@atuspies12 18 años
Maricon
España
Ciberputa
Obedezco cualquier orden y cumplo cualquier fetiche
BBC, gangbang, feminización e incesto
Scat, findom y heridas
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Meus pais se separaram quando eu ainda era bem pequeno. Ficou combinado que eu passaria um fim de semana com meu pai e o outro com a minha mãe, então aquela rotina já fazia parte da minha vida.
Um tempo depois, meu pai se casou de novo. Minha madrasta também tinha um filho de outro casamento. A gente convivia bem, dividia o mesmo teto nos fins de semana, mas nunca fomos exatamente próximos.
Num domingo qualquer, meu pai e minha madrasta acordaram cedo para ir à igreja, como faziam toda semana. Eu e meu irmão ficamos sozinhos em casa.
Levantei ainda com a casa em silêncio. Fui arrastando os pés até a cozinha, pensando só em tomar um café. Foi aí que ele apareceu.
— Bom dia, maninho! - disse ele ainda sonolento.
O safado estava apenas com um short fino sem cueca por baixo, era possível ver sua pica balançando, seus ombros largos, peitoral grande, rígido, abdômen trincado e suas coxas grossas e fortes me fizeram imaginar coisas erradas. Seu corpo brilhava, refletindo sua pele preta com um suor de que acabou de levantar.
Olhar para ele tão a vontade na cozinha me fez sentir algo estranho. Meu corpo estava respondendo antes mesmo da minha cabeça pensar, meu pau endureceu e eu estava hipnotizado olhando para ele.
Antes que ele terminasse o café, eu me levantei da mesa e fui direto para o quarto. O calor apertava, então tirei toda a roupa e me deitei de bruços na cama, empinando o rabo. Ele terminou o café, foi direto para o banho.
Alguns minutos depois, meu irmão saiu do banho só de toalha. Entrou no quarto e parou por um segundo quando me viu deitado. Veio até a cama sem dizer nada, deitou por cima de mim e deixou todo o peso do corpo cair sobre o meu. O peito largo, o abdômen molhado, a toalha úmida colada na minha bunda. Eu tentei me mexer, empurrar ele para o lado, mas ele não cedeu. Ficou ali, firme, prendendo meus ombros contra o colchão com o peso do corpo inteiro.
— Nossa, que rabo gostoso — murmurou no meu ouvido, voz rouca, respiração pesada.
A mão dele começou a deslizar pela minha costela, suave, deixando minha pele arrepiada. Eu sentia a toalha molhada encostando na minha bunda, o pau dele crescendo, duro e grosso, pressionado contra meu rabo. Ele continuou sussurrando, a boca quase encostando na minha orelha.
— Deixa eu meter um pouco nesse rabo, deixa?
Eu tentei resistir, mas o corpo traía: meu pau já estava duro contra o colchão. Ele tirou a toalha, puxou minha cueca para baixo e esfregou a cabeça grossa do pau na minha entrada, molhando com a água que ainda escorria do banho. Eu gemia baixo, sentindo ele empurrar devagar, forçando a entrada do cuzinho.
Ele pegou forte nos meus quadris, puxou meu corpo até a beirada da cama, me deixando de quatro com o rabo aberto para ele. Comecei a sentir a rola dele invadindo meu cuzinho, abrindo devagar. Eu deixei, segurei o pau dele, guiando para o caminho certo.
Estava tão gostoso sentir a pica preta do meu irmão arrombando meu cuzinho, os pelos do saco dele esfregando no meu rabo, ele gemia olhando para a porta com medo do nossos pais chegarem.
— Caralho, irmãozinho… toma pica, porra. Seu cuzinho tá apertando minha piroca. - disse enquanto socava mais forte.
Los pasivos gay, empezamos nuestra vida sexual mucho antes que todos, 15 16 años ya estamos con treintones o cuarentones de grindr o twitter, despues del colegio a culiar con algun desconocido, ya a los 20 hemos hecho de todo, eso de la edad no es problema
One day in college, I went to our Islamic center to get some help as I was struggling with school & faith... I met an islamic scholar & he gave me a private therapy session, which ended up me taking his halal bbc and fucked my stress away.