quando eu tive contato com gente rica percebi que a desigualdade tb aparece na preservação da memória. eles têm registro de absolutamente tudo, e em ótima qualidade. materiais que atravessam gerações e que são revisitados periodicamente para que essas pessoas não sejam esquecidas
On dirait une représentation grecque de ces films américains où on vois pendant plusieurs heures un soldat américain être triste de tous les crimes de guerres qu'il a commis au Moyen-Orient
Eu não tenho pena do Vitória. O Palmeiras tem que roubar e não só o Vitória, tem que roubar todos os times do BR.
Essa rapaziada fica nessa de ser anti Flamengo enquanto a porcada passa o pau na cara deles e não acontece nada.
Bem feito! Que o Palmeiras continue roubando todos.
Dia 29.07.1971, data do primeiro feito de Arthur Antunes Coimbra.
Em todos os anos de glórias do Clube de Regatas do Flamengo, existe A.Z. e D.Z., antes e depois de Zico. Há 55 anos, tivemos o marco inicial da carreira de um dos maiores jogadores da história do futebol. Com o número 9, o eterno camisa 10 da Gávea entrou no decorrer do jogo e deu a assistência para o gol da vitória contra o Vasco.
Obrigado hoje e sempre, Rei 👑
“A visão de mundo de Nolan não é grande o bastante para caber deuses de verdade nem pessoas de verdade que pudessem ser diferentes de nós.”
gente ela esmagou KKKKKKK
Ridícula escolha do Nolan.
Logo quando a Helena é negra, ele decide colocar uma cicatriz horrorosa nela... Sendo que nem na ilíada, nem no poema épico, há SEQUER menção de cicatriz.
"A, mas foi uma escolha...". Sim, uma escolha da branquitude.
Helen of Troy showing up with a massive scar across her face in Nolan’s #Odyssey isn’t some random makeup choice. It’s the whole point.
In the myths, Menelaus takes one look at her after Troy falls and drops the sword because her beauty is still that overwhelming. Nolan isn’t interested in that fairy tale. He gives her a permanent mark and has Bernthal’s Menelaus openly mock it in front of Telemachus: “the face that launched a thousand ships… or make that five hundred.”
The scar is what happens when the man who spent ten years fighting to get his wife back actually gets her back. All the bodies, the lost years, the bitterness has to go somewhere. So instead of the legendary beauty walking away untouched, she’s walking around with the physical receipt of what that war cost everyone.
It’s not subtle. It’s Nolan saying the aftermath of Troy wasn’t a clean reunion. It was ugly, personal, and permanent. And Helen is the one who has to wear it. #theOdyssey
Emily Wilson, a tradutora feminista da Odisseia que teve a obra usada como base para a Nolanceia, foi com tudo pra cima do filme.
Digam agora que quem não gostou é redpill de direita que não leu, seus trouxas.
Alguns destaques do texto dela:
“É um espetáculo audiovisual para toda a família, como uma queima de fogos elaborada do 4 de Julho, e com mais ou menos a mesma profundidade narrativa e emocional.”
“A Odisseia não é chata, graças ao material de origem, que é impossível de estragar por completo.”
“O filme entrega a combinação habitual de Nolan: grandiosidade e superficialidade.”
“O casting racialmente neutro da Odisseia de Nolan foi inevitavelmente deplorado em certos círculos. Mas não há nada de progressista nele.”
“A maioria dos atores não brancos interpreta variações do melhor amigo negro, cujo único papel no drama é socorrer o protagonista branco.”
“Calipso é uma terapeuta não remunerada, acalmando a alma do maltrapilho Odisseu, tomado de estresse pós-traumático, com drogas.”
“A Penélope de Nolan não tem sonhos.”
“O roteiro não lhe dá nada para fazer além de ansiar por Matt Damon, por razões desconhecidas.”
“Não há deuses, e ainda assim naufrágios e mortes são apresentados como consequência inevitável de cegar o filho de Posêidon.”
“A lei de Zeus é retratada como decisiva, e ainda assim não existe Zeus.”
“A visão de mundo de Nolan não é grande o bastante para caber deuses de verdade nem pessoas de verdade que pudessem ser diferentes de nós.”
“Escrever diálogo não está entre os talentos de Nolan. A linguagem é implacavelmente expositiva, sem humor e sem relevo.”
“Eu teria vergonha de ter escrito qualquer parte deste roteiro.”
“O Odisseu de Damon não é complicado, nem astuto, nem engenhoso.”
“A escrita é péssima. Não há cenas de sexo, e toda a comida parece horrível.”
“Matar com a ajuda de truque, tecnologia e armas é ruim quando os gregos matam troianos, e bom quando Odisseu mata os pretendentes.”
“Estrangeiros em Ítaca devem ser tratados com bondade, como possíveis deuses disfarçados. Estrangeiros em terras estrangeiras costumam ser monstruosos, para serem cegados, roubados e massacrados.”
“Não nos mostram que a guerra ou a matança são ruins, apenas que homens bons às vezes se sentem mal a respeito. É um ponto muito diferente.”
“Essa subtrama confusa é enfiada no filme para sustentar o ponto incansavelmente didático de Nolan sobre o mundo anglófono contemporâneo: que as mentiras e a xenofobia da guerra ao terror e do Brexit deram início a um declínio cultural que agora destrói os valores que ‘nós’ mais prezamos.”
“Apesar de tudo isso, o lançamento de A Odisseia ainda é motivo de comemoração.”
“Numa era que nos dizem ser de letramento em queda e de ‘morte das humanidades’, traduções da Odisseia, inclusive a minha, estão voando das prateleiras.”
O texto dela aberto e na íntegra: https://t.co/sQxmME4Enx
“O casting racialmente neutro da Odisseia de Nolan foi inevitavelmente deplorado em certos círculos. Mas não há nada de progressista nele.”
“A maioria dos atores não brancos interpreta variações do melhor amigo negro, cujo único papel no drama é socorrer o protagonista branco.”
Emily Wilson, a tradutora feminista da Odisseia que teve a obra usada como base para a Nolanceia, foi com tudo pra cima do filme.
Digam agora que quem não gostou é redpill de direita que não leu, seus trouxas.
Alguns destaques do texto dela:
“É um espetáculo audiovisual para toda a família, como uma queima de fogos elaborada do 4 de Julho, e com mais ou menos a mesma profundidade narrativa e emocional.”
“A Odisseia não é chata, graças ao material de origem, que é impossível de estragar por completo.”
“O filme entrega a combinação habitual de Nolan: grandiosidade e superficialidade.”
“O casting racialmente neutro da Odisseia de Nolan foi inevitavelmente deplorado em certos círculos. Mas não há nada de progressista nele.”
“A maioria dos atores não brancos interpreta variações do melhor amigo negro, cujo único papel no drama é socorrer o protagonista branco.”
“Calipso é uma terapeuta não remunerada, acalmando a alma do maltrapilho Odisseu, tomado de estresse pós-traumático, com drogas.”
“A Penélope de Nolan não tem sonhos.”
“O roteiro não lhe dá nada para fazer além de ansiar por Matt Damon, por razões desconhecidas.”
“Não há deuses, e ainda assim naufrágios e mortes são apresentados como consequência inevitável de cegar o filho de Posêidon.”
“A lei de Zeus é retratada como decisiva, e ainda assim não existe Zeus.”
“A visão de mundo de Nolan não é grande o bastante para caber deuses de verdade nem pessoas de verdade que pudessem ser diferentes de nós.”
“Escrever diálogo não está entre os talentos de Nolan. A linguagem é implacavelmente expositiva, sem humor e sem relevo.”
“Eu teria vergonha de ter escrito qualquer parte deste roteiro.”
“O Odisseu de Damon não é complicado, nem astuto, nem engenhoso.”
“A escrita é péssima. Não há cenas de sexo, e toda a comida parece horrível.”
“Matar com a ajuda de truque, tecnologia e armas é ruim quando os gregos matam troianos, e bom quando Odisseu mata os pretendentes.”
“Estrangeiros em Ítaca devem ser tratados com bondade, como possíveis deuses disfarçados. Estrangeiros em terras estrangeiras costumam ser monstruosos, para serem cegados, roubados e massacrados.”
“Não nos mostram que a guerra ou a matança são ruins, apenas que homens bons às vezes se sentem mal a respeito. É um ponto muito diferente.”
“Essa subtrama confusa é enfiada no filme para sustentar o ponto incansavelmente didático de Nolan sobre o mundo anglófono contemporâneo: que as mentiras e a xenofobia da guerra ao terror e do Brexit deram início a um declínio cultural que agora destrói os valores que ‘nós’ mais prezamos.”
“Apesar de tudo isso, o lançamento de A Odisseia ainda é motivo de comemoração.”
“Numa era que nos dizem ser de letramento em queda e de ‘morte das humanidades’, traduções da Odisseia, inclusive a minha, estão voando das prateleiras.”
O texto dela aberto e na íntegra: https://t.co/sQxmME4Enx