Doutor em Comunicação e professor de cinema. Curador do Mov - Festival Int. de Cinema Universitário. Colunista da Revista Fórum.
Democracia para sempre.
Minha tese, "Paisagens em multiverso: reivindicações do lugar pela ficção audiovisual", já está no repositório da UFPE. Quem se interessar, eu ficaria muito feliz com a leitura. Esta é uma tese de sobre cultura audiovisual, com ênfase no espaço cênico
https://t.co/a2gqHMmQRq
Disclaimer: não exatamente sobre a forma de arte não realista, mas contra a ideia seguida por muitos socialistas de que o realismo social, e apenas ele, é a forma de arte da nova sociedade por excelência.
Vozes na estrada: o país imaginado de “Dry Leaf” – Por Cesar Castanha
O filme é sobre o esforço de permanecer em contato com o mundo, ainda que esse contato seja imaginativo e o destitua de sua nitidez
https://t.co/IuZCqEnx00
Vozes na estrada: o país imaginado de “Dry Leaf” – Por Cesar Castanha
O filme é sobre o esforço de permanecer em contato com o mundo, ainda que esse contato seja imaginativo e o destitua de sua nitidez
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Sustentando o olhar sobre Gaza – Por Cesar Castanha
“Com Hasan em Gaza” revela um cinema que não pretende a restauração do que foi perdido, mas sustentar um olhar engajado, tão vulnerável quanto o lugar que filma
https://t.co/VM2watn7JZ
Sustentando o olhar sobre Gaza – Por Cesar Castanha
“Com Hasan em Gaza” revela um cinema que não pretende a restauração do que foi perdido, mas sustentar um olhar engajado, tão vulnerável quanto o lugar que filma
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Pior que há alguns casos em que o olhar externo à “localidade” que alguns filmes articulam parece deixar de valorizar algo do que eles trazem (justiça para Inferninho), mas evidentemente o filme em questão na pauta do dia não está vivendo esse risco.
Reconhecer que as posições culturais que ocupamos informam a maneira como vemos filmes, construímos gosto e respondemos afetivamente a produtos culturais é bem pertinente.
Bem diferente disso é projetar unanimidades de determinadas posições culturais em resposta a filme x ou y.
Pontes de Madison é um ótimo filme, mas uma resposta ruim pra pergunta, porque o casamento de Francesca é explicitamente posto como ausente de qualquer desejo. A gaia de Desencanto rola em um casamento feliz e pleno.
Uma crise geracional (diferença de 3 anos) que tive agora com Pedro é que acho inaceitável viver sem programa de editor de texto em docx no computador, e ele está indignado que eu não simplesmente uso uma das muitas ferramentas online gratuitas.
Aparentemente meus “jeitinhos” de ter o Word gratuitamente se esgotaram (a pirataria está mesmo morrendo), mas estou sobrevivendo bem com o WPS, até agora tô gostando.
Você espera que o “quem matou” traga uma catarse moral com Celina ou Heleninha como assassinas, mas não, foi só Leila cometendo um equívoco. É realmente muito bom.
A revelação de Leila como assassina é muito desgostada por ser vista como aleatória e sem propósito, mas essa quebra da causalidade/necessidade dramática que ela traz pra revelação, como Lucca tá apontando, é maravilhosa. +
o alto nível de construção narrativa que leva à morte na original, a profundidade política da tragédia que ocorre por ironia do destino (morta pela leila), tudo é descartado quando você não mata odete roitman e faz ela "servir" no final. novela burra fr to encantado com o estrume