Especialista em psicologia do trauma e com experiência no atendimento a refugiados, Akbar vê a viagem de Odisseu como uma metáfora da vida adulta. Os desvios não seriam acidentes de percurso, mas experiências que ajudam a moldar quem chega ao destino.
O interesse por "A Odisseia" voltou a crescer com a adaptação dirigida por Christopher Nolan. Entre os livros que retomam o clássico está "The Odyssey Mindset", da psicóloga Sam Akbar, que interpreta a jornada de Odisseu à luz da psicologia contemporânea.
Outro conceito discutido é o da "aceitação radical". A ideia não é resignação. Segundo Akbar, reconhecer uma perda ou uma mudança como ela realmente é permite direcionar energia para aquilo que ainda pode ser transformado, em vez de prolongar o sofrimento pela negação.
“Mas os dois compartilham a mesma operação mental: dissolvem pessoas em identidades coletivas e distribuem culpas, méritos e obrigações segundo a pertença a grupos.
[…] Nenhum consegue enxergar que nem tudo é militância. Às vezes, um jogo de bola é só isso mesmo.” (Wilson Cunha)
“Os identitarismos de direita e de esquerda não são equivalentes em seus efeitos. Um nega cidadania e ergue muros raciais dentro da nação. O outro patrulha afetos e converte escolhas banais —e deliberadamente irracionais— em testes de virtude.”
Para quem duvida: o vídeo abaixo mostra alguns lances do Rei na partida de comemoração dos seus 50 (!) anos, em 1990. Na época, o Pelé estava há 13 anos sem jogar profissionalmente. O Divino Negão era um monstro!
Estudo publicado na Science identificou que experiências influenciam a regulação do sono.
A pesquisa mostrou que situações negativas aumentam a fragmentação do descanso, enquanto experiências positivas favorecem um sono mais estável.
Ontem, o Brasil avançou. Mas o dia também reservou uma despedida difícil.
Sempre gostei do futebol holandês. Poucas seleções influenciaram tanto a história do jogo sem levantar a taça.
A Holanda dos anos 1970 deixou um legado que mudou a forma de pensar o futebol.
O hino do Brasil foi o mais bem avaliado entre as 48 seleções da Copa em ranking do The Athletic, braço de jornalismo esportivo do NY Times.
A análise levou em conta a capacidade de emocionar jogadores e torcedores, inclusive de outras nacionalidades, além da curta duração.
Comparar diretamente o desempenho de titulares e jogadores que entram no segundo tempo como indicador de superioridade técnica sempre faz sentido?
Em muitos casos, essa leitura é limitada.🧵
Quem entra depois atua em um cenário distinto, com vantagem física e enfrentando adversários já desgastados pela primeira etapa, o que pode inflar a percepção de impacto individual.🧵
Possíveis adversários do Brasil nas oitavas, Japão e Holanda empataram por 2 a 2 em um jogo definido pela disputa entre posse e transição.
A Holanda mantém a bola no campo rival, enquanto o Japão acelera na recuperação.