obviamente foi um caco dela, mas n tinha o menor cabimento a personagem falar isso kkkkkkkk mas eu ri porque ficou uma coisa meio manu days em vale tudo tentando encaixar tudo no roteiro da novela
Já assisti ao documentário do Ronaldinho Gaúcho e uma frase que o Ronaldo Nazário diz me impactou. Ele fala que o Brasil de 2002 tinha uma força de grupo que difícilmente alguém voltará a encontrar. A nova geração está mais preocupada em arrumar uma loira da CBF, ostentar riqueza e virar celebridade.
Eu que assisti Cabo Verde e Paraguai SANGRAR EM CAMPO ver a minha própria seleção jogar da maneira mais porca e relaxada é realmente RIDÍCULO, me desculpem mas esses caras ganham MILHÕES pra fazer isso???? É inacreditável a vergonheira
o povo só quer achar um culpado que não seja o jogador de estimação deles, mesmo com o pênalti perdido ainda tinha jogo a beça e perderam gols ridiculamente.
Lamento, mas tem que xingar quem botou ele pra bater
Ele fez vários bons jogos pela seleção, bem imperdoável perder o pênalti, mas não é responsabilidade isolada, tiveram mais 90 minutos de jogo pra decidir
Meio injusto pq foi um dos jogadores mais consistentes do elenco até ali
Bruno e Endrick não podiam perder os gols que perderam, é claro. Mas vamos além, e não é pegar no pé, apenas constatar o óbvio: a entrada de Neymar estragou o melhor momento do Brasil no jogo. Porque Endrick teve que cair para a direita, onde é menos perigoso e marca mal; Vini também não ficou mais solto e teve que marcar mais, enquanto o craque dava suas corridinhas cenográficas atrás dos noruegueses. A aposta foi toda na qualidade individual de quem já foi um gênio, mas não joga futebol há 5 anos. Poderia ter dado certo, porque futebol é assim, mas não aconteceu. Responsabilidade é toda de Ancelotti, que até fazia um bom trabalho, e não de Neymar, acostumado a ter seus desejos atendidos. Resta olhar pra 2030, levando para a Copa 26 jogadores profissionais em condições.
Uruguay es violento, Paraguay es violento, Argentina es violento.
Los únicos que no son violentos son los europeos que colonizaron y esclavizaron al resto del mundo durante 300 años.
brasil ganhando de virada: futebol esporte maravilhoso democrático catarse coletiva única no mundo
times europeus ganhando de virada: futebol esporte demoníaco fonte de mazelas desigualdades e vícios terríveis
essa greve dos ônibus e todas as outras mostram pra gente como o sistema coloca trabalhadores contra trabalhadores. se a greve tá rolando você não tem que ficar com raiva de quem fez a greve, vc tem que ficar com raiva dos nossos governantes que terceirizam +
my favorite part of the world cup has been watching brazilians decimate every country, one by one, on this app…every time I see a “translated from portuguese” I know it’s about to be the most sensational, unhinged, accurate read I have ever seen
a pessoa toma uma Neosaldina e pode ser suspensa por doping agora vai abusar sexualmente de outra pessoa que chega o “mas…” “leis nacionais…” “seria esse o papel do esporte?” “mas ele é tão talentoso”
vão se fuder
Égua, bora desinflar o moralismo raso e o telefone sem fio da internet para enxergar com honestidade a geopolítica por trás desse jogo do Irã contra o Egito.
Ao contrário do que a timeline espalhou por aí para criar engajamento, nenhuma das federações ameaçou abandonar o campo ou boicotar a partida. O que aconteceu de verdade foi um ofício formal e diplomático enviado à FIFA solicitando que o protocolo oficial do jogo não fosse vinculado às ações promocionais da Pride Match, por chocar com suas leis nacionais e crenças. E aquela história de que tentaram proibir manifestações na cidade de Seattle? Juridicamente impossível, o pedido se limitava estritamente ao escopo do gramado. Tanto que as bandeiras do arco-íris foram totalmente permitidas e vistas nas arquibancadas, conforme garante o Código da FIFA.
A grande e dolorosa contradição desse cenário que o Ocidente adora fingir que não vê é a assimetria cultural. Atletas cristãos em ligas europeias de elite, como a Premier League, frequentemente se recusam a aderir a campanhas semelhantes por motivos de foro religioso, e o caso é tratado com discrição e respeito à liberdade de crença. Mas quando o posicionamento parte de nações do Oriente Médio, a máquina do julgamento ocidental opera pesado para desumanizar o debate.
O Irã solicitou formalmente o uso de braçadeiras pretas de luto, já que a partida caiu justamente na semana da Ashura, uma data sagrada que move as profundezas da alma e da identidade xiita. A FIFA vetou. A resposta dos atletas veio no hino, usando pulseiras pretas por conta própria: um ato silencioso e poderoso de resistência espiritual.
Exigir um alinhamento ideológico cego de uma seleção que, dias antes do jogo, viu seu país ser bombardeado em Sirik, que enfrentou barreiras severas de vistos, destruição de centros de treinamento e que embarcou de volta imediatamente após o apito final, é de um etnocentrismo cruel. A prioridade ali era a sobrevivência, o esgotamento mental deles era real.
No fim das contas, a fala do capitão Taremi foi cirúrgica: pontuou o respeito humano, delimitou a barreira dogmática da fé e encerrou o assunto. O VAR operou uma injustiça milimétrica anulando o gol em campo hoje, mas a verdadeira falta de respeito com o povo iraniano começou muito antes de a bola rolar. 🇮🇷⚽️ de cabeça erguida sempre!