the influence, infrastructure, & acceleration that came from this specific scene have defined culture and will continue to do so until the 2030s at least.
this specific scene is responsible for how we view music, art, and consumerism today. probably the biggest shift since the Enlightenment + Modern Art movements.
Madonna: Cheguei
Like a Virgin: Rainha do pop
True Blue: Artista
Like a Prayer: Vim pra incomodar
Erotica: Gays! Gays! Gays!
Bedtime: Triste com Tesão
Ray of Light: Ajoelhou vai ter que rezar
Music: Agachamentos (muitos)
American Life: Não vim pra agradar
Confessios 1: Agradei
Hard Candy: É isso que os jovens tão ouvindo
MDNA: Aloka
Rebel Heart: Aloka 2
Madame X: Não vim pra agradar 2
Confessions 2: Agradei e muito
Julho, 1983 – Madonna performa no rooftop da Danceteria, clube noturno que dá o nome em uma música do Confessions II. A Danceteria foi referência na cultura da noite underground de NY no início dos anos 80. Na letra, Madonna cita alguns personagens daquela cena noturna. Bora saber quem são essas pessoas.+
MARIPOL – estilista e designer de moda da Fiorucci no início dos anos 80. Madonna a conheceu na Noite ao elogiar sua roupa. Viraram amigas e Maripol começou a produzir os adereços de Madonna. Da fase inicial ao estouro de Like a Virgin, todo aquele visual tem o dedo de Maripol: As pulseiras, as tachinhas, os braceletes, o cinto BOY TOY, os crucifixos, grampos, laços, e tudo o mais .
SHAFRAZI – iraniano, se mudou para Nova York nos anos 60. Galerista, ajudou a impulsionar os jovens artistas citados na letra de Danceteria. Madonna costumava ir ver os trabalhos desses artistas expostos em sua galeria e o encontrava no Danceteria. Nos anos 70, pichou a pintura Guernica, de Picasso, em pleno MOMA, com a frase MATEM TODAS AS MENTIRAS, em protesto á soltura de um militar americano envolvido na guerra do Vietnã. Quando um policial o agarrou, ele gritou: “chamem o curador, eu sou um artista” . Corajoso, o rapaz.
@DameleLucas Hablo de política porque quiero y puedo, vivimos en democracia y mi realidad no tiene absolutamente nada que ver con la realidad que está viviendo la mayoría de la población Argentina. Tengo empatía y me informo, es mi punto de vista +
Confessions II de Madonna refleja ser mujer, avanzar en edad y masterizar un arte. Solo con el tiempo y la madurez se adquiere altura artística. El mundo, sin embargo, castiga a las mujeres por envejecer, por ser grandes más allá de ser objeto erótico asociado a lo joven.
Me parece INTERESANTE el lugar de la pista de baile como un "lugar no superficial" y querer hablar de algo (confesión) en el último de Madonna, porque queda la ambivalencia de qué es eso más "profundo" o si no lo hay, o si la distinción no importa
Les invito a ver "Becoming Madonna", entender cómo la estrella se hizo también en la revolución de la educación sexual, la lucha política que emprendió con la consciencia ante la epidemia del sida. La manera en que siempre ha leído el espíritu de la época.