🚨SORTEIO JORJA SMITH EM SÃO PAULO! 🇧🇷
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@fateoops Notoriamente já da para ter noção que não entende da personagem… raros foram os casos da vampira sem algum poder adicional… pois sem poder adicional ela não tem oportunidade de pegar poderes. Diferente do evolution que criava oportunidades para isso com força do roteiro…
Precisamos entender que Madonna e Gaga trouxeram um show teatral, passeando pelo lúdico e perfomance.
Shakira é puro suco da latinidade, o que ela precisa entregar ela está entregando, dança, close e molho que só latinas tem.
#ShakiraNaGlobo
@isisw1ft@MattosOfficial Sentindo algum colocar Sol. Acabou de fazer com IFood a publi dela, além do mais Ela foi expulsa e Maxiane não ou seja Maxi tem mais chance dos contratos e o vínculo maior neste momento.
Parando para analisar não tinha outro jeito… 1. Tinha menos pessoa, o voto do Breno era decisivo, notoriamente Jordana nunca Iria para o paredão. 2. Se ele desse o anjo para Sarah, ele colocaria o dele da reta ou seja cowboy se salvo. O contra-golpe complicou.
@crushdobbb20 Você quer conversar num momento de discursão que está todos gritando? Não faz lógica esta sua postagem, Sol conversa normal, grita quando está brigando, que nem gritaram com ela agora…
#BBB26 | Se não gosta de textão, passa longe.
Demorei para me posicionar (por escrito) sobre algumas coisas que ocorreram no BBB26 até agora porque precisava, antes, estruturar o que pensava e colocar isso no papel de forma um pouco mais didática. De forma alguma afirmo que minha opinião seja a mais correta. Pessoas terão leituras diferentes, e isso faz parte. Mas, em certos momentos, o silêncio pode ser interpretado como consentimento. E não é o caso aqui.
Os debates envolvendo Sol, Ana Paula e Matheus têm acionado termos como racismo e esvaziamento de pauta de maneira, a meu ver, apressada, punitiva e muitas vezes seletiva. Isso não fortalece o antirracismo e tampouco contribui para uma leitura honesta do que está acontecendo dentro do jogo.
Começo sendo direta: não considero que a Sol tenha esvaziado pautas.
Tem circulado a narrativa de que a Sol estaria apenas reproduzindo, nesta edição, as dores do racismo que viveu na primeira vez em que participou do programa e que, por isso, estaria "esvaziando a pauta". Essa leitura ignora o que ela efetivamente viveu já na primeira e na segunda semana do BBB26.
No primeiro Sincerão, a Sol foi apontada pelo Juliano como uma "mulher descontrolada" por ter gritado com o Edilson Capetinha. O que ocorreu, na prática, foi um posicionamento em tom alto, sim, porque ela não aceitou que ele colocasse palavras em sua boca ao falar da "sua certeza", expressão que facilmente poderia ser interpretada como "sua verdade". Vale lembrar que, naquele momento, a Sol foi a única participante a defender que o Pedro fosse ao paredão, enquanto o restante da casa, incluindo a Ana Paula, queria mantê-lo por mais uma semana.
Após ser rotulada como descontrolada, a Sol passou a presenciar situações em que a Ana Paula gritava, xingava ou explodia emocionalmente sem receber a mesma classificação. E aqui é preciso ser honesta: grito é grito, independentemente de quem o dê. Essa discrepância foi o que acendeu o alerta da Sol. Ainda assim, é importante notar que, ao verbalizar essa diferença de tratamento, ela não acusa ninguém de racismo. Ela apenas expõe a assimetria.
Enquanto explosões emocionais da Ana Paula costumam ser enquadradas como personalidade forte ou assertividade, reações semelhantes da Sol são rapidamente associadas à agressividade ou ao descontrole. Essa diferença não é casual. Ela obedece a uma lógica racial conhecida.
É a partir daí que suas reações passam a ser lidas como problema. Nas cenas em que a Sol reage de forma emocional, confusa ou por vezes desorganizada, o que se revela não é um enfraquecimento do debate racial, mas a exposição direta das consequências do racismo. O incômodo gerado por essas cenas diz menos sobre a Sol e mais sobre o quanto ainda somos incapazes de lidar com a dor preta quando ela não vem polida, didática ou estrategicamente bem apresentada.
A Sol não está performando consciência racial. Ela está atravessada por ela. Essa diferença é central. Quando a pauta racial vem mediada, explicada e racionalizada, costuma ser bem recebida. Quando aparece encarnada em trauma, ressentimento e reação emocional, passa a ser tratada como erro, exagero ou desserviço. Chamar isso de esvaziamento de pauta desloca a responsabilidade. Não é a Sol que esvazia o debate. São as pessoas que recuam quando a pauta deixa de ser abstrata e se torna pessoal, incômoda e inevitável.
O que se vê ali é alguém que entrou no jogo já ferida e que, sob pressão, responde a partir desse lugar. Isso não é virtude nem falha moral. É condição humana atravessada por desigualdade racial. A dificuldade coletiva de lidar com isso revela menos sobre a Sol e mais sobre o quanto ainda exigimos que a dor preta seja silenciosa, controlada ou útil para terceiros.
Sobre a Ana Paula, é importante separar as coisas.
Há uma cena clara em que o Breno tenta explicar que as reações da Sol passam pelo filtro do trauma. A resposta da Ana Paula, quando diz que não é psicóloga de ninguém, pode ser compreendida como um limite pessoal. No entanto, no contexto racial, essa fala soa como indiferença diante de uma dor explicitada por uma mulher preta. Isso não a transforma automaticamente em vilã ou racista, mas evidencia algo central: antirracismo não é identidade fixa, é prática, e a prática pode falhar.
O problema maior não está no erro isolado, mas na blindagem absoluta feita por parte do público, como se apontar essa contradição fosse um ataque ilegítimo. O antirracismo que não admite crítica corre o risco de virar performance, não prática.
É nesse contexto que entra a fala do Matheus, quando ele se refere à Ana Paula como patroa, após ela dizer que pagava bem. Não concordo com a fala e não acho que ela deva ser normalizada. A palavra carrega um peso histórico inegável quando envolve uma mulher branca e uma mulher preta em posição de subalternidade simbólica, especialmente com a Milena na equação. O impacto existe e precisa ser reconhecido.
Ao mesmo tempo, reduzir essa fala exclusivamente a uma intenção racista ignora o contexto da cena. O que estava em debate era a posição de liderança simbólica que a Ana Paula ocupava dentro do grupo, como alguém que organizava, direcionava e centralizava decisões. Isso não anula o problema do termo utilizado, mas indica que nem todo erro nasce de má-fé racial consciente.
Transformar falas racializadas em sentença definitiva de caráter individual empobrece o debate e desloca o foco do que realmente sustenta o racismo: as estruturas, as assimetrias de poder e os efeitos sociais dessas falas. Lembrar o contexto não é justificar o erro. É qualificar a crítica.
Quando toda fala vira prova definitiva e todo erro vira sentença, a pauta deixa de ser ferramenta de leitura estrutural e passa a funcionar como tribunal moral. E tribunal não educa, apenas seleciona quem pode errar e quem não pode.
Responsabilizar não é encerrar a conversa no rótulo. É abrir a conversa para além dele. Um antirracismo que só funciona quando não desorganiza ninguém corre o risco de virar apenas performance.
Quando a pauta serve para proteger favoritos e punir desafetos, ela não está combatendo o sistema. Está operando dentro dele.
O que não dá é chamar de esvaziamento de pauta toda vez que a pauta deixa de ser confortável. Quanto a isso eu vou discordar eternamente do Babu e do Breno, apesar do acolhimento naquele momento.
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Encerrando a questão racial e mudando para outro episódio também relevante, há a fala do Edilson Capetinha ao chamar o Leandro de analfabeto. Isso não é apenas ofensivo, beira o capacitismo. Mesmo sem considerar um possível diagnóstico, usar alfabetização como insulto já carrega uma lógica excludente, elitista e violenta. Quando se leva em conta que o Leandro aparentemente tem dislexia, conforme (supostamente) mencionado pela esposa, a gravidade aumenta. Trata-se da reprodução de um estigma histórico que associa valor humano à performance cognitiva normativa.
Diferente de conflitos estratégicos ou embates discursivos, esse tipo de ataque não revela contradições do jogo. Ele reforça hierarquias sociais reais, nas quais pessoas com deficiência ou dificuldades de aprendizagem são ridicularizadas e desumanizadas. Criticar essa fala não é excesso de zelo. É no mínimo ético.
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Por fim, há também as falas do Jonas, recorrendo ao feminino para se referir ao Juliano. Independentemente de torcida ou alinhamento de grupo, esse tipo de recurso não pode ser relativizado ou aplaudido. Há críticas que precisam ser feitas mesmo quando atingem quem não nos agrada.
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Dá para criticar sem demonizar.
Dá para discordar sem apagar.
E dá para sustentar uma leitura antirracista sem transformar a pauta em escudo ou ídolo.
#RedeBBB #BBB
Hoje, os ensolarados marcaram presença nos assuntos mais comentados do Brasil! Essa é a prova de que Sol não está sozinha e do quanto somos capazes de levá-la cada vez mais longe. Vamos juntos fortalecer ainda mais essa torcida linda e fazer história!! 💛🙏🏾✨ #TeamSol#BBB26
@Juliana06717901@gleicidamasceno Ela não possui Latreamento racial. Entretanto palavras como “Burra, Descontrolada, barraqueira…” libera o gatilho dela, da para ver isso, pois ela conversa com outros de boa. Mas toca nessas palavras da nisso.
@arnnalddo@selbitches@tvglobo Quase ninguém, mas o principal que você citou ficou falando dela a semana toda, Juliano estava pintando ela e ontem mesmo estava zoando dela querer conversar com as pessoas na casa!
@ADaCotaMonteiro E as vezes nem entende as coisas também, dito isso Matheus parece mais que ela apenas concorda, e nem levando a malícia, pois são palavras brandas, comparadas com a do ao vivo.
@ADaCotaMonteiro Sim ela deveria não imputar as dores dela na Ana Paula ou Juliano, mas as palavras usada por eles para com ele notoriamente são gatilhos para ela, “Inútil, burra, Raivosa…” notoriamente isso faz ela se descontrolar, perceba que quando ela conversa normal ela escuta +