@tricolornaweb Quando disse que teria surpresa de Carlos Sadi como candidato foi antes de abandonarem o Daurio.
Sadi era nome forte para ser candidato e está vendo Daurio como homem forte para Chapa.
Não é verdade que Juvenal Juvêncio arruinou o São Paulo em 2011, com o golpe do terceiro mandato. Dizer isso é contar apenas a parte terminal da história. O processo de autodestruição deflagrado por JJ e seu antecessor se iniciou em 1988, quando sua eleição transformou o cardealismo de consenso no cardealismo de coalizão, em que para ganhar e manter o poder é necessário distribuir mais e mais favores.
Até 1988, não havia disputa política. Quem estava no poder indicava o sucessor e este era aclamado. Não era exatamente um sistema pluralista, mas custava menos aos cofres e à integridade. A partir da candidatura de Juvenal com apoio de Carlos Miguel Aidar (que seria seu parceiro de golpe em 2011), veio a disputa de cada "capitania hereditária" do conselho por benesses como condição de voto.
É verdade que, no começo, essa busca de favores era discreta e não impediu a oposição de dar o troco em 1990 - aproveitando o caos administrativo deixado por JJ. Contudo, como já escrevi anteriormente, até nos anos mais dourados (1991 a 1993) o clube já estava condenado à decadência progressiva. Os frutos podres do rompimento de JJ com o sistema de consenso foram espalhando sementes que, de volta ao poder, o dirigente transformou num pomar envenenado.
Não pensem que foi apenas a distribuição de favores. Como diretor de futebol e presidente, Juvenal fomentou uma legião de deslumbrados que escolheram acreditar na genialidade do grande entendedor de futebol (o "1 %"). Ele não se cercava de mentes questionadoras. Preferia os bajuladores, bem ou mal intencionados. Quando seus métodos faliram, restaram apenas imitadores que seguem no Morumbi até hoje. Casares foi o mais notório, mas não o único.
E piora: entre os poucos que se rebelaram, nem dá para dizer que se encontram pessoas de fato capazes de arejar a visão de futebol profissional no Morumbi. Um deles foi o responsável por criar o projeto internacional mais constrangedor da História, colocando a marca tricolor num time amador de Madri que jogava na areia. Se bobear, ainda acha que foi genial. A sorte foi que quase ninguém notou. Hoje seria o meme do século.
Ou seja: tirando duas ou três pessoas (que, por si, não mudarão nada), o São Paulo é um clube repleto de dinossauros humanos, aproveitadores contumazes, imitadores obcecados pelas ideias mofadas dos anos 2000 e heróis com a roupa de baixo sobre a calça. E tudo começou com um então obscuro ex-investigador de polícia que, a despeito de sua importância em glórias do passado, virou o maior ícone da infâmia que rachou o futuro.
@astronomiaum Depois de vermos a sonda preserverence em Marte perdido em Marte caiu para segundo lugar porque até agora ninguém ainda chegou no planeta Miller que aliás essa semana completou 1 hora e 33 minutos
@SombraTricolor Vamos defender a instituição mas antes vamos brigar brigar e mostrar que nois se preocupa com clube cada um com seus pensamentos
Esse e o SPFC
@oicaroanalises Se tivesse marcado Maradona em 90 se tivesse marcado Rossi em 86 se tivesse marcado Zidane em 98 e 2006 se tivesse marcado Henry em 2006 e por aí vai que moleza vai nadar frescura de mais