A esquerda não quer o verdadeiro combate ao crime e vai usar a palavra fascista mais do que já usa normalmente, esvaziando ainda mais o seu significado, especialmente para a maioria da população que não liga pra história da europa do sec xx
eu não achei estranho pq sempre me considerei pacifista também. não entendo nada de arma, não sei nome de nenhuma. Meus amigos tankies sabem bem mais que eu
Depois de defender armas nucleares, direito penal do inimigo, execução sumária e banho de sangue contra bandidos, Renan Santos afirma “eu sou um pacifista”. Imagina se não fosse, né?
@Jeladexo e não deixam o entrevistado concluir, restando os raciocionios incompletos, dando a entender que querem que fique parecendo q o entrevistado falou bobagem
Começa a execução de Renan Santos, candidato do Missão à Presidência. Ele acaba de sentar na cadeira elétrica do Jornal Nacional, onde Romeu Zema e Ronaldo Caiado já morreram queimados.
As pessoas não sabem mais o que significa entrevista. Entrevistador não é domador de feras pra ficar com 'pulso firme' pra entrevistado não. Dito isso, interromperam pra caramba o cara. Womanterrupting rolou solto e ele foi sagaz pra interromper o interrompedor.
Renan Santos é perigosíssimo, é um fascista depurado com fluência verbal capaz de manipular tudo que ele mesmo disse e dar um nó nos entrevistadores.
Repito, perigosíssimo .
Ele fala para aqueles que ele sabe que apoiam medidas extremas, ditatoriais, autoritárias, fascistas e , quando confrontado , ameniza tudo normalizando as ações que propõe no seu plano de governo.
Seu plano de governo fascista e está sendo apresentado e justificado através de eufemismos que só quem está muito atento percebe.
Os entrevistadores não se prepararam para rebater à altura ao que um maluco é capaz de dizer.
Ambos foram mais duros com Zema do que estão sendo com Renan .Falta pulso e argumentos quando são provocados. Infelizmente .
Esse candidato não tem limites , isso é assustador.
#RenanNaGlobo
Ele dizendo basicamente que odeia o próprio país, que tem nojo de favelado, nojo de nordestino e que se pudesse explodia tudo pra começar do zero e colocava os ricos pra ocupar esses lugares
@sergiofreire Isso é só hate e vc sabe disso. Mesmo com suposto discurso decorado ele se saiu muito melhor que os governadores. Não lembro de outro entrevistado ter sido tratado tão duramente ali no JN e ainda assim ter se saído tão bem.
Estranho. Por que será que, em toda eleição, eu sempre me lembro da história do Lula tentando violar o tal Menino do MEP? Seria porque me parece uma aberração ver tantos jovens defendendo esse cara?
ARTIGO DE CÉSAR BENJAMIN NA ÍNTEGRA
Aqui, na íntegra, reproduzo o artigo de César Benjamin [um dos fundadores do PT que rompeu com o partido na década de 1990], intitulado "Os filhos do Brasil", publicado na Folha de São Paulo desta sexta-feira e que é objeto da matéria em post abaixo deste. Leiam: https://t.co/zwsJZKhFky
Trecho que interessa:
São Paulo, 1994. Eu estava na casa que servia para a produção dos programas de televisão da campanha de Lula. Com o Plano Real, Fernando Henrique passara à frente, dificultando e confundindo a nossa campanha.
Nesse contexto, deixei trabalho e família no Rio e me instalei na produtora de TV, dormindo em um sofá, para tentar ajudar. Lá pelas tantas, recebi um presente de grego: um grupo de apoiadores trouxe dos Estados Unidos um renomado marqueteiro, cujo nome esqueci. Lula gravava os programas, mais ou menos, duas vezes por semana, de modo que convivi com o americano durante alguns dias sem que ele houvesse ainda visto o candidato.
Dizia-me da importância do primeiro encontro, em que tentaria formatar a psicologia de Lula, saber o que lhe passava na alma, quem era ele, conhecer suas opiniões sobre o Brasil e o momento da campanha, para então propor uma estratégia. Para mim, nada disso fazia sentido, mas eu não queria tratá-lo mal. O primeiro encontro foi no refeitório, durante um almoço.
Na mesa, estávamos eu, o americano ao meu lado, Lula e o publicitário Paulo de Tarso em frente e, nas cabeceiras, Espinoza (segurança de Lula) e outro publicitário brasileiro que trabalhava conosco, cujo nome também esqueci. Lula puxou conversa: "Você esteve preso, não é Cesinha?" "Estive." "Quanto tempo?" "Alguns anos...", desconversei (raramente falo nesse assunto). Lula continuou: "Eu não aguentaria. Não vivo sem boceta".
Para comprovar essa afirmação, passou a narrar com fluência como havia tentado subjugar outro preso nos 30 dias em que ficara detido. Chamava-o de "menino do MEP", em referência a uma organização de esquerda que já deixou de existir. Ficara surpreso com a resistência do "menino", que frustrara a investida com cotoveladas e socos.
Foi um dos momentos mais kafkianos que vivi. Enquanto ouvia a narrativa do nosso candidato, eu relembrava as vezes em que poderia ter sido, digamos assim, o "menino do MEP" nas mãos de criminosos comuns considerados perigosos, condenados a penas longas, que, não obstante essas condições, sempre me respeitaram.
O marqueteiro americano me cutucava, impaciente, para que eu traduzisse o que Lula falava, dada a importância do primeiro encontro. Eu não sabia o que fazer. Não podia lhe dizer o que estava ouvindo. Depois do almoço, desconversei: Lula só havia dito generalidades sem importância. O americano achou que eu estava boicotando o seu trabalho. Ficou bravo e, felizmente, desapareceu.