Estive na Europa na semana passada, justamente quando os Estados Unidos completavam 250 anos.
E a comparação é inevitável.
Dois mundos no mesmo momento.
O relatório de competitividade da União Europeia, elaborado por Mario Draghi — ex-presidente do Banco Central Europeu — traz um dado que deveria envergonhar qualquer líder europeu:
Nenhuma empresa europeia avaliada em mais de 100 bilhões de euros foi criada do zero nos últimos 50 anos.
Nenhuma.
No mesmo período, os Estados Unidos criaram do zero seis empresas avaliadas em mais de um trilhão de dólares.
A diferença não é sorte. Não é geografia. Não é cultura.
É liberdade econômica. É menos regulação. É mercado funcionando. É capital de risco num ambiente que permite errar, recomeçar e vencer.
Isso não aconteceu por acaso.
A América apostou em liberdade econômica, capital de risco, propriedade privada, competição, escala e tolerância ao fracasso. A Europa, muitas vezes, preferiu regular antes de criar, tributar antes de crescer e desconfiar antes de inovar.
O resultado está aí: um lado cria empresas globais; o outro cria relatórios explicando por que ficou para trás.
E o Brasil?
O Brasil deveria estar aprendendo com quem cria prosperidade.
Enquanto o mundo debate como recuperar competitividade, o presidente Lula passou a semana criticando a prosperidade americana. Chamou o modelo dos EUA de concentrador, desigual e injusto — no exato momento em que esse modelo completava 250 anos produzindo a maior geração de riqueza, inovação e oportunidade da história humana.
Vale repetir:
Nenhuma empresa europeia de mais de 100 bilhões criada em 50 anos.
Seis empresas trilionárias do mundo criadas nos EUA nesse mesmo período.
E o Brasil tem um presidente que critica quem vence — em vez de aprender com quem vence.
Isso não é política econômica.
É ressentimento com diploma.
A pergunta verdadeira é outra: por que o Brasil, com seu talento, seu agro, sua energia, seus empreendedores e seu mercado, ainda cria tão pouca riqueza em escala global?
O problema não é existir Elon Musk.
O problema é o Brasil não conseguir criar os seus.
Prosperidade não nasce atacando quem constrói.
Nasce quando se deixa construir.
#America250 #UniãoEuropéia #Brasil #liberdadeeconômica
Vamos detonar o sistema!
Nossa pré-candidatura a deputada federal por São Paulo não pertence aos poderosos de Brasília. Ela pertence a quem trabalha, empreende, paga impostos e está indignado por sustentar um Estado cada vez maior, que cria dependentes; um Judiciário que ultrapassa seus limites e gera insegurança jurídica e impunidade; e uma criminalidade que faz milhões de brasileiros viverem com medo, enquanto os bandidos seguem impunes.
Basta disso tudo. Entre no link da minha vaquinha:
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Eu vivi pra ver o Estado Brasileiro emitir nota velada em defesa de facção criminosa.
Mas também, o que esperar do pinguço de faixa presidencial que acha normal você ter seu "telefone roubado por que o ladrão quer tomar uma cervejinha"?
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📝 Nota do Governo do Brasil
O Brasil é uma nação soberana que tem travado combate permanente contra o Primeiro Comando da Capital (PCC), o Comando Vermelho (CV) e as demais facções e milícias que praticam o terrorismo nos territórios em que vivem milhões de famílias. Enfrentar essas organizações criminosas com firmeza é, e continuará sendo, prioridade do Estado brasileiro.
O terror causado por essas organizações em comunidades busca obter lucro através do crime, especialmente pelo tráfico de drogas e armas, e não pode ser confundido com o tipo de ação por motivos ideológicos, políticos e religiosos do terrorismo internacional.
A segurança da nossa população é importante demais para ser manipulada politicamente por traidores que tentam confundir esses conceitos. Por falsos patriotas, envolvidos com o crime organizado, que pedem a autoridades estrangeiras a interferência em assuntos brasileiros.
É deplorável que mais uma vez integrantes da família Bolsonaro viajem aos Estados Unidos para defender intervenção estrangeira no Brasil, como já fizeram no tarifaço, que causou tantos danos ao nosso país.
Aprovamos recentemente uma lei de combate às facções e milícias com penas que chegam a até 80 anos de prisão – a maior prevista em toda a legislação brasileira. O Governo do Brasil conduz o programa “Brasil contra o Crime Organizado”, que combate as facções e milícias desde o seu braço armado nas esquinas até o seu andar de cima.
O crime organizado não respeita fronteiras e seu combate exige ação conjunta. Construímos, ao longo de décadas, parcerias com vários países, inclusive com os Estados Unidos. O Brasil apresentou em 16 de abril deste ano, ao Departamento de Estado dos EUA, uma proposta focada na inteligência e na cooperação internacional que inclui ampliação dos controles sobre a lavagem de dinheiro praticada no exterior e sobre o tráfico de armas enviadas ao Brasil.
Qualquer colaboração internacional para o combate às facções será bem-vinda. Seguimos dispostos a construir soluções conjuntas benéficas aos países envolvidos. Mas não aceitaremos o uso de medidas arbitrárias vindas do estrangeiro como pretexto para atacar a nossa soberania e a nossa economia.
Medidas unilaterais, não negociadas, podem enfraquecer o combate aos criminosos e gerar ações que colocam em risco a vida das pessoas que nada têm a ver com o crime. Podem reduzir a capacidade de compartilhamento de informações entre as polícias. Podem afetar nosso sistema financeiro e inovações nacionais como o PIX, que incomodam interesses estrangeiros.
Em resumo, trata-se de possível retrocesso no combate ao crime, risco à vida das pessoas e prejuízos econômicos ao país.
A soberania nacional é inegociável. O Brasil rejeita qualquer forma de interferência externa em seus assuntos internos. Quem define como o crime é classificado e combatido dentro do Brasil são os brasileiros, com suas instituições, suas leis e suas forças de segurança.
Essa papagaiada toda para anunciar um bocado de frouxo, que tá torcendo para o Neymar ir junto para aliviar a pressão deles?
Se passar da 1ª fase é lucro...
A @CBF_Futebol aprendeu direitinho com a @Nike e fez o evento mais imbecil possível para a convocação.
Bastava um microfone e o Ancelotti, mais nada. Mas sempre tem um "gênio" que acha que precisa ser feito mais.
Parabéns aos envolvidos nessa bizarrice.
Já dizia o @lucaspoleseES, o Contarato é o maior estelionatário eleitoral do ES.
O cara se vendeu como candidato contra corrupção para se eleger e hoje vai votar a favor do "Bessias" pra ministro do STF.
O capixaba nunca foi tão feito de otário...
🚨URGENTE: Morador é abordado pela PF após colocar faixa chamando Lula de “l4drã0” em Presidente Prudente
Um pequeno empresário de Presidente Prudente (SP) foi alvo de abordagem da Polícia Federal após exibir na sacada de seu apartamento uma faixa com a palavra “ladrão” em referência ao presidente Lula, pouco antes de uma visita oficial à cidade. Segundo o relato, agentes teriam ido ao local e solicitado a retirada do material, alegando que a manifestação poderia causar tensão durante o evento presidencial.