Financiamento de filme não é ato de ofício.
O que o material descreve, no essencial, é busca de dinheiro para uma produção — e cobrança para que o investidor honrasse o que já estava em curso. Isso pode ser constrangedor. Não é, por si só, crime.
Corrupção pede troca: voto, emenda, pressão sobre órgão público, algum ato de senador ou deputado em favor do Master. Nas páginas resumidas, esse ato não aparece. A própria acusação ainda pede que se vá atrás dele. Sem contrapartida, sobra negócio e exposição política, não tipificação.
Lavagem exige origem ilícita demonstrada e ocultação. O texto admite que os US$ 12,3 milhões não foram ligados à fraude do BRB e que identificar a origem ainda é pedido, não conclusão. Remessa por SWIFT, banco identificado, beneficiário identificado e comunicação ao COAF enfraquecem a tese de evasão: o caminho foi formal. E o destino apontado não é o bolso de Flávio, e sim um fundo nos EUA ligado à produção. Benefício político ou familiar não substitui vantagem patrimonial indevida.
As mensagens de WhatsApp não fecham o quadro. Print de terceira mão contra Eduardo, sem perícia de autoria, não prova que ele escreveu o que circulou. Cobrança de Flávio a um investidor com filme em andamento e orçamento estourando lê-se, com a mesma facilidade, como execução de contrato — não como venda de mandato. Frase de lealdade na véspera de uma prisão pesa na política; não cria ato de ofício.
O que justifica continuar apurando é o cheiro das circunstâncias: recusa no câmbio do próprio banco, rota alternativa, fundo parado, linguagem de urgência em torno do filme. Isso autoriza investigação. Não autoriza tratar o dossiê como denúncia pronta. Pelo recorte apresentado, Bolsonaro e o entorno aparecem a captar e cobrar financiamento de uma obra — e as conversas, sozinhas, não transformam isso em crime.
Enquanto isso o André Esteves e outros banqueiros estava preocupado em repor o FGC que o malandro esvaziou pra pagar os investidores
Vorcaro é um louco mais ele curtiu cada centavo
Me ajudem a recapitular o Vorcaro vivendo o extraordinário:
- Noivado: Coldplay, Andrea Bocelli, David Guetta, Michael Bublé, Martin Solveig, Sofi Tukker, Black Coffee, The Strokes, fadas dançarinas e piano flutuante, hotel de White Lotus em Taormina e castelli degli schiavi
Vão eleger Benedita da silva no Rio de Janeiro, que cálculo foi esse que fizeram pra enviar Carlos a Santa Catarina ? Tem horas que esses caras não pensa direito nas coisas
Se lascou
De acordo com pesquisa do instituto Atlas ND Mais para o Senado de Santa Catarina, Carol de Toni lidera a corrida eleitoral, seguida por Esperidião Amin e Carlos Bolsonaro.
Outros institutos revelam números distintos, a disputa segue indefinida.
Essa conta fecha? Um relógio de luxo avaliado em centenas de milhares de reais chamou a atenção nas imagens de Alexandre de Moraes. Mas a pergunta que surgiu é outra: quanto ganha um ministro do STF - e quanto tempo de salário líquido seria necessário para chegar a esse valor?
As eleições desse ano explicado com base na última volta do GP deu o título ao MAX VERSTAPPEN
HAMILTON - LULA SAI NA FRENTE NAS PESQUISAS COM PNEUS DESGASTADOS MAIS PARECIA QUE IA GANHAR ATÉ O MERCADO E AS CASAS DE APOSTA TAMBÉM
NO MEIO DA VOLTA O MAX VERSTAPEN - FLÁVIO PASSA NA ULTIMA VOLTA E NAS PESQUISAS E O HAMILTON - LULA NÃO PEGA MAIS ELE E TODO MUNDO INCRÉDULO
Financiamento de filme não é ato de ofício.
O que o material descreve, no essencial, é busca de dinheiro para uma produção — e cobrança para que o investidor honrasse o que já estava em curso. Isso pode ser constrangedor. Não é, por si só, crime.
Corrupção pede troca: voto, emenda, pressão sobre órgão público, algum ato de senador ou deputado em favor do Master. Nas páginas resumidas, esse ato não aparece. A própria acusação ainda pede que se vá atrás dele. Sem contrapartida, sobra negócio e exposição política, não tipificação.
Lavagem exige origem ilícita demonstrada e ocultação. O texto admite que os US$ 12,3 milhões não foram ligados à fraude do BRB e que identificar a origem ainda é pedido, não conclusão. Remessa por SWIFT, banco identificado, beneficiário identificado e comunicação ao COAF enfraquecem a tese de evasão: o caminho foi formal. E o destino apontado não é o bolso de Flávio, e sim um fundo nos EUA ligado à produção. Benefício político ou familiar não substitui vantagem patrimonial indevida.
As mensagens de WhatsApp não fecham o quadro. Print de terceira mão contra Eduardo, sem perícia de autoria, não prova que ele escreveu o que circulou. Cobrança de Flávio a um investidor com filme em andamento e orçamento estourando lê-se, com a mesma facilidade, como execução de contrato — não como venda de mandato. Frase de lealdade na véspera de uma prisão pesa na política; não cria ato de ofício.
O que justifica continuar apurando é o cheiro das circunstâncias: recusa no câmbio do próprio banco, rota alternativa, fundo parado, linguagem de urgência em torno do filme. Isso autoriza investigação. Não autoriza tratar o dossiê como denúncia pronta. Pelo recorte apresentado, Bolsonaro e o entorno aparecem a captar e cobrar financiamento de uma obra — e as conversas, sozinhas, não transformam isso em crime.
Já sabemos quem é esse “Daniel “
A pergunta agora é a quem Bolsonaro estava endereçando essa mensagem ?
Lembrando que nessa altura o Alexandre de Moraes fazia diariamente um inferno na vida dele
- Vamos supor uma autoridade filmada numa cena com menores (ou com pessoas do mesmo sexo ou com traficantes) e esse alguém ("Daniel") passe a fazer chantagem ameaçando divulgar esse vídeo.
Produtor de Dark Horse nos EUA diz que não entregará documentos à PF sem ordem da Justiça americana
Quero ver eles envolverem a justiça americana nisso e eles começarem e pedir documentos a respeito disso e ver a várzea que estão fazendo
Vai lá Flávio Dino por favor faça isso !
Se Alexandre de Moraes for ao plenário sozinho no dia 15, parte da Corte já avisou o preço: abre-se o porão. Não o dele — o de todos.
O recado dos bastidores é de uma delicadeza institucional rara. Julgar só Moraes seria seletivo. Então, no mesmo dia, que venham também as acusações que pesam sobre André Mendonça e o restante do cardápio. “Passar o STF a limpo”, nessa versão, significa: se alguém vai aparecer despido, o vestiário inteiro entra.
Tradução livre: a sessão que deveria decidir o limite de uma investigação pode virar leilão de podres. Não por amor à transparência. Por medo de que a faxina comece — e termine — num gabinete só.
O público assiste. Eles negociam quem suja primeiro.
JOGADAÇA DE MENDONÇA NO CASO MASTER
André Mendonça fez o que, no STF, já quase vira ato de coragem: não abriu, não fuçou e não “interpretou” sozinho os dados extraídos do celular de Vorcaro. Deixou tudo lacrado. E, em vez de resolver no gabinete, empurrou a decisão para o plenário.
Na terça, os 10 ministros vão ter de decidir coletivamente a validade do material e os limites da investigação que envolve Alexandre de Moraes. Ou seja: o ministro que costuma ditar o ritmo das coisas agora vai ter de esperar o colegiado dizer até onde a apuração pode ir — inclusive quando o nome no meio da história é o dele.
Mendonça não deu o espetáculo. Deixou o teatro para o plenário.
🚨 URGENTE: Gilmar Mendes acaba de notificar Edson Fachin, dizendo que essa sessão não pode acontecer na próxima terça-feira.
VÁRZEA!
FECHEM O STF, VIROU UM CIRCO!
O POVO QUER RESPOSTA
URGENTE: MENDONÇA NEGA ACESSO DE TUDO
ALEGA PRESERVAÇÃO DAS INVESTIGAÇÕES
EM RESUMO NÃO VAI SE LIBERAR TANTA COISA ASSIM ATÉ A CONCLUSÃO DESSAS INVESTIGAÇÕES