A aproximação do fim me deixa extremamente triste. Comecei a acompanhar o Cristiano Ronaldo ainda na infância, passei pela adolescência e continuo acompanhando na fase adulta. Ele esteve presente, de alguma forma, em todas as etapas da minha história.
Será impossível criar essa mesma identificação por outro jogador no estágio atual da minha vida, porque aquele Alex que se encantou pelo Cristiano Ronaldo pela primeira vez também não existe mais. O tempo passou, nós dois mudamos, as prioridades mudaram.
O que permaneceu foi a honra e o respeito por tudo o que ele representou e por tudo o que ainda me proporciona. Talvez por isso eu continue aqui, nas trincheiras, e assim permanecerei até depois do fim. Porque sinto que ainda tenho o dever de espalhar a palavra CR7 até o meu último suspiro de vida, o defendendo dos covardes e desonestos que insistem em reescrever a sua brilhante história.
E mesmo assim, isso ainda seria pouco diante das incontáveis vezes em que ele me fez sorrir.
Saíram de “está aposentado e não vai tocar na bola” para “contra seleção fraca é fácil”.
Argumento esse que não serviu para nenhum dos craques nessa Copa (até agora, né?).
Continuem torcendo contra, safadas. Mas com um mínimo de coerência. Grato desde já.