Elon Musk just explained why the most important AI company on Earth might be a rocket company.
The human brain is 2% of body mass.
It burns 20% of the body’s total energy.
Intelligence has always been an energy problem disguised as an information problem.
The entire tech industry missed this.
Musk: “Those who have lived in software land don’t realize that they’re about to have a hard lesson in hardware.”
Every new model is hungrier than the last.
Every training run devours more electricity than the one before.
The grid was not built for this.
Utility companies move at geological speed.
Interconnection takes years.
Permitting takes years.
Construction takes years.
AI moves in months.
Musk: “You’re going to hit the wall big time on power generation. They already are.”
The obvious answer is private power plants next to data centers.
Musk: “Where do you get the power plants? Where do you get the power plants from?”
You cannot will a turbine into existence with venture capital.
Every atom on Earth is bound by friction, gravity, and regulation.
Most people stare at this wall and see the ceiling on intelligence.
They are looking in the wrong direction.
In orbit there is no night.
No clouds.
No seasons.
No permitting.
No grid.
Unfiltered solar energy feeding silicon every hour of every day.
Musk: “It’s 10 times cheaper because you don’t need any batteries.”
That single number rewrites the entire economics of intelligence.
Musk: “The moment your cost of access to space becomes low, by far the cheapest and most scalable way to generate tokens is space.”
SpaceX is not a rocket company.
It is quietly becoming the most important energy infrastructure play on the planet.
Starship is not about Mars.
It is about making orbit so cheap that building on the ground becomes the irrational choice.
Every major leap in intelligence followed the same pattern.
Not a smarter algorithm.
A bigger energy source.
Fire grew the human brain.
Fossil fuels built the computer.
The next source isn’t on this planet.
The ceiling on intelligence was never artificial.
It was always gravitational.
The future will not be decided by who builds the best model.
It will be decided by who builds the cheapest rocket.
NVIDIA CEO, Jensen Huang:
"Nobody writes prompts anymore. The new job is to write and handle loops."
This is the shift that's going to define the rest of 2026.
53 minutes of pure insight from one of the richest men on earth.
Watch it, then read the full guide on how to actually use loops below.
Está notícia é extraordinária! A UE pediu a Revolut para parar de inovar. Para parar de lançar novos produtos.
Orgulhosamente burocratas e velhos e a ficar para trás….
O partido que financia a compra de casas de 660 000€ e carros de 58 0000€, subsidia quem ganha 6 000€/mês, dá borla a quem cobra renda de 2 300€, considera milionário o trabalhador que receba 80€ brutos acima do salário mínimo.
Em Espanha uma investigação descobriu 18.939.840 euros escondidos na casa de um inspector da polícia. Era chefe da Unidade de Delinquência Económica e Fiscal. A falta que faz a palavra Combate no nome do departamento.
Pagar um salário líquido de 3 mil euros custa 6194 euros por mês ao empregador.
Pagar três salários líquidos de mil euros custa 4618 euros por mês ao empregador.
Não será a única razão, mas é um incentivo perverso aos baixos salários e fraca produtividade.
☢️Reflexão da Cooperativa: shame on you RTP🤡
A RTP conseguiu fazer da economia portuguesa uma espécie de aula de matemática dada com régua partida. O Banco de Portugal fala da aproximação do salário mínimo ao salário mediano; a RTP das Marrafas acha que é igual ao salário médio. Até parece coisa para simplificar a inguagem, mas não. É a diferença entre perceber o país e vender nevoeiro ao povo escudada no serviço público. É gravíssimo.
➡️➡️Eu explico. O salário médio é uma conta de merceeiro simples, soma-se tudo e divide-se por todos. Sabem aquilo do frango, o socialista come um, tu nenhum, em média o socialista e tu comeram meio frango. O salário mediano é outra coisa, é o trabalhador que está exatamente a meio da fila. Metade ganha mais, metade ganha menos. É com o salário mediano que se percebe a carne viva deste país. E o que o Banco de Portugal está a dizer é simples, o salário mínimo já está perigosamente encostado ao salário do meio.
Entenda-se, estamos a construir uma economia onde subir na vida compensa cada vez menos. O trabalhador que estudou mais, nadou na m@rda e chegou à tona, aprendeu a fazer coisas que outros não fazem e produz mais valor olha para baixo e vê o salário mínimo a subir-lhe pela perna acima, tipo inundação de cave. Não é solidariedade camaradas, é infiltração. Os socialistas aparecem de braçadeiras a anunciar justiça social, mas não é.
Eu explico.
⚠️Claro que aumentar salários baixos parece sempre bonito. Quem é que é contra alguém ganhar mais? Só um monstro, fãncista, de extrema-direita, cheio de discurso de ódio. Certo? Epá, não. O problema é que a economia não vive das boas intenções do Raimundo e companhia. Vive de produtividade, mérito, escala, investimento, responsabilidade e diferenciação. Quando o salário mínimo sobe por decreto acima da capacidade real da economia, não nasce riqueza. Nasce compressão. O chão sobe, mas o teto não acompanha. Resultado: o quarto fica mais baixo para todos.
Dentro de uma empresa, isto é veneno de efeito retardado, mas fatal, sem antídoto. O tipo que faz o mínimo obrigatório vê o seu salário subir porque o Estado mandou. O que trabalha melhor, resolve problemas, vende, segura clientes, e carrega a casa às costas fica a ver a diferença a encolher. O que o patrão tem de pagar a mais aos medíocres por lei, é o que sobre de menos para premiar os melhores. É a lógica socialista no seu melhor, portanto, entenda-se no seu pior. Não criar mais degraus para as pessoas subirem, mas serrar os degraus que ainda existem para ninguém parecer estar demasiado alto. Chama-se redução da desigualdade; na prática, muitas vezes, é uma mera redução da ambição. O socialismo adora uma boa sociedade plana. ➡️➡️Não por justiça, mas porque a planície é mais fácil de governar. Pessoas sem grande diferença entre esforço e recompensa tornam-se dependentes da próxima decisão política, do próximo aumento administrativo, da próxima esmola com carimbo de progresso.⬅️⬅️
Isto lembra-me muito aquele velho exemplo da turma em que se decide dar a todos a nota do melhor aluno. No primeiro dia, os piores celebram, os medianos respiram de alívio e o melhor aluno ainda acredita que aquilo é só uma experiência pedagógica parva. Na segunda ronda, o melhor aluno estuda menos. Na terceira, os medianos percebem que também não vale a pena. Na quarta, já ninguém quer saber. A média da turma não sobe; desce a exigência. O professor fica muito satisfeito porque acabou com a desigualdade nas notas. Mas também acabou com o incentivo para aprender.
Nos salários é igual. Se o trabalhador menos produtivo é empurrado para perto do trabalhador mediano por decreto, passa a haver uma distorção. Ou sobem os preços, ou esmagam margens, ou congelam carreiras, ou contratam menos, ou deixam de diferenciar quem merece. O mérito passa a ser redistribuído, não pela criação de valor, mas pela compressão administrativa da tabela salarial.
⚠️Camaradas, durante anos vendeu-se a fantasia de que bastava aumentar o mínimo para enriquecer o país. É o truque do ilusionista pobre, o salário mínimo sobe, a mediana fica logo ali pertinho, a classe média leva com mais uma pazada de cal em cima e o regime proclama vitória porque reduziu a distância entre pobres e remediados.
Também podemos achar que é melhor assim porque somos todos medíocres e não merecemos mais, mas prefiro não acreditar nesta teoria.
Para vossa eventual reflexão.
o dono da cooperativa
O que têm em comum uma pessoa da confiança e próxima do primeiro-ministro Luís Montenegro e um dos traficantes do famigerado voo da OMNI interceptado em 2021, com centenas de quilos de cocaína?
Esta é a primeira parte de um longo trabalho de investigação realizado pelo jornalista Paulo Curado, e que contou novamente com preciosos contributos da minha parte.
https://t.co/7cVbbmqIQy
O Salário Mínimo Nacional deixou de ser um piso, em Portugal, passou a ser a bitola….
O salário mínimo como bitola é a compressão silenciosa da economia portuguesa…
Dados recentes do Banco de Portugal mostram um índice de Kaitz próximo dos 90%: o salário mediano está encostado ao mínimo. Isto significa que o mínimo já não protege apenas a base da distribuição salarial, define-a.
Cada aumento deixa de afetar apenas os mais vulneráveis e passa a arrastar o centro, por via administrativa e não por criação de valor.
O efeito mais imediato é a compressão. A diferença entre quem entra no mercado e quem investiu em qualificação ou experiência torna-se residual. O prémio pelo esforço desaparece, trabalhar mais, saber mais ou produzir mais passa a valer quase o mesmo.
A fiscalidade agrava o problema, pequenos aumentos salariais são rapidamente absorvidos por impostos e contribuições, tornando a progressão ainda menos visível no rendimento líquido, a compressão não é apenas salarial, é também fiscal.
Do lado das empresas, o impacto é desigual. As grandes estruturas absorvem, as PME ajustam: menos horas, menos contratação, mais precariedade, o emprego não desaparece necessariamente das estatísticas, mas degrada-se.
O próprio Estado reforça este mecanismo,como grande empregador e financiador da economia, difunde o salário mínimo como referência implícita, estendendo a compressão a vários setores.
O resultado aparece como uma melhoria estatística da desigualdade, mas é uma igualdade achatada, quando os salários se colam, as carreiras deixam de progredir, e quando não há progressão, o talento sai. A emigração qualificada é, em parte, um reflexo desta ausência de diferenciação.
Nada disto implica que o salário mínimo não deva crescer, implica, sim, que não pode substituir a produtividade como motor da evolução salarial, quando isso acontece, deixa de ser proteção e passa a ser distorção.
Portugal não tem apenas salários baixos, tem salários comprimidos e enquanto o mínimo for a bitola de todo o sistema, continuará a ter mais igualdade nos números e menos mobilidade na vida.
https://t.co/qRX2RbGouS
Há cada vez mais imigrantes a abandonar Portugal após anos de residência no país. O jornal Expresso destaca esta sexta-feira o caso de vários brasileiros, e não só, que decidiriam regressar ao país de origem ou rumar a Espanha.
Saiba mais aqui: https://t.co/QZuIhHqv78
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Novo: Imigração em Portugal no https://t.co/lAxValp45d 🌍
Já é possível explorar a população estrangeira residente em Portugal, países de origem, distribuição por género, concessões de títulos de residência e aquisição de nacionalidade.
Inclui mapa mundial de origens, evolução temporal, rankings e insights para perceber melhor como estes dados têm evoluído.