@WeiseFranklin Essas @*&#$ de IA provocam fadiga mental pois temos que ficar interpretando o tempo todo o que está por trás das informações.
IA virou ferramenta para BT (Burrice Total)
@WeiseFranklin Erro nenhum.
Se comprar no cartão não tem juros. Tem multa. 🤪
Ou qualquer outro nome que você quiser inventar. É a teoria woke aplicada à economia, ué 🤷♂️
@Elisasc8@roderix1966 Exato.
É infinitamente mais seguro ter 200 clientes pequenos do que 2 clientes gigantes.
Ter mais que 20% do seu faturamento em um só cliente já é uma temeridade.
@cabreraagro Muitos argumentaram que com 1 trilhão seria possível acabar com a fome do mundo.
Então eu pergunto, como?
a) - distribuindo este valor em dinheiro aos famintos.
b) - investindo este valor em atividades produtivas.
Qual das alternativas acima?
A indústria de alimentos no Brasil está sob ataque — e, pior, em silêncio.
O artigo publicado pelo Estadão, “Indústria de alimentos: sob ataque e em silêncio”, toca em um ponto essencial: um país que ataca quem produz comida está atacando a própria população.
Nos últimos anos, virou moda tratar a indústria de alimentos como vilã. O governo aumenta regulações, cria restrições, estimula narrativas ideológicas e finge que isso não terá consequência no preço, na oferta, no emprego e na segurança alimentar.
O mais grave é que muitos desses ataques vêm embalados em discursos bonitos: saúde pública, sustentabilidade, justiça social, regulação do consumo.
Mas, por trás de muitas dessas agendas, existe uma velha tentação autoritária: dizer ao cidadão o que ele deve comer, como deve comprar e quais setores da economia devem ser tratados como culpados.
É o Estado querendo controlar até o prato das pessoas.
E aqui fica uma pergunta inevitável: será que o objetivo é apenas regular melhor o setor ou abrir espaço para substituir a cadeia produtiva eficiente por fornecedores politicamente alinhados?
Esse roteiro já é conhecido: demoniza-se a indústria de alimentos, o varejo e o agro profissional, ao mesmo tempo em que se fortalece a compra pública de movimentos ideológicos, como o MST. Nesse contexto, a desconfiança é legítima.
E vêm a reboque as suspeitas de superfaturamento.
A indústria de alimentos brasileira é uma das bases da nossa economia. Ela compra do campo, transforma matéria-prima em produto, gera empregos, abastece cidades e ajuda a colocar comida na mesa de milhões de famílias.
Atacar esse setor é atacar uma cadeia inteira: produtor rural, transportador, cooperativa, indústria, comércio e consumidor.
Mas, no Brasil, para esse governo, parece que quanto mais essencial é um setor, mais ele vira alvo.
E nenhum país fica mais justo, mais saudável ou mais desenvolvido atacando quem produz comida.
#Agro #Industriaalimentar #alimentos
@cabreraagro Se os critérios propostos para classificação de ultraprocessados forem usados para avaliar os medicamentos vendidos em uma farmácia eu suspeito que quase nenhum seria considerado aceitável. É o caso das fórmulas infantis, por exemplo.
Por que medicamento é bom e alimento não?
@joaopaulo633@ManfroiRenato De R$ 800 a R$ 2.000 a cada 10.000 km dependendo do plano de manutenção (às vezes tem troca de velas e troca de fluido da transmissão, além de ajuste de folga das válvulas).
@masterbeiter@ManfroiRenato Motor e sistema de injeção estão bem limpos.
Só abasteço em posto Schell ou Petrobrás.
Só gasolina comum.
Mas em posto duvidoso JAMAIS!
@duudu_luiz@ManfroiRenato Nenhum reparo, nem no motor, nem na transmissão.
Somente uma troca de amortecedores.
Pneus duram 80.000 km (está no fim do 3° jogo).
Única manutenção mais cara foi a troca do compressor do ar-condicionado aos 220.000 km. R$ 4.500
Revisões em concessionária até os 180.000 km