Na Holanda, dois jovens foram condenados a seis meses de prisão efectiva por terem projectado numa ponte, em Roterdão, a frase “vidas brancas importam”.
É racial, o objectivo final é substituir os brancos e impedir a reação. Muitos, inclusive “nacionalistas” cívicos do Chega, só o compreenderão quando o tsunami chegar ao seu quintal. E chegará.
Como Portugal Salvou a Europa.
O ano era 622 d.C. Maomé deixa Meca para Medina, iniciando oficialmente o calendário islâmico. Após sua morte, em 632, os exércitos árabes iniciam um processo de expansão veloz. Em poucas décadas conquistaram o Oriente Médio, avançaram por toda a costa do Norte da África e, em 711, atravessaram o Estreito de Gibraltar, iniciando a conquista da Península Ibérica. Em menos de dez anos, quase toda a região estava sob domínio muçulmano.
Jerusalém havia sido tomada em 638, mataram, peserguiram, impuseram impostos (jizya) e restrições aos cristãos. Destruiram locais sagrados e proibiam visitas.
Após quase cinco séculos de presença islâmica, a Europa reagiu. Em 1095, no Concílio de Clermont, o Papa Urbano II convocou a Primeira Cruzada para recuperar Jerusalém e defender os cristãos do Oriente. Nesse período surgem os Templários, e se fortalece o processo que levaria à formação dos reinos cristãos modernos, entre eles Portugal.
A tensão entre cristandade e islamismo tornou-se uma constante até os dias atuais, marcada por batalhas, reconquistas e resistência cultural.
No século XIV, porém, a Europa sofreu: a Peste Negra (1347–1351), que matou quase metade da população do continente. Nesse cenário fragilizado, crescia o temor do avanço do Império Otomano, que se expandia pelos Bálcãs e ameaçava o controle europeu do Mediterrâneo, então a principal rota comercial entre Ocidente e Oriente.
Portugal, entretanto, não se abalou. Em 1415, sob o comando do rei D. João I, conquistaram Ceuta, um importante entreposto muçulmano no Estreito de Gibraltar, que servia como base de corsários e como ponto estratégico do comércio norte-africano. A conquista não tinha a importância econômica dos grandes portos mediterrâneos, mas representou um grande marco militar.
Então chegou o acontecimento mais temido pelos europeus: a queda de Constantinopla em 1453. O Império Otomano, sob Mehmet II, destruiu as muralhas da última grande capital romana e colocou fim ao mundo bizantino, instalando-se como potência dominante no Leste do Mediterrâneo. A Europa entrou em crise: rotas comerciais foram interrompidas, os preços subiram, e a ameaça otomana parecia irreversível.
Mas Portugal não permaneceu imóvel.
Os infantes D. Henrique e D. Pedro impulsionaram a exploração atlântica e a busca por uma nova rota para as Índias, contornando a África pelo Cabo da Boa esperança, uma alternativa segura ao controle muçulmano no Mediterrâneo. Após décadas de expedições, em 1498, Vasco da Gama alcançou finalmente a Índia por mar.
Mas os reinos muçulmanos do Índico não viram com bons olhos a chegada cristã. Frotas árabes, egípcias e aliadas ao sultanato de Guzerate tentaram impedir o estabelecimento português na região.
Foi um erro fatal.
Em 1509, na Batalha de Diu, o vice-rei português Francisco de Almeida, com apenas 18 navios, enfrentou e destruiu completamente a coalizão naval muçulmana, de 217 navios, composta por egípcios mamelucos, guzerates, turcos e otomanos. A vitória portuguesa deu início à hegemonia europeia no Oceano Índico e marcou o declínio da influência naval islâmica no Oriente.
A partir dali, o Império Otomano nunca mais teria condições de dominar as rotas globais de comércio e continuar sua dominação mundial.
A Europa se reergueu, em grande parte graças à ousadia marítima de Portugal. Um País pequeno, com poucos recursos e com pouco mais de 1 milhão de habitantes.
🚨 CHOCANTE: Afonso Gonçalves AGREDIDO por elementos da campanha de Gouveia e Melo quando tentava questionar o almirante sobre a imigração.
👉🏻 Partilhem para expor a podridão de uma campanha que não quer saber das preocupações do povo Portuguez
Imagina isto:
Um agente da PSP. Um homem que jurou defender a lei.
Raptado à mão armada num banco.
Os bandidos, obrigam-no a levantar dinheiro no multibanco, sequestram-no, levam-no a casa e começam a limpar-lhe tudo o que tem.
Ele luta pela vida.
Agarra a arma.
E abate um dos assaltantes.
Instinto básico de sobrevivência. Legítima defesa pura.
E o que faz o Estado?
Condena-o a 14 anos de prisão por “homicídio”.
E obriga-o a pagar 40 mil euros à família do criminoso.
Agora, a melhor parte:
O tribunal “entendeu” que não havia necessidade de matar o bandido.
Claro.
Porque quando estás sequestrado, ameaçado, encostado a uma arma, devias lembrar-te das manobras do Jackie Chan.
Ou então dar um tiro na perna, com a calma e precisão de um sniper de Hollywood.
É este o nível de surrealismo.
É esta a distância entre quem julga e quem vive a realidade.
É esta a arrogância de um sistema que exige que a vítima seja mais responsável que o agressor.
O tribunal viu o bandido como vítima.
E o PSP como monstro.
O Estado que promete proteger-nos faz o contrário:
Protege os lobos e devora os pastores.
Radical?
Não.
Radical é esperar que um homem ameaçado à mão armada pense primeiro no bem-estar do raptor.
Numa guerra entre 🇵🇹 e o país de origem, os imigrantes lutavam por Portugal ou CONTRA Portugal?
São estas as pessoas que queremos no nosso país?
Remigração já ✈️ !