Novos dados sobre religião amanhã. 2 hispóteses:
1) Tendência em curso progressiva e constante, evangélicos, cerca de 27%, católicos 47%, sem religião 14%;
2) Confirma-se Camerotti - os católico caíram de 64% -> 60%. Os evangélicos subiram de 22% -> 24%. Seria surpreendente.
O Agregador do Aliança LAB compila diversos levantamentos para fornecer tendências de filiação religiosa no Brasil. Possivelmente, o próximo Censo confirmará essa trajetória: em 2022, data da coleta, o IBGE registrou 25,7 % de evangélicos e 52 % de católicos.
O contexto é dinâmico: passaram-se 3 anos desde a coleta do Censo, e a filiação evangélica registrou alta de 2,3 p.p. (≈ 9 %), saltando de 25,7 % para 28 %, enquanto o cat. recuou 4,1 p.p. (≈ 7,9 %), caindo abaixo de 50 % pela primeira vez.
71% das Igrejas Evangélicas do Brasil tem até 200 membros.São pequenas Igrejas em sua maioria pentecostais, de bairro e em regiões empobrecidas. Tais Igrejas cumprem um forte papel social e comunitário. Essa é a verdadeira face dos evangélicos brasileiros.
Frequência de Prática Religiosa - Evangélicos e Católicos
Fé quente: Quase metade dos evangélicos são assíduos às suas comunidades (49%), enquanto apenas 1/3 do católicos são "muito praticantes" (30%). Regularidade litúrgica marca a religião que mais cresce no Brasil.
Chama a atenção a interação eventual: 34% entre os evangélicos e 43% entre os católicos, afirmam participação eventual em suas comunidades e/ou praticas.
O ponto de inflexão no crescimento populacional no Brasil: 2042. A partir deste ponto, a pop. retrai. Baixa fertilidade e longevidade tornarão, ainda neste século, grisalho o país.