Nikolas Ferreira e a sua base anti-Bolsonaro
Nikolas (@nikolas_fc22) age de forma dissimulada, tipo “morde e assopra”, colando no Flávio Bolsonaro quando lhe convém e o apunhalando horas depois.
É um padrão que vem se repetindo.
Nikolas dá palco, alcance e legitimidade a pessoas que passaram anos atacando Jair Bolsonaro. Um exemplo foi a foto com Renato Trezoitão, crítico ferrenho do ex-presidente.
Quando o crítico histórico passa a ser tratado como “voz válida”, a percepção da base muda. A autoridade do líder começa a ser corroída por dentro.
Na Lei Magnitsky contra Alexandre de Moraes, o padrão se repetiu. Eduardo Bolsonaro conseguiu as sanções americanas, mas Nikolas, apesar de sua enorme base digital, não mobilizou seus seguidores. Em entrevista nos EUA, defendeu que o Brasil deveria resolver seus problemas internamente.
Quando as sanções caíram, em vez de unidade, veio o ataque a Eduardo, acusando de culpar o povo – quando a crítica era dirigida a pessoas como ele próprio.
Em 2024, Nikolas deu seu apoio a Pablo Marçal contra o candidato apoiado por Bolsonaro, ajudando a normalizar a ideia de que um projeto pessoal pode se sobrepor ao projeto político do seu partido (PL) e do verdadeiro líder Jair Bolsonaro.
Na campanha de 2026 ele constrói a sua própria rede de candidatos, que se apresentam como “candidatos do Nikolas”.
Após o 7 de Setembro, Nikolas voltou a cobrar Flávio sobre o financiamento de Dark Horse e disse que Mário Frias estava “sumido”, embora o deputado estivesse nas manifestações. Dois dias depois, a PF deflagrou uma operação incluindo o Mário Frias (o Nikolas já sabia?).
Há um padrão:
Evitar o confronto direto.
Cultivar a desconfiança.
Legitimar críticos de Bolsonaro.
Omitir-se quando a união é necessária.
E reaparecer quando o custo político da omissão aumenta.
Isso pode ser chamado de independência.
Eu chamo de construção de liderança por erosão, ou, em outras palavras:
SAFADEZA.
Bolsonaro cometeu muitos erros e isso precisa ser falado, Bolsonaro muitas vezes foi infeliz em suas decisões e está claro que ele não sabia o que estava fazendo, foi avisado mas não adiantou falar, pois ele continuou errando, errando e errando, lamentável!
Mas, onde exatamente ele errou?
Errou no pior lugar possível, onde não poderia ter errado de maneira nenhuma!
Bolsonaro foi ingênuo, quis enfrentar o SISTEMA de frente, de peito aberto, olhando nos olhos da fera, achou que estava protegido, por Deus, pelo povo e por alguns homens de bem! Esse foi seu maior e mais ferrenho erro, bateu no SISTEMA e o deixou irritado como nunca antes visto!
Essa luta de Bolsonaro contra um gigante que ninguém sabia seu real tamanho foi inglória, pois hoje todos sabem, o SISTEMA é bruto, é um Titã, aos poucos o SISTEMA foi agindo e amarrando Bolsonaro, braços, pernas, boca.. todas as ações foram sendo dominadas uma por uma, os contra ataques vinham de todos os lados, quase impossível se defender, mídias, Judiciário, parlamento, funcionalismo, não houve trégua, todos atacavam, o SISTEMA foi feroz e ferozmente contra-atacou! Bolsonaro se viu sozinho contra um gigante Golias e tentou igual Davi derrubar o monstro, mas dessa vez, não existia apenas um Golias, eram vários por todos os lados, inclusive fora do país, os ataques foram brutais!
Não fosse Bolsonaro um homem realmente justo e protegido por Deus não estaria mais de pé, sua fé é sua única e última força e é nela que ele se escora para não sucumbir de vez!
Quando vejo ex aliados, ex eleitores, ex amigos, criticando Bolsonaro por “não ter feito nada”, eu fico impressionado!! Onde vocês estavam nesses 4 anos que não viram a luta que este homem travou contra o Gigante SISTEMA, um gigante praticamente Imortal? Bolsonaro hoje está pagando um preço muito alto por ter olhado nos olhos da fera e tê-la desafiado, vão fazer de tudo até o impossível para destruir nosso Capitão, e quando digo que farão o impossível, é porque eles farão!
Pobre Bolsonaro hoje sem seus pequenos super poderes que o cargo lhe dava.. é uma presa fácil, injustamente será “CAÇADO”.
Então este post é pra você que ousa abrir sala de Space, ousa fazer post, ousa comentar que Bolsonaro foi um fraco, um covarde, VOCÊ verdadeiramente é o pior inimigo de Bolsonaro pois além de todos os adjetivos ruins ainda tem o de Covarde para usar, Bolsonaro foi sim um Gigante , nunca existirá outro com tanta coragem de encarar de frente o SISTEMA novamente, temo por Bolsonaro, temo pelo Brasil!
Não se iludam, o SISTEMA não tem 9 dedos, esse é só a marionete usada para a retomada do poder que por um instante lhe fora tirado, quando não for mais útil, a marionete será descartada como foi antes!
Bolsonaro é um soldado que foi para a guerra, uma guerra contra o sistema, lutou um batalha feroz e foi ferido, está lá agora, no campo sofrendo! Não podemos deixá-lo lá sozinho à própria sorte, ou o SISTEMA irá terminar o serviço sujo!
Ele hoje precisa muito mais de nós do que já precisou um dia, um guerreiro ferido no campo de batalha clama por ajuda, e só nós o povo podemos ir resgatá-lo , afinal de contas é somente a nós, o povo, que o SISTEMA teme, nós ainda não sabemos dimensionar o tamanho de nosso poder, mas o SISTEMA sabe, ele sabe!
A campanha do Pix de Bolsonaro parece ter despertado o que há de pior nas esquerdas. Foi uma demonstração de força absurda, justo na semana do julgamento.
O pior é ver de onde partiram as críticas, todos com telhado de vidro e rastro de sangue. Por essas e outras que estão dispostos a tudo pra controlar a internet.
Confiram no vídeo alguns exemplos bizarros.
@EdRaposo_ O coronel Jorge Eduardo Naime, esta advertindo para o parlamento "pedir o Relatórios da ABIN via SISBIN"
Prenderam um inocente, e estão mantendo o inocente preso.
Que Deus tenha misericórdia, desta nação!
O depoimento do Coronel da PM-DF Jorge Eduardo Naime na CPMI é uma bomba nuclear pra esquerda. Três pontos cruciais até o momento:
1. General Dutra, aquele mesmo que afirmou que manifestantes do quartel estavam em transe, mandou que a PM não intervisse no acampamento;
2. Os vândalos do dia 12 estavam hospedados no setor hoteleiro e não no acampamento;
3. As informações sobre possíveis invasões foram enviadas ao governo com cinco horas de antecedência, tiveram esse tempo todo para evitar o acontecido.
Que coisa, hein.
A confissão de Zuckerberg:
“Durante a pandemia, o Facebook censurou notícias verdadeiras”. Para muitos não é uma novidade, mas para outros essa afirmação serve como lição.
Não foi apenas um mea culpa, o de Mark Zuckerberg em relação à censura que sua empresa tem feito sobre os assuntos que inflamam a opinião pública. Mas também uma admissão (embora tardia) atestada por este homem que construiu um império de big data, de que o algoritmo não é capaz de lidar com a complexidade. A oportunidade de falar sobre a mordaça surgiu durante a longa entrevista que Lex Fridman, pesquisador russo-americano e especialista em Inteligência Artificial (LA) do Massachusetts Institute of Technology (MIT).
Ele nunca havia falado sobre isso antes, mas durante essa entrevista ele deixa claro a verdade sobre a censura social.
Zuckerberg foi executor da propaganda do governo durante a pandemia. O seu regime era, e ainda é , de censura - em que a mentira foi e ainda é permitida, e a verdade censurada. A mordaça continua em nossas bocas, mas o algoritmo de Zuckerberg ainda não consegue lidar com isso.
A resposta pontual de Fridman sobre os possíveis perigos das vacinas é liquidada por Zuckerberg com um lacônico «é difícil». «Introduzimos a possibilidade de optar por usar fact-checking ou não, mas se o conteúdo violar as nossas políticas não é permitido publicá-lo». Ou seja, fica tudo como está.
Não poderíamos esperar uma resposta diferente daquele que censurou médicos, cientistas, pesquisadores, vitimas, jornalistas e até mesmo um presidente da República.
Zuckerberg causou danos irreversíveis nos últimos 3 anos, sua admissão está sendo divulgada com total indiferença, como se a repetida violação da Primeira Emenda da Constituição americana (que consagra a liberdade de expressão) através da suspensão de centenas de milhares de pessoas em todo o mundo, pudesse passar de forma despercebida e impune.