Escrevi numa resposta mas vou colocar aqui tb. Meu saudoso Frajolinha, foi adotado com 5 anos e ficou 1 aninho conosco. Certo dia, ele viu eu e minha esposa pela varanda (estávamos na piscina do condomínio) e miou muito para a gente.
@andrewsyuri Isso não é uma coisa do Rio, mas do ser humano. Se faz uma previsão catastrófica que não acontecem, a população acha que foi exagero, que não precisa fazer. Não olham que havia uma probabilidade razoável de acontecer e, caso tivesse acontecido, daria uma merda gigantesca
@JefinhoMenes Não é só com futebol não. Qualquer destaque faz com que pais já pensem que o filho(a) é a nova Clarice Lispector, novo Portinari, o novo Einstein, etc. Vira uma pressão brutal. O quadro pequenos gênios, por exemplo, é o maior desserviço para felicidade daquelas crianças.
No último escritório em que trabalhei fiquei sabendo pela rádio-peão que 1 cliente que eu atendia pagava uma mensalidade de 300 mil reais por mês pela assessoria jurídica.
Contei rápido e percebi que o meu salário era menos de 2% do que somente 1 cliente que eu atendia pagava pro escritório e nesse momento eu percebi que quem tava me roubando não eram os impostos constitucionais cobrados legalmente sob forte fiscalização de toda a sociedade civil, mas sim o meu patrão que ninguém nem fiscalizava e nem a minha carteira assinava.
@JAlvaroFr@import_robs Minha família não entendia pq eu estudava tanto. Quando perguntavam das minhas aulas (e eu já tinha concluído os créditos) eles entendiam menos ainda. Hoje sou professor numa federal e recebo mensagem de uma tia sobre concursos hahaha
Eduardo Bolsonaro, em 18/07/2025:
"Dos Estados Unidos eu posso garantir, não falo em nome de ninguém mas eu posso garantir: Não haverá recuo. Se tudo der errado, pelo menos nós já estaremos vingados. Muito obrigado."
@laridiniz@acasantos O problema é que além do pai, tinham os parças. E ele nunca sendo realmente confrontado por erros em decisões. Só gente passando a mão na cabeça
Conto hoje mais um escândalo na prefeitura de São Paulo: a contratação desenfreada, com cachês absurdos, de bandas de rock, cover, todas recém-criadas.
Elas pertencem todas a Fabrício Ravelli, irmão do gerente de eventos da SPTuris e sobrinho da principal assessora do presidente do Tribunal de Contas do Município.
Fabrício organiza eventos de rock e, como num passe de mágica, a prefeitura decide pagar pelas bandas que ele seleciona. E, olha que coincidência, as bandas são dele!
Quatro bandas, todas recém-criadas e tocando só covers, receberam R$ 2,3 milhões em cachês da prefeitura em 15 meses, para 88 apresentações. É mais de uma por semana.
As bandas não têm uma música autoral e nunca foram contratadas por qualquer outro ente público. Mas são pagas pela prefeitura como artistas consagrados. E os valores são balizados com "show em evento corporativo" contratado por outras empresas do próprio Ravelli.
Os valores e shows são bizarros. Numa semana, a prefeitura contratou três vezes a mesma banda, por R$ 30 mil CADA SHOW, para tocar por uma hora NO METRÔ DA SÉ, bem no horário do rush. "artistas CONSEGRADOS", lembra?
Em outra ocasião, contratou por R$ 45 mil uma banda para tocar em uma TERÇA-FEIRA À TARDE em um centro cultural. Detalhe: o processo de contratação começou na semana anterior, UM DIA DEPOIS de a assessora do presidente do Tribunal de Contas e TIA DO FABRÍCIO visitar a secretaria de cultura.
E eu só tô contando aqui no Twitter uma parte do problema. É bem pior. é bizarro. Juro. Lê a matéria. E depois compartilha.
https://t.co/WyckjVa6av