Quem não consegue resolver problemas, combate perceções. Afinal o “não é não” de Luís Montenegro para a extrema-direita é mais “vão à frente que eu vou lá ter”. Pagaremos muito caro esta incapacidade da direita tradicional em ter a sua própria agenda política.
a revista 🇬🇧 @TheEconomist a dedicar o seu obituário habitual a celeste caeiro, a mulher q fez dos cravos vermelhos o símbolo de Abril.
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@afonsomaiasilva Aqui há uns meses surgiu a associação @causa_publica (com nomes como Alexandra Leitão, Ana Drago, Paes Mamede, Daniel Oliveira, Pedro Delgado Alves...), que foi pensada precisamente para permitir esse diálogo à esquerda em tempos de maioria absoluta.
@cabreuamorim Caro Professor, não questionando a qualidade e preparação de Fernando Alexandre para o exercício de funções, penso ser negativo juntar a Educação, o Ensino Superior e a Ciência num super-ministério. Falta conhecer os secretários de Estado, mas para já penso ser um mau sinal.
Tendo em conta os últimos dias, lembrei-me deste pequeno excerto de uma entrevista a Vitorino Magalhães Godinho (um dos maiores historiadores portugueses do séc. XX), numa entrevista de 1988, sobre a democracia. É bom para reflectirmos sobre o que aí vem.
Ricardo Costa folheou o Correio da Manhã desta quarta-feira, leu as notícias de crimes e deixou o desafio: “Dou-vos um doce se houver dois crimes que tenham imigrantes envolvidos”
“Está ‘tudo bem’ com estes crimes domésticos, que nos deviam envergonhar. Mas de repente todos temos uma ‘sensação de insegurança’. “Tenhamos vergonha das nossas sensações”, concluiu Ricardo Costa.
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@tomasrcardoso_ O erro do Rio é o erro que o Montenegro parece querer repetir - não estabelecer uma linha vermelha clara e inequívoca relativamente ao Chega. Essa ambiguidade foi um dos fatores que contribuiu decisivamente para a maioria absoluta ao PS.