Somos o Centro de Estudos da Religião e Políticas Públicas da Universidade de São Paulo. Estudamos relações entre religião, economia e políticas públicas.
Este é o perfil oficial do CERP USP - Centro de Estudos da Religião e Política Pública, afiliado à Universidade de São Paulo.
Buscamos entender a evolução das religiões e sua relação com o desenho das políticas públicas no Brasil.
Saiba mais, no fio, sobre o que fazemos 👇🧶🧵
Novo artigo na Folha de S.Paulo analisa o avanço evangélico no Brasil pela lógica da oferta:
"As igrejas cresceram não porque atendem melhor os pobres, mas porque se organizaram de forma mais eficiente."
Artigo escrito por membros do CERP
Hoje a @folha publica artigo em que comentamos os achados dessa pesquisa. Em poucas palavras, o lado da oferta, geralmente pouco estudado, importa muito.
https://t.co/OlFHTgCvQe
Entre 1980 e 2010, é verdade que o avanço evangélico foi mais acentuado nas faixas de renda intermediária, mas também alcançou os 20% mais ricos. Isso revela um processo mais amplo e articulado com transformações sociais e econômicas do país.
Raphael Corbi (@rbcorbi) e Fabio Miessi (@FMiessi) estão mais uma vez no @Estadao, onde analisam a expansão do pentecostalismo no Brasil. O artigo desafia a visão dominante de que esse fenômeno está restrito às camadas mais pobres da população:
https://t.co/ZjqLhBFP9O
Artigo de @rbcorbi e @FMiessi na @folha explicando as causas principais da desaceleração do crescimento evangélico mostrado pelos novos dados do Censo.
#OPINIÃO
📝Fabio Miessi, Raphael Corbi | Por que o avanço evangélico estagnou e não deve voltar?
↪️As igrejas evangélicas pareciam destinadas a dominar o cenário religioso brasileiro, mas os dados do Censo de 2022 contam uma história diferente https://t.co/8w4eM6CCSA
Na entrevista do dia, Denise Campos de Toledo conversa com o doutor em economia Fabio Miessi, professor da EESP/FGV e um dos fundadores do CERP, Centro de Estudos da Religião e Políticas Públicas, sobre os dados de religião do Censo 2022 do IBGE.
Foto: Reprodução Redes Sociais
Saturação regional, competição entre denominações e o avanço dos "sem religião" — que agora se aproximam de 10% da população, sobretudo entre os jovens — ajudam a explicar essa desaceleração.
🧵 1. Acabaram de sair os dados do Censo sobre religião.
Sim, o número de evangélicos cresceu — agora são 26,9% da população.
Mas o aumento foi bem menor do que indicavam muitas projeções recentes.
Nova publicação no @JotaInfo ! Meliza Franco (@MelizaFranco9) fala sobre o voto de Flávio Dino a favor de lei que reforça status privilegiado do cristianismo na sociedade brasileira
Artigo | Bíblia pode ser livro obrigatório do acervo de bibliotecas públicas? Não
Na ADI 5255, Flávio Dino vota a favor de lei que reforça status privilegiado do cristianismo na sociedade brasileira
https://t.co/jqh3NgW8mO
Meu artigo de opinião no @oglobo sobre a proposta do Novo Código Eleitoral sendo discutida no Congresso que liberaliza campanha política nas igrejas e seus perigos para o Estado laico e a democracia, com Fabio Miessi Sanches e Meliza Franco do @cerp_usp
https://t.co/Atj5cDtdTo
Forthcoming in AEJ: Applied Economics: "Divine Policy: The Impact of Religion in Government" by Jeanet Sinding Bentzen, Alessandro Pizzigolotto, and Lena Lindbjerg Sperling. https://t.co/l0l30k4qjp
A pesquisa mencionada na matéria analisou a relação entre isenções fiscais e o crescimento das igrejas evangélicas, no Brasil, mostrando um aumento de 10% no número de igrejas (entre 1992 e 2018), em comparação com o que se esperaria sem esse incentivo.