Mais uma quarta louca na minha vida. Sai do trabalho e fui parar em São Paulo. Arrumei tênis e camisa emprestada e fui. Congelei de frio sem casaco. Mas faria outras mil vezes. Obrigada, Deus, por me fazer Flamengo!!!!!
Inacreditável demais...Fui sortuda por poder ter aprendido tanto e ter convivido tantos anos com você.
Em agosto você foi na minha obrigação e tivemos nossa despedida.
Descanse em paz, amiga. 🤍
A Carol era luz.
Daquelas pessoas que chegam e fazem diferença. Ela ajudava, acolhia, se fazia presente de todas as formas. Pensava na frente, além. Tinha sonhos, objetivos e, acima de tudo, vontade de fazer acontecer.
E, talvez, uma das coisas mais bonitas nela fosse a sua lealdade. Lealdade à sua fé e à sua religião. À sua família, aos seus estudos, aos seus amigos, ao Flamengo, à Nação 12 e, principalmente, àquilo em que acreditava. Quando Carol acreditava em alguma coisa, ela se entregava de verdade.
Por muito tempo, esteve à frente do feminino da torcida. E quem a conheceu sabe: ela não fazia por fazer. Fazia com amor, com carinho e com uma vontade genuína de ajudar.
Era rabugenta, reclamona, tinha suas manias… e a gente amava tudo isso nela. Porque por trás daquele jeito existia uma pessoa com um coração enorme.
E talvez a maior prova do tamanho que ela tinha seja o vazio que deixou. Não existe uma pessoa que consiga falar um “A” da Carol. Todo mundo sente a falta dela de uma forma que talvez nem imaginasse sentir um dia.
A gente brincava dizendo que ela colocou o primeiro tijolinho.
E é por isso que ela precisa ser lembrada todos os dias: toda vez que o Flamengo entrar em campo, que a gente vestir vermelho e preto, que o hino ecoar, que a bandeira do feminino tremular ou que as músicas da Nação 12 forem cantadas.
Pelo Feminino.
Pela Nação 12.
Pelo Bonde de Caxias, que era o bonde da Carol.
Ela deixou marcas, histórias, pessoas e um caminho que outras mulheres poderão continuar percorrendo.
Enquanto houver Nação 12, haverá Carol.
Enquanto a bandeira do Feminino tremular, uma parte dela estará ali.
Carol foi incrível e merece todas as homenagens possíveis.
Hoje, a saudade dói. Mas que, com o tempo, falar da Carol seja também falar de tudo de bonito que ela construiu.
Quando eu tinha 18 anos e trabalhava em Botafogo, ele sempre aparecia na loja e pedia pra tirar foto da minha unha e das outras meninas também, geralmente ia acompanhado dos pais
7 cervejas
1 prato de feijoada
1 roda de samba com São jorge em cima da mesa
Tendo esses elementos em mãos, é só chamar meu nome 7 vezes que eu apareço
[29/03, 11:06] Carol Moreira: gente, ontem eu vivi
[29/03, 11:07] Carol Moreira: fui no banheiro vomitar umas 4x
[29/03, 11:07] Carol Moreira: e continuava
e o melhor de tudo, acordei cedo, 0 ressaca e prontíssima p outra🙂↔️