Professor, escritor, economista.
Pós-Doutor em História UFF,
Doutor em Economia do Desenvolvimento UFRGS,
Mestre em Economia PUC/RS,
MBA Gestão Empresarial FGV
Fico muito grato do meu livro ser considerado uma das cinco grandes obras do período pelo site UOL: "Este livro é um dos maiores materiais de consulta e referencial histórico."
E o Flávio defendendo o Trump taxar o Brasil e culpando o Lula, hein?
"Quem está sendo retaliado não são as empresas, é o próprio Lula." — Janja, é você?
"O Trump toma essa medida (Taxação) porque olha pro Lula e vê uma pessoa inconfiável, uma pessoa incompetente, uma pessoa que é suspeita de ter algum interesse em defender facções criminosas como CV e PCC."
A aprovação do fim da escala 6x1 com redução de jornada e sem redução de salário, pela Câmara, é uma conquista histórica e civilizatória.
Um compromisso assumido pelo Governo do Brasil.
Mais do que horas no relógio, estamos devolvendo aos trabalhadores e trabalhadoras o direito ao convívio com a família. Ao descanso. À vida além do trabalho. As duas folgas semanais significam mais tempo para estudar, se divertir, cuidar da saúde e ver os filhos crescerem.
É uma vitória sobretudo das mulheres que, historicamente e injustamente, enfrentam jornada superior, desigual. Uma medida que só foi possível graças à imensa mobilização da sociedade.
Agradeço ao presidente Hugo Motta e também o apoio decisivo dos parlamentares que construíram ampla maioria na Câmara.
A proposta agora segue para o Senado. Seguiremos trabalhando intensamente pela sua aprovação definitiva.
@rickazzevedo Aqui do RS tem 14 deputados criminosos envolvidos, inclusive o propositor Deputados gaúchos querem aumentar Jornada de Trabalho para 52 Horas Semanais e acabar com direitos trabalhistas https://t.co/SCaQSOGGk6
É uma vergonha o líder do PDT, @mario_heringer assinar uma emenda que coloca uma transição de DEZ ANOS para o Fim da Escala 6x1, autoriza acordos individuais prevalecendo sobre a legislação e exclui inúmeras categorias da redução da jornada. A emenda permite jornadas de até 52 horas. É INACEITÁVEL que o líder do Partido Democrático TRABALHISTA na Câmara Federal seja CONTRA O TRABALHADOR!
Amanhã mesmo irei oficiar o presidente Carlos Lupi pedindo que o partido feche questão CONTRA essa emenda e APOIE INTEGRALMENTE a proposta de redução de jornada sem redução de salários com o FIM DA ESCALA 6x1!
Por anos, o clã Bolsonaro enfrentou denúncias pesadíssimas no mundo real. Investigações sobre ligações com milícias cariocas, esquemas de rachadinhas e intimidade com personagens do chamado “Escritório do Crime” sempre estiveram nas manchetes.
Porém, para o eleitorado fiel, tudo isso virava apenas “ruído” ou perseguição política. O impacto prático dessas denúncias na base parecia zero.
Mas bastou o vazamento de um áudio pelo The Intercept — onde o senador Flávio Bolsonaro cobra intimamente o banqueiro Daniel Vorcaro para salvar o financiamento de um filme biográfico sobre seu pai — para provocar uma crise sem precedentes e enterrar seus planos presidenciais.
Aí fica a grande ironia: por que os bastidores de um filme machucam mais uma força política do que anos de denúncias criminais graves?
O calcanhar de Aquiles do “Mito”
As denúncias de rua (como o envolvimento com milícias e crime organizado) são graves, mas costumam ser abstratas para o grande público ou acabam filtradas pela paixão ideológica.
Já o escândalo do filme ataca o verdadeiro motor do bolsonarismo: a sua narrativa.
Ao ouvir o senador conversando em tom de “parça” (“mermão”, “irmão”) com um banqueiro envolvido em fraudes bilionárias na Faria Lima, a máscara cai.
O eleitor descobre que a máquina de criar o “mito” custa caro e depende de acertos de bastidores que contradizem o discurso de moralidade e patriotismo.
O feitiço virou contra o feiticeiro. O herói não foi derrotado pelo código penal, mas sim desmistificado no próprio terreno onde nasceu: o espetáculo midiático.
A armadilha do ecossistema digital
Essa reviravolta ilustra perfeitamente o conceito de Media Life (Vida Midiática). Hoje, nós não apenas usamos as redes e a mídia; nós vivemos dentro delas. A barreira entre o mundo real e o virtual sumiu.
No passado, a política acontecia fora da TV e do jornal, e os meios de comunicação apenas transmitiam o fato. Hoje, um áudio vazado no WhatsApp ou um corte de entrevista não são a repercussão da política — eles são a própria política.
Como o debate público agora acontece 100% dentro desse ambiente digital, o julgamento das massas deixou de ser jurídico e passou a ser estético e moral.
No tribunal dos cliques, o pior deslize não é um processo na Justiça, mas sim o colapso da própria imagem.
O grupo político que subiu ao poder dominando as redes sociais agora prova do próprio veneno.
Na era da política-conteúdo, a reputação digital parece ser o único ativo que importa. E ela pode ser desfeita na velocidade de um áudio vazado.
Sugiro a leitura do Arigo do CINEGNOSE a seguir:
Vorcaro e o financiamento de ‘Dark Horse’: ironias midiáticas do “crime de narrativa“
Vamos entender uma coisa, brasileiro?
O empresário não "dá empregos". O empresário contrata o teu TRABALHO pra ter LUCRO. Isso não é uma relação de caridade, uma ação bondosa. Se você não gerar LUCRO pra ele, ou seja, render mais do que ele te paga, tu te torna desempregado.
Porchat gravou vídeo para agradecer ao prêmio concedido pela Alerj de pessoa non grata no Rio de Janeiro, isso vale mais que um Oscar. Parabéns, Porchat.
A quem serve politizar uma decisão da Anvisa? Nós já vimos esse filme e sabemos que ele não acaba bem.
Até quando a Saúde Pública vai ser objeto de campanhas de desinformação com fins eleitoreiros?
Proteja sua família, não vire as costas para ciência.
E o triplex do Ciro Nogueira, nenhum pio da direita? O senador pagou 22 milhões de reais num apartamento de mais de 500 m2 meses após virar sócio do banqueiro mafioso Daniel Vorcaro e 26 dias antes de apresentar a famosa emenda Master.