A CPIR, neste Dia das Mães, deseja lembrar que a igualdade racial ocorre quando todas as pessoas são contempladas. Isso significa incluir as matriarcas que amamentaram a nossa história. Reconhecer o papel das mães negras na construção de país melhor.
13 de maio, dia de reverenciar os Pretos e Pretas-Velhas, sua sabedoria e a resistência à escravidão. A dor do cativeiro não abateu a luta pela liberdade e respeito. Sigamos os exemplos deixados como herança, o fio condutor da nossa luta pela igualdade racial.
@Prefeitura_Rio
Parabéns ao Bruno Black, vencedor da categoria Lideranças Negras de Atitude, e também a todos aqueles que foram contemplados com este prêmio de incentivo às iniciativas no Rio de Janeiro!
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Neste fim de semana a equipe da CEPIR esteve no Theatro Municipal para o Prêmio Atitude Carioca 2022. Concorríamos com o Guia Cultural e Gastronômico da Pequena África na categoria Lideranças Negras de Atitude.
A láurea, parceria da Câmara de Comércio e Indústria do Estado do Rio de Janeiro – CAERJ com a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, foi dada – na categoria em que fomos finalistas – a outra ação importante para o nosso estado.
📚 O pacto da branquitude (2022)
Cida Bento
Editora Companhia das Letras
Um convite a deslocar nosso olhar para aqueles que a fim de se manter no centro, empurram os demais para a margem, e a proposta de um novo acordo civilizatório.
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Chegou o dia mais esperado da semana e a CEPIR traz 3 dicas de livros com temática antirracista para quem quer aproveitar o fim de semana num clima de paz – reflexão – e descanso!
📚 Enquanto os dentes (2017)
Carlos Eduardo Pereira
Editora Todavia
Um retrato preciso e necessário de um Brasil intolerante: narra a volta de Antônio à casa de sua infância, mostrando a discriminação que se esconde dentro das famílias e instituições.
Ruby é memória viva da luta contra o racismo. Ela criou em 1999 uma fundação de inclusão social que leva o seu nome. Ela lançou um livro, “Through My Eyes”, que conta a história pela qual passou. Esse momento foi contado no filme “Ruby Bridges”, disponível em streaming.
O #TBT de hoje traz um pouco da história de Ruby Bridges, símbolo da luta contra a segregação racial nos EUA. Ela hoje completa 68 anos e com apenas seis, em 1960, foi a primeira criança negra a estudar numa escola primária caucasiana em seu país.
A população protestou fora e dentro da escola. Ela foi escoltada por policiais até a instituição de ensino, em 14 de novembro de 1960, e somente uma professora a aceitou. Como forma de retaliação à presença de Ruby, 500 famílias brancas cancelaram a matrículas dos filhos.
“Airosa Passeata” retrata a passeata em que ele, à frente de mais de duas mil pessoas, a maioria composta por negros recém-libertados, foi às ruas de Cachoeira na noite de 13 de maio de 1888, em razão da assinatura da Lei Áurea.
Hoje o #HistóriaNegra de hoje lembra a história do maestro, clarinetista, compositor e professor de música brasileiro Manoel Tranquilino Bastos. Criador da filarmônica Sociedade Orpheica Lyra Ceciliana, que atua até hoje na cidade de Cachoeiras, Bahia, onde o maestro nasceu.
Tranquilino foi um abolicionista. Trabalhou como jornalista e defendia ideias humanistas. Faleceu em 1935 e deixou um legado musical e histórico importante para nossa sociedade, como o “Hino Abolicionista” e a música “Airosa Passeata”.
A Lei de Cotas completa hoje 10 anos de aprovação no Congresso Nacional. A decisão foi um avanço para a sociedade brasileira que historicamente excluía pessoas pretas de diversos espaços, principalmente os de Educação.
Com a lei, muito mais pessoas tiveram acesso ao ensino acadêmico e caminhamos um pouco como sociedade de direitos igualitários. O racismo estrutural persiste. É preciso avançar na construção de políticas públicas afirmativas para promover a igualdade racial.