A TV Cultura presta uma homenagem ao parceiro e querido amigo Contardo Calligaris. Contardo faleceu de causa ainda não divulgada, e teve sua morte informada pelo filho, o diretor de cinema Max Calligaris, em postagem nas redes sociais. Bravo Contardo! 👏👏👏
Comunicado oficial: A notícia sobre o falecimento de Contardo Calligaris não é verdadeira. Pedimos cautela no momento de compartilhamento de mensagens como esta e agradecemos a preocupação e mensagens de apoio.
Contardo Calligaris | A política de Trump foi um showbusiness de sucesso e de grande competência. ela se orientou mais para matar do que para, eventualmente, convencer (@ccalligaris)
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E, de fato, era um comportamento constantemente ansiógeno. Parecia que sua motivação principal era deixar o eleitor americano em necessidade urgente de uma consulta psiquiátrica(...)”
Num primeiro momento, era como se esse comportamento sem exemplos prévios, sem pontos de referência (“guidelines”), sempre exposto ao capricho individual de um homem solitário na noite, arriscasse nos deixar perdidos.
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Robin roubava dos ricos, os quais se enriqueciam injustamente, para devolver esse dinheiro aos pobres (...)"
Coluna da @folha de 11/02.
Ilustração: Luciano Salles/Folhapress
– Para ler acesse: https://t.co/B7A1ANGMmM
"Duas ideias atravessam toda a modernidade e nos deixam, no fim desse percurso, totalmente convencidos de sua verdade. A primeira ideia diz que o que é coletivo, sobretudo a lei, que regula a vida comum, é podre.
Na Inglaterra do século 12 —ou por aí, você imagina que as fontes não sejam completamente fidedignas—, na floresta de Sherwood vivia um tal de Robin Hood, de quem certamente você já ouviu falar.
Nestes últimos dias, chove muito em São Paulo. Cria-se uma rotina: a gente acorda com a sensação de algum raio de sol promissor; logo, depois do meio-dia, a temperatura desce e, de repente, surpreendentemente, um tiro de canhão seco no alto anuncia o começo das hostilidades.
E vem uma chuva pesada, intensa, mas sem exageros, como para dar desde já a impressão de que aquilo não vai parar, veio para ficar, ninguém sabe até quando (...)"
Qual foi meu “campo” de experiência? Sou cidadão dos Estados Unidos. No primeiro ciclo de eleições presidenciais nas quais fui eleitor, eu estava registrado como libertário; logo, passei para democrata (...)
Posso afirmar, sem medo de errar, que, dez anos atrás, amigos e inimigos jamais teriam me apostrofado do jeito que eles o fazem hoje. Isso vale sobretudo para os amigos, aliás.
De maneira aproximativa mas substancial, parece-me que, com o passar dos anos, o discurso político ao redor de mim (o dos amigos ou o dos inimigos, tanto faz) muda. Talvez ele tenha mudado ou venha mudando aos poucos, mas o resultado é drástico.