O MUNDO DÁ VOLTAS! Foi revelado agora que o filme de Dark Horse usou o mesmo fundo de investimentos do crime organizado, que os bolsonaristas insistiram para ser enquadrado como terroristas. E agora? Flávio Bolsonaro vai ser indiciado por terrorismo pelos EUA?
Não são nem 17h e Nikolas Ferreira, pago com o dinheiro do povo, já está num vôo com influencers como o “Luva de Pedreiro” pra ir ver a copa nos EUA.
Enquanto isso, 15 milhões de brasileiros que vivem a escala 6x1 ainda vão trabalhar amanhã ou no domingo pra sustentar o sistema que sustenta Nikolas.
Flávio Bolsonaro pergunta ao Lula:
– Presidente, como você consegue escolher ministros e aliados tão maravilhosos?
E o Lula responde:
– Companheiro, eu apenas faço uma pergunta inteligente. Se o cara souber responder, ele é capacitado para estar no meu governo. Vou lhe dar um exemplo...
E o Lula manda chamar o Haddad e pergunta:
– Haddad, seu pai e sua mãe têm um bebê. Ele não é seu irmão nem sua irmã. Quem é ele?
Haddad responde de imediato:
– Presidente, esse bebê sou eu.
O Lula vira para o Flávio:
– Viu só? Mereceu estar do meu lado.
Flávio Bolsonaro, maravilhado, sai dali e encontra o Eduardo Bolsonaro.
Ele decide testar a lógica do irmão e pergunta:
– Eduardo, seu pai e sua mãe têm um bebê. Ele não é seu irmão nem sua irmã. Quem ele é?
Eduardo Bolsonaro coça a cabeça e responde:
– Não sei, Flávio. Vou perguntar para o pessoal ali fora.
Ele sai perguntando para todo mundo e ninguém sabe a resposta. Aconselham ele a perguntar ao Daniel Vorcaro, que é muito inteligente.
Eduardo Bolsonaro telefona para ele:
– Daniel, aqui é o Eduardo. Tenho uma pergunta para você: se seu pai e sua mãe têm um bebê e esse bebê não é seu irmão nem sua irmã, quem é esse bebê?
Daniel Vorcaro responde imediatamente:
– Pô, Eduardo, mas é lógico que esse bebê sou eu!
O Eduardo Bolsonaro vai correndo levar a resposta ao Flávio:
– Flávio, descobri! Se meu pai e minha mãe têm um bebê e esse bebê não é meu irmão nem minha irmã, é lógico que ele só pode ser o Daniel Vorcaro!
Flávio Bolsonaro dá aquele sorrisinho sabido e diz:
– Te peguei, Eduardo... Sua resposta está completamente errada... o bebê é o Haddad!
Todo mundo avisou. Todo mundo. Gente de esquerda, gente de centro, gente que queria uma terceira via e até gente de direita (os muitos que não bebem Ypê, claro).
“A família Bolsonaro não presta. A família Bolsonaro é o há de pior.”
Não adiantou.
Pois bem. Agora, com áudio do filho armando esquema e se declarando para o ladrão da vez, espero (sem muita esperança, confesso), que os últimos adoradores de pneu caiam na real e que essa corja saia do cenário político brasileiro de uma vez por todas.
A democracia brasileira precisa de gente muito… muito melhor.
A produtora nega o recebimento da grana. O Flávio diz que a grana foi paga. O destino: empresa no Texas que pertence ao advogado do Bananinha. Os caras passaram a perna no banqueiro. Esse país é sensacional.
Sabem aquela ladainha de "o dia tem as mesmas 24 horas pra todo mundo"?
Então, basta assistir aos 35 segundos desse vídeo para NUNCA MAIS FALAR EM MERITOCRACIA.
Saudades de receber uma ligação no telefone fixo e ser o garoto que eu dei o número no intervalo da aula.
Saudades de ir na casa dos amigos no fim de semana, encontrar todo mundo na sala ou na calçada e dar risada das últimas fofocas como se aquilo fosse o assunto mais importante do mundo.
Saudades de esperar a música preferida tocar no rádio para apertar “rec” na fita cassete, torcendo para o locutor não falar em cima.
Saudades de rebobinar a fita com a caneta Bic quando o toca-fitas engolia a música.
Saudades de alugar um filme na sexta-feira à noite e sentir que aquilo já era o grande programa do fim de semana.
Saudades de ficar horas na locadora escolhendo capa por capa como se estivesse decidindo o destino da própria vida.
Saudades de bater na porta do amigo sem avisar antes, porque ninguém precisava mandar mensagem perguntando se podia ir.
Saudades de voltar da escola a pé, com a mochila nas costas e a cabeça cheia de histórias que só existiam naquele caminho.
Saudades de escrever bilhetinho dobrado em quatro partes e passar discretamente durante a aula.
Saudades de gravar músicas da rádio para fazer “a fita” de alguém especial, achando que aquilo era praticamente uma declaração de amor.
Saudades de esperar a foto revelar e descobrir dias depois se tinha ficado boa ou se todo mundo tinha saído com o olho fechado.
Saudades de quando a gente não tinha tanta pressa de crescer e, mesmo assim, parecia viver muito mais.
Saudades de quando o mundo era menor, mais barulhento de risadas… e menos silencioso de gente olhando para uma tela.
Quantas saudades!! 🥹🥹🥹🥰🥰🥰
Está tudo muito estranho no Brasil.
Metade do país prefere o retorno de quem fez o desemprego e inflação subir só para tirar quem fez esses índices baixarem.
Essa mesma metade do país quer a volta da fila do osso só para tirar do poder quem reduziu a desigualdade e levou o Brasil ao menor índice de desemprego da história.
Dá para acreditar que metade do país prefere tirar do poder quem quer acabar com a escala 6x1 para trazer de volta quem tirou os seus direitos trabalhistas? Como essa metade do país está insatisfeita com quem zerou o imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil e trazer de volta quem tinha um governo com o ministro que reclamava de empregada doméstica na Disney?
Tem algo muito estranho nesse país!
The world, Europe, and Spain have faced this critical moment before. In 2003, a few irresponsible leaders dragged us into an illegal war in the Middle East that brought nothing but insecurity and pain.
Our response then must be our response now:
NO to violations of international law.
NO to the illusion that we can solve the world’s problems with bombs.
NO to repeating the mistakes of the past.
NO TO WAR.
https://t.co/KpRjBfwY4B
A grande mídia não é inocente, até mesmo os verbos e adjetivos selecionados para compor uma manchete são selecionados de forma a moldar sua percepção sobre o mundo. Com esse trabalho, a mídia é capaz, também, de legitimar ações e construir identidades, como ocorre no caso do histórico conflito entre Israel e Irã. Análises demonstram que a linguagem utilizada influencia diretamente quem é percebido como agressor ou defensor; racional ou impulsivo; legítimo ou provocador.
Na cobertura da mídia ocidental dos recentes episódios do conflito entre Israel e Irã, é possível observar um padrão recorrente: as ações israelenses costumam ser descritas com verbos ativos e diretos ("Israel ataca", "Israel atinge" e são acompanhadas de adjetivos que sugerem precisão, controle e defesa, como "preciso", "direcionado" e "defensivo". Esse enquadramento projeta a imagem de uma ação deliberada, racional e justificável.
Em contraste, as ações atribuídas ao Irã aparecem associadas, com frequência, a verbos e qualificativos que evocam desordem e agressividade: "bombardear", "desencadear", "hostil", "provocativo", ou são formuladas de modo a reduzir sua agência. O resultado é um enquadramento que apresenta o Irã como reativo, impulsivo, intrinsecamente ameaçador e um ator a não ser confiado.
Essa assimetria não se limita à escolha das palavras, se estendendo ao contexto oferecido pelas matérias. O uso recorrente de termos como "retaliação" ou a ênfase em "ameaça iraniana" tende a enquadrar as ações de Israel como sendo necessárias e defensivas, enquanto as causas, motivações ou antecedentes das ações iranianas são frequentemente omitidas ou tratadas de forma superficial.
Estudos sobre media framing indicam que diferentes veículos priorizam enquadramentos distintos conforme suas linhas editoriais e alinhamentos geopolíticos. Alguns enfatizam "escalada" e "tensão"; outros, "responsabilidade" e "legitimidade moral", quase sempre de forma desigual entre os atores envolvidos, dando razão a Israel. Esses padrões não apenas refletem posições políticas, como também as reforçam.
A análise do discurso demonstra que elementos como voz verbal, seleção lexical e estrutura narrativa afetam de maneira mensurável a forma como conflitos são compreendidos pelo público. Uma mesma ação pode ser percebida como defensiva ou agressiva apenas pela forma como é narrada, especialmente quando esse enquadramento é repetido de modo consistente.
Por isso, é essencial cautela ao ler e compartilhar textos sobre aqueles que não são os queridinhos da grande mídia. A linguagem não descreve apenas a realidade, sendo uma ferramenta de construção da mesma. Desenvolver um olhar crítico sobre coisas tão fundamentais como verbos, adjetivos, omissões e enquadramentos é essencial para não absorver interpretações simplificadas ou enviesadas de eventos complexos e repletos de nuances, nos quais interesses políticos, econômicos e ideológicos influenciam diretamente a produção das notícias.
Referências:
CHRISTENSON, Scott. How Verbs & Adjectives Frame the Israel-Iran Conflict. 15 jun. 2025.
ALIM, Syahirul; EFFENDI, Yusli; WAHYUDI, Agus. Framing The Iran-Israel Conflict: A Comparative Analysis of Al-Jazeera and BBC News Coverage in April 2024. Journal of Islamic Civilization, 6(2), 166–180, 3 fev. 2025.
SALSABILA, Nada. Language Bias on Tweets among Different Groups over Israel-Iran Conflict. 3 ago. 2024.
⚠️CARTA ABERTA À @GloboNews
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Transparência não é detalhe. É princípio básico de ética jornalística.
Quando a GloboNews apresenta @AndreLajst André Lajst apenas como “cientista político especialista em Oriente Médio”, omite do público uma informação essencial: ele é dirigente e representante de uma das mais atuantes organizações pró-Israel no Brasil. A @StandWithUs
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O Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros @fenajoficial é claro ao afirmar que a informação deve ser precisa, contextualizada e transparente sobre interesses envolvidos. Esconder vínculos institucionais relevantes não é neutralidade — é desinformação por omissão.
O telespectador tem o direito de saber quem fala, de onde fala e a serviço de quais posições fala.
Pluralidade exige honestidade editorial.
Sem transparência, não há credibilidade.
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Collab @TooTiredTiago
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#éticajornalística #freepalestine🇵🇸 #direitointernacional @tvglobo
Enfim, desde sábado que venho "dialogando" com "meu" oficial e questionando as análises. Centenas de páginas e cenários produzidos. Bem interessante o desenrolar...
Na tentativa de ter análises mais plurais da guerra no Oriente Médio, criei um chat com Gemini , nomeando-o como um analista de alto nível e estrategista militar com vasta experiência em conflitos e guerras. Segue o fio ...
Pedi que produzisse relatórios de inteligências para uma mesa de crise, analisando os vários cenários e fatos que estão sendo veiculados. Pedi respostas com base em fontes oficiais e independentes validadas.
Muitas análises interessantes. Segue o fio...
3. Dissuasão por Demonstração (Show of Force)
Quando o Irã lança mísseis contra alvos na Síria ou no Paquistão (como ocorreu em 2024 e se repetiu em escalas menores desde então), o alvo real não são os grupos militantes locais, mas os analistas em Tel Aviv e Washington.
A 1ª análise logo quando se instalou o conflito: É fundamental compreender que, na visão de Estado do Irã, a guerra contra Israel já está em curso, mas em uma dimensão diferente da guerra convencional...
Hezbollah (Líbano), Houthis (Iêmen) e Milícias na Síria/Iraque: Eles funcionam como o 1⁰ escalão de ataque.
(Aqui um comentário: essas milícias entraram num 2⁰ momento do conflito, com notícias de que começaram a atacar ontem)
2. A Assimetria e o Uso de "Proxies"
Atacar Israel diretamente de forma massiva acionaria o Artigo 5 da OTAN (extraoficialmente) e a retaliação nuclear israelense. Por isso, o Irã utiliza o seu "Eixo de Resistência":
O Objetivo: Demonstrar que qualquer país que sirva de plataforma para operações da CIA ou do Mossad sofrerá represálias diretas. É uma mensagem de dissuasão para os vizinhos: "Não permitam que nossos inimigos usem seu solo".