives que fez. O maluco literalmente usava live pra responder jornalista, Globo, Folha, Estadão e quem mais estivesse criticando ele.
@comiteucu2222@luizedumattos Que lógica de merda kkkkk. Então o Nando pode falar o que quiser do MBL e, se eles respondem, virou “rage”? Vai se foder. Entrar na política é aceitar crítica, não ficar quieto ouvindo mentira e ataque. Quer bater? Aguenta a resposta também.
Em Salvador, o candidato à Presidência Renan Santos comentou o destaque recebido pela The Economist. A revista apontou que suas ideias se adequam ao momento do Brasil, mas afirmou que ele ainda não demonstrou força para enfrentar Lula e Flávio Bolsonaro. Renan também disse perceber uma mobilização que, segundo ele, não aparece nas pesquisas.
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Essa ladainha de voto útil no primeiro turno é licença poética pra bajular bandido.
Eu tô fora, e repudio todos que seguem essa cartilha.
Não faz sentido matematicamente, e muito menos moralmente.
Essa pequena interação entre o @ravoxbrasil e outro tuiteiro explica muito do momento político que vivemos.
Um quer vencer a próxima eleição, ainda que isso sirva apenas para manter as coisas como estão.
O outro quer mudar o país.
Talvez a divisão seja mais profunda do que bolsonarismo, lulismo ou Missão: a diferença entre quem ainda consegue imaginar um futuro e quem passou a viver politicamente apenas no presente.
Parte da geração mais velha parece ter perdido essa capacidade. Já não sonha com o país que poderia existir daqui a 20 ou 30 anos. Existe apenas outubro: é preciso ganhar a eleição, se possível no primeiro turno.
Ganhar para quê? Para construir o quê? Qual Brasil deve existir em 2040 ou 2050?
Essas perguntas ficam para depois. A vitória eleitoral deixou de ser um meio e se tornou o próprio fim.
Talvez isso explique por que Renan encontra tanta receptividade entre os mais jovens. Há uma geração à procura de um horizonte de futuro.
Quem tem 20 anos precisa acreditar que o Brasil pode ser radicalmente melhor aos 40. Quem perdeu essa esperança passa a administrar apenas o presente.
É nesse ponto que explica a essência do bolsonarismo.
Ele pensa no curtíssimo prazo: quer vingança contra “o sistema”, Moraes punido, sanções americanas e a sensação de vitória: tudo agora. Pouco importa o que cada concessão feita para obter essa ajuda pode significar para o Brasil daqui a 10, 20 ou 30 anos.
Os Estados Unidos, por outro lado, pensam em outra escala.
A inteligência brasileira já alertou para o risco de interferência americana nas eleições e relacionou a estratégia dos EUA na América Latina à redução da influência de potências rivais e ao acesso a ativos estratégicos, riquezas naturais e infraestrutura.
Minerais críticos e terras raras também se tornaram uma questão de segurança nacional para Washington. O governo americano já tentou negociar com o Brasil restrições ao acesso de terceiros a esses recursos. Flávio Bolsonaro, por sua vez, falou abertamente em uma parceria estratégica “de longo prazo” com os Estados Unidos nessa área.
É aqui que está o centro da questão:
O bolsonarismo quer dos Estados Unidos uma recompensa de curto prazo. Os Estados Unidos podem enxergar no bolsonarismo uma oportunidade de longo prazo.
Isso ajuda a explicar por que algumas pressões americanas podem parecer pouco eficazes no presente. Um aliado pode perder com o PL da dosimetria, uma sanção pode fracassar e uma pressão externa pode até produzir reação contrária.
Mas o acesso privilegiado a minerais críticos, cadeias produtivas, energia, infraestrutura e influência sobre a maior economia da América Latina representa um ativo estratégico de décadas.
É como o amigo que precisa parecer rico hoje: compra o carro, paga a festa, ostenta nas redes e, para sustentar tudo isso, começa a vender o próprio patrimônio.
Do outro lado está alguém mais paciente. Não precisa parecer rico porque está ocupado comprando os ativos do amigo na baixa.
Um troca patrimônio por gratificação imediata; o outro, paciência por poder futuro.
Talvez essa metáfora descreva algo ainda maior sobre o Brasil atual, especialmente a nossa relação com os EUA intermediada pelos Bolsonaros.
A dívida política com os EUA é deles. Mas quem pagará a conta é o Brasil e, sobretudo, as gerações mais jovens. Isso é o puro suco do patrimonialismo brasileiro.
Enquanto parte do eleitorado e da elite está desesperada para saber quem vencerá em outubro, outros pensam em quem controlará recursos, tecnologia, energia e cadeias produtivas nas próximas décadas.
É isso que está jogo nessas eleições.
Talvez seja por isso que o discurso de Renan encontre espaço entre tantos jovens: não porque ofereça apenas outra candidatura, mas porque recupera algo que desapareceu da política brasileira.
O desejo de um futuro glorioso.