Me estremeci em susto assim que senti a ruiva me abraçar por trás e cheirar intensamente meu pescoço. Fechei os meus olhos por um segundo, apreciando o seu cheiro fresco delicioso pós banho.
Quero que saiba que nada nem ninguém nesse mundo será capaz de machucá-la diante de mim. Você pode respirar tranquila, porque está segura comigo, querida.
Um sorriso fraco surgiu nos meus lábios assim que observei ela soltar o meu queixo e erguer o seu dedo mindinho, me encarando intensamente com as suas órbitas verdes brilhando em um tom mais claro.
Respiro fundo, encarando as luzes pequenas acima de nós e sinto-a, devagar, me recostar na pilastra da parede que delimitava a sala de jantar e o seu corpo prensar o meu em uma sutileza que me fizera desejar fechar os meus olhos para sentir melhor o nosso calor.
Eu sou fascinada por cada um dos vinte e nove pequenos sinais no seu corpo. Sim, eu contei. São e vinte e nove, e descobri o vigésimo nono enquanto massageava os seus pés, porque você tem um na ponta do seu último dedo do pé, e isso é tão adorável quanto você.
Paro diante da porta, fechando brevemente os meus olhos, sentindo tudo dentro de mim ser também preenchido por aquele riso tão puro, e, sem sequer perceber, sinto um pequeno sorriso se formar em meus lábios.
Paro diante da porta, fechando brevemente os meus olhos, sentindo tudo dentro de mim ser também preenchido por aquele riso tão puro, e, sem sequer perceber, sinto um pequeno sorriso se formar em meus lábios.
— Então quer dizer que... Se eu estivesse morrendo com a boca cheia de chocolate e massa de panqueca, e precisasse de um beijo seu para me salvar, você me deixaria morrer?
Trecho do capítulo 43:
[...] Suspirando, após voltar a sentir aquela estranha sensação de desapontamento esquisita me rondando, abro o meu aplicativo de mensagens e, apenas por curiosidade, abro o contato de Meredith, vendo-a online, mas, no mesmo instante, vejo a informação+