Eu já considerei a política do MBL que trata da proibição de algumas músicas funk como um cerceamento de liberdade, mas quando entendo no detalhe a proposta, concordo que ela muito sentido. Não é aceitável que o estado permita músicas que glorifiquem facções responsáveis por destruir direitos humanos. Especialmente nas escolas.
E convenhamos, não tem muito segredo, é só incentivarmos o estilo das belas músicas infantis dos anos 90 que as crianças vão se amarrar.