AtleTiba com asterisco na Copa?
Torcedores de Athletico e Coritiba estão orgulhosos das atuações de Bruno Guimarães e Matheus Cunha, respectivamente, nesta primeira fase da Copa do Mundo.
Porém, existem dois pontos opostos quando analisamos as histórias e as relações desses atletas com os clubes curitibanos.
Se, por um lado, Matheus Cunha chegou ainda criança ao CT da Graciosa, fez toda a sua base no Coxa, Bruno Guimarães não é um original “piá do Caju”. Isso porque fez sua formação no Audax, de Osasco, profissionalizou-se lá em 2015 e só chegou ao Athletico em 2017.
Por outro lado, Bruno fez história vestindo a camisa rubro-negra, conquistando títulos relevantes e se destacando na Baixada pela primeira vez na carreira. Já Cunha não chegou a atuar pela equipe principal do Coritiba: foi vendido muito cedo e por um valor considerado baixo, sem construir uma identificação mais forte com a torcida por meio de atuações no profissional.
O fato é que, apesar dessas diferenças, tanto atleticanos quanto coxas-brancas vibram com seus garotos. Hoje, eles são os maiores destaques da equipe de Ancelotti, ficando atrás apenas da estrela Vini Jr.
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Quanto vale fazer parte da história de um clube?
Aqui no Coritiba, valor não se resume a cifrões.
Valor é tempo.
É dedicação.
É a soma de CPFs que fazem um CNPJ existir de verdade.
É gente que pensa, gente que cria, gente que executa.
São processos, decisões e movimentos puxados por pessoas que acreditam no que fazem.
Como uma engrenagem viva, tudo no Coritiba funciona bem porque todos trabalham bem.
Cada conquista individual funcionou como um incentivo para chegar mais longe.
Cada objetivo pessoal reforçou o caminho que escolhemos trilhar juntos.
E quando cada um entrega o seu melhor, o coletivo alcança o que parecia distante.
No dia 04 de abril de 2025, na véspera da nossa estreia na Série B, vivemos um momento que simbolizou tudo isso.
Reunimos no gramado todos que constroem o clube diariamente. Colaboradores, atletas, comissão técnica, diretoria e staff.
Não foi apenas uma foto.
Foi um ato de união.
Foi reconhecer que o propósito era maior que cada indivíduo.
Sabíamos que chegar lá exigiria sintonia.
Sintonia entre departamentos.
Sintonia entre pessoas.
Sintonia entre o que acontece dentro e fora do campo.
E naquele encontro, percebemos que estávamos alinhados, conectados, prontos e obcecados.
E nesta última segunda-feira (24), refizemos o registro e pudemos olhar para o ano que passou com orgulho e gratidão.
Cumprimos nosso objetivo.
Somos um time de Série A.
Somos um time CAMPEÃO.
Nada disso teria sido possível sem todos aqueles que estão aqui diariamente.
Parabéns a todos que constroem o Coritiba.
Que venha a próxima temporada e vamos juntos por mais!
Andreas Pereira vai viver uma das experiências mais ÚNICAS que um jogador já teve no futebol.
Perdeu uma final de Libertadores pelo Flamengo com uma falha decisiva. O Palmeiras foi campeão.
Quatro anos depois, vai pra final da Libertadores pelo Palmeiras, contra o Flamengo.
Os roteiros que o futebol proporciona são bizarros.