What does fasting on Yom Kippur achieve?
That even our physical bodies can feel the precious closeness of this day.
Yom Kippur is such a holy day, the body receives life from fasting.
Rosh Hashanah signifies the beginning of change. It involves undergoing an introspection of our attitude in the previous year in relation to the attitude of bestowal and love that exists among us in our root and goal state—a state of connection.
https://t.co/OsljHZ5SBG
O texto a seguir é de 22 de Junho de 2016. Um dos muitos perdidos nos arquivos do meu Facebook a respeito da ascensão do então deputado Jair Bolsonaro.
Teve, na época, umas duas mil curtidas, uns mil compartilhamentos e algumas centenas de comentários. Como ilustração, utilizava essa mesma foto aí.
Lembrei dele por razões óbvias: e também por ver a hashtag nele mencionada neste momento nos trends do Twitter.
Sete anos depois, é uma curiosidade.
Ou um pouco mais que isso.
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Pouco mais de um ano atrás, o PT lançou, após o seu congresso nacional, um documento intitulado "Caderno de Teses - um partido para tempos de guerra". Trata-se de um apanhado quilométrico de proposições totalitárias, feito para guiar as ações e pautar o discurso de sua militância; um lixo, expondo como nunca a face real dessa gangue que pensa que o país - e tudo que há nele - lhe pertence.
Muito já se comentou sobre o documento e para quem tiver curiosidade, a porcaria está ao alcance de um clique no Google; preparem os saquinhos para vômito.
Mas um tópico em especial do documento chamou a atenção desde sua publicação: o PT lista como OBJETIVO a cassação, entre quinhentos e noventa e quatro parlamentares em exercício, do mandato de UM deles.
Não menciona sequer uma razão para isso: apenas a tem como META.
Não: não se trata de seu grande desafeto dos últimos tempos, Eduardo Cunha; muito menos do senador Aécio Neves ou outro tucano: trata-se do deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ).
Por que seria tão absolutamente fundamental para um partido poderoso, então em seu quarto mandato à frente da Presidência da República, cassar um deputado de um pequeno partido, a ponto de conceder-lhe essa honraria ao contrário?
Os esquerdistas mais empedernidos e petistas comedores de alfafa certamente acreditam que as razões são evidentes: afinal, Bolsonaro "defende a ditadura", é "homofóbico", "machista", "misógino", "racista" - e todo rosário de baboseiras e clichês ideológicos que estamos fartos de ouvir.
É muita ingenuidade.
O PT - assim como a quase totalidade do status quo político, midiático e intelectual brasileiro - tem MEDO do parlamentar do Rio de Janeiro por enxergar nele uma das poucas vozes capazes de quebrar a hegemonia do pensamento esquerdista e de suas múltiplas agendas; além de seu crescente potencial eleitoral, que o credencia a ser candidato à Presidência da República.
Ao acatar a denúncia e transformar o deputado em réu em ação penal por suposta "apologia ao estupro", o STF inverteu a lógica e ignorou o contexto em que se deu a conhecidíssima discussão com a denunciante, a deputada gaúcha Maria do Rosário - e creio que, sobre isso, nem seja necessária mais nenhuma explicação: qualquer pessoa neste país sabe que Bolsonaro é notório por suas posições duras, até mesmo radicais, contra criminosos, muito especialmente estupradores.
A história toda é tão surreal, que não é demais imaginar que todo o alvoroço midiático a respeito do ainda nebuloso caso de estupro coletivo ocorrido há algumas semanas, pode muito bem ter sido motivado pela proximidade da decisão do STF proferida hoje.
Ao lembrar do "Caderno de Teses" do PT, eu - que não sou "fã" do deputado Bolsonaro - não duvido disso.
Você pode não gostar do Jair Bolsonaro. Pode considerá-lo um sujeito bronco, histriônico, sem traquejo político, desastrado e com uma notória capacidade de se auto sabotar. Tudo bem, é compreensível.
Você pode achar que o Jair Bolsonaro não tem o mínimo preparo para presidir este país: eu também entendo. Afinal, o faria com que bases políticas? Quem daria sustentação ao um eventual governo dele? O que pensa Jair Bolsonaro sobre economia, por exemplo? Alguém sabe? Se a grande qualidade dele é o fato de combater as hipocrisias da esquerda, que me desculpem: aqui no meu Facebook sou capaz de listar umas vinte pessoas mais capacitadas para esse fim.
Você pode não suportar os admiradores (e possíveis eleitores) do deputado Jair Bolsonaro. Sim, eu também compreendo: em grande parte são umas pessoas fanáticas, carentes de líderes, que o veem como super-herói, que não suportam críticas mesmo que pontuais e que, não raro, ao menor indício de avaliação negativa de algum ato ou palavra dele, já aparecem em enxame, com dedos em riste, querendo calar o autor da "heresia". Já disse por aí - e já levei muita paulada por ter dito - que bolsonaristas estão se transformando em lulistas de direita.
Porém, mesmo com tudo isso pesando contra o sujeito, se você é capaz de ler o momento político brasileiro e o que surge no horizonte daqui até Outubro de 2018, sabe que a candidatura dele, ainda que com poucas chances de êxito, é o único fator capaz de embaralhar as cartas, marcadas há mais de duas décadas:
Lula (se estiver vivo e não estiver preso) será candidato; se não o for, uma falange de trastes, incluindo PT, PCdoB e PSOL deve se aglutinar em torno de uma única candidatura;
o PSDB vem aí, agora com o apoio do PMDB (o mesmo PMDB, dos mesmos caciques que viabilizaram o projeto de poder do PT enquanto isso lhes foi favorável);
e vem aí também, como um vento da floresta que sopra pontualmente a cada quatro anos - e dessa vez com chances reais de vitória -, Marina Silva, com a sua conversa mole pra boi dormir, como sempre se dizendo "a diferente".
Ou seja: no fim das contas, o MESMO filme tedioso que já vimos diversas vezes, variações do mesmo tema e da mesma concepção de governo e de país.
Jair Bolsonaro poderá ser a primeira candidatura assumidamente de DIREITA desde a volta das eleições presidenciais em 1989. Pode mudar radicalmente o teor dos debates, incluindo temas e visões ausentes do cenário político nacional. Tem muitos admiradores entre os jovens. Até 2018 pode se cercar de assessores competentes e fazer boas alianças. Pode dar voz a uma parcela enorme da população, que não se sente representada por nenhum dos matizes esquerdistas que se apresentam. Pode, no mínimo, ser uma pedra nos sapatos dos demais jogadores e fazer a eleição se tornar imprevisível.
É esse o grande temor, capaz de fazer com que TODOS - petistas, tucanos, marinistas - façam tudo o que lhes estiver ao alcance para vê-lo fora do jogo.
Com o auxílio de uma Suprema Corte politizada até a medula, podem conseguir; ou não: caso se dê o justo e os flácidos argumentos de acusação sejam derrubados à frente, o tiro pode sair pela culatra e a representatividade do parlamentar fluminense, bem como seu cacife eleitoral, podem crescer ainda mais.
Espontaneamente, #SomosTodosBolsonaro - uma irônica apropriação do modelo de hashtag sempre utilizada pela militância de esquerda em defesa de algo ou alguém vitimizado - chegou ao topo dos trending topics nacionais no Twitter esta noite.
Mais adiante chegará o momento em que a barulhenta militância do deputado, que enche aeroportos em todo Brasil para recebê-lo, deverá levar sua defesa para as ruas.
E cabe a todos que combatemos a visão esquerdista de governo e de país - diversas nuances da mesma cor, que no fim dão sempre o mesmo resultado e que levaram o Brasil a um dos piores momentos de sua história -, a defesa do mandato do deputado Bolsonaro - inclusive tornando-a pauta das manifestações pelo impeachment que acontecerão no próximo mês.
Canhotos podem ter urticárias só de passar os olhos por esta frase, mas é fato: neste momento, defender Jair Bolsonaro é defender a DEMOCRACIA.
Um abraço para o gênio da tecnologia @elonmusk . Maravilhosa decisão de limitar as asneiras que sou obrigado a ler de Jestores aqui na Fintwit. Assim evito gastar meu réu primário. 🙏🏻
A mensagem é: quem ousar duvidar ou criticar o sistema eleitoral será potencialmente perseguido como “inimigo da democracia”.
Não há previsão alguma sobre este “crime” na Constituição Federal.
#NãoVouSerCalado | Pavinatto: "Você sabe o que é Justiça? Se você sabe ou não sabe, se tem uma vaga ideia, se acha que sabe, mas não sabe dizer em palavras, reflita comigo [...] É um valor universal que vai além deste mundo, a Justiça nos informa a existência da Razão e, por isso, a Justiça é aquilo que atesta uma situação de equilíbrio e respeito entre tudo o que existe no universo"
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#JovemPan #Democracia