lindsay clancy admitted she did it, there is no evidence it was her husband, she was NEVER diagnosed with postpartum psychosis or postpartum depression, she had plenty of resources & tons of help more help than most women in WORSE situations have had, she purposely told her husband to go on a long errand so she would have enough time to do what she wanted to do, she planned all of this out. in the middle of strangling her 3 children to death during "psychosis" she managed to take a phone call from her husband and sound totally rational then go right back to her "psychosis".
she was NOT failed by the system or her husband,…she failed herself and most of all she failed her children. she was the person meant to protect those babies and she betrayed them like an evil demotic bitch from hell. She deserves to rot in prison or worse.
pre-meditated murder being "manslaughter" is insane but there's 12 women on the jury so i won't be shocked if they fall for the "she's just a sad widdle girl" guilt trip her lawyers pulled at the end there
if lindsay clancy isn’t held accountable for her actions due to "hormones", it sets a precedent that women will not be punished by the law the same way men are punished because “hormones” and i shudder to think about the copy cat cases that will come from this if she is not found guilty of murder
calma, os semianalfabetos fudidos que votam a 26 anos no narcoditador e não tem porra nenhuma na vida vão te dizer em quem você deve votar e te chamar de burro se não for em quem eles escolherem, ouça eles
É muito difícil não coringar nesse país. Imagino como é pro Renan... ele mesmo já disse que a cada 15s se questiona se esse povo merece o sacrifício. Viramos uma nação de ovelhas em forma e essência. De mulheres jovens débeis mentais que vão nos relegar ao fundo do poço do mundo.
muitos analfabetos atacando o Renan nessa rede social, e é impressionante como 90% dos ataques são baseados em espantalhos
o twitteiro médio soropositivo aprendeu a palavra “inconstitucional” e agora a repete feito papagaio
Só hoje li as análises sobre a minha ida ao Jornal Nacional. Muita gente ficou assustada, me tratando como um ditador em potencial de fala refinada. Peço calma.
O país a que dirijo minhas palavras se apega mais aos óculos de funkeiro do Nikolas, às mentiras sentimentais do Lula, ao coaching do Cury e à burrice bolsonarista do que a qualquer noção de autorrespeito e glória.
Estamos num buraco moral sem precedentes: viciados em tigrinho, bet, scrolling infinito, influenciador de rifa, vendedor de curso online, prostituição digital, reality show e música ruim. As pessoas vendem o voto e tomam decisões políticas de curto prazo. Eu proponho responsabilidade pessoal, senso de sacrifício e construção de horizonte histórico. Proponho uma glória que não se realiza no mês seguinte.
Caros amigos, portanto, convenhamos: nada disso tem a ver com a norma social vigente no país. Qualquer analista sabe disso.
Então por que diabos se preocupam tanto?
Fiquem de olho nos bots contratados pelo Flávio. Na máquina turbinada por emendas sob controle do Centrão. No lulismo de resultados que usa vale-gás para comprar voto. Nos milhares de perfis pró-Marçal que se engajaram na campanha do Cury — aquele que realmente vai disparar nas pesquisas.
Por que tanto medo de alguém que claramente só tem um livro na mão e meia dúzia de militantes online? No papel, incluindo Zema e Caiado, somos os mais fracos e menos estruturados. Não temos dinheiro. É fato público e notório. Minha retórica é interessante, mas não ressoa com a maioria do eleitor. É o que todos dizem por aí.
Entretanto, para a imprensa e os analistas, a candidatura da Missão é o maior dos problemas e a mais terrível das ameaças. Vi gente apavorada com a minha ida ao Jornal Nacional! Para muitos especialistas, nasceu ali um ditadorzinho, um sujeito perigoso inspirado em El Salvador e outras coisas deveras perigosas.
O medo não bate com a sensação de segurança que as pesquisas deveriam lhes trazer: em tese, tenho 3% na Quaest, e logo mais o tempo de TV entra em campo e serei devorado pelos grandes. Eles tem redes maiores, também. Serei presa fácil para estruturas mais complexas e poderosas.
Também dizem que minhas ideias são ridículas. Bomba atômica, desfavelização, estado de defesa… tudo isso vindo de um cara que — maior das ousadias! — gostava de sair com mulher bonita quando jovem. São coisas que não deveriam se sustentar, e na prática ocupariam um espaço anedótico no jogo político como algum louquinho da UP ou do PCO.
Vi aqui, aliás, e meu número é o mesmo do Padre Kelmon. É 14.
Por isso, antes de tudo, peço calma.
Tem tudo pra dar errado.
Sou sincero: não sei se o que faço ou falo ressoa com as pessoas daqui. Sinto que o brasileiro desistiu de qualquer coisa idealista e quer apenas ficar perto daquilo que soa popular. Vou fazer o que penso pois sou assim — e isso me trouxe pessoas incríveis pra perto.
Boa parte do pensamento jornalístico consiste em defender que nada de novo seja feito. Uma coisa é questionar propostas; outra é militar pelo estado de coisas.
@pikagiu_@Metropoles Isso, Giulia. Continue sendo uma ovelha que acredita em contos de fada de políticos. Continue sendo uma criança infantil que quer ouvir maravilhas, e continue sendo esmagada aos poucos pela realidade.
@Metropoles Ou seja, foi sincero e honesto com o eleitor analfabeto que acha que vai trabalhar menos e não sofrer uma cadeia de consequências do mercado e a piora da sociedade. VOTE 14 por um país produtivo que vc possa VERDADEIRAMENTE trabalhar menos e ganhar mais!
Renan Santos descobriu que, no Brasil progressista, existe um crime mais grave do que roubar dinheiro público: ter sido jovem sem autorização da comissão de bons costumes.
Hoje, Malu Gaspar resolveu transformar viagem, paquera e conversa de homem solteiro em “turismo sexual”. Maria Cristina Fernandes acompanhou a procissão. Ontem, Renata Vasconcellos já havia tentado empurrá-lo para o confessionário da misoginia. Na semana passada, Natuza Nery e Andréia Sadi ensaiaram a mesma liturgia.
É curioso porque o ritual só começa depois que acaba a política. Renan discute segurança, economia, reforma do Estado, facções, relações internacionais. Responde, argumenta, suporta interrupções e ainda trata as entrevistadoras com uma educação quase irritante.
Aí acaba o Estado brasileiro e começa a investigação da alma.
Com quantas mulheres saiu? O que disse aos vinte e poucos anos? Fez piada? Achou uma loira bonita? Meu Deus, chamem a Polícia Federal.
Essa elite progressista, que passou décadas zombando do moralismo religioso, conseguiu realizar uma proeza histórica: inventou um moralismo ainda mais chato. Trocou o padre pelo colunista, o pecado pelo “comportamento problemático” e o confessionário pelo estúdio de televisão.
E não se iluda: a direita identitária faz exatamente a mesma coisa. Também procura pecado, heresia, frase proibida, comportamento impuro. Ambos os lados descobriram que é muito mais fácil declarar o adversário moralmente indigno do que derrotar sua ideia.
É uma arrogância extraordinária. E profundamente desumana.
Porque ninguém atravessa juventude, desejo, vaidade, sexo, raiva, humor e estupidez saindo com ficha moral de santo. Só os hipócritas conseguem apresentar uma biografia sem manchas — geralmente depois de editá-la.
Discordar de Renan exige discutir suas ideias.
Desmoralizá-lo exige apenas procurar uma frase antiga.
E assim a política brasileira vai ficando cada vez mais religiosa.
A diferença é que agora todas as igrejas são ateias e cada tribo trouxe sua própria fogueira.
Na mesma semana os bolsonarista defenderam:
- Janja
- Erika Hilton
- Esposa do Boulos
- Tabata
E o melhor de todos:
- Eduardo Cunha
E detalhe, ainda é quinta-feira.