Let yourself be guided by Grace.
A gilded path, woven through the remnants of a shattered world.
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Pelo jeito ninguém quer se comprometer meses antes das eleições... A Parada LGBTQIAPN+ é sem dúvidas, um dos eventos mais importantes do país para dar visibilidade à comunidade, defender direitos e etc. E isso, se vê completamente esvaziado pelas próprias marcas q um dia estiveram ali. Algo que um dia, estava em "alta" onde todas as marcas queriam estar, hoje se vê um silêncio ensurdecedor da grande maioria. É revoltante ver que muita gente, e também muitas marcas, só entram nessas pautas quando é conveniente. Nos últimos anos, vimos uma queda significativa nos investimentos em ações voltadas para a população LGBTQIAPN+, para pautas raciais e para outras causas sociais. Isso não acontece por acaso. Estamos em um momento em que apoiar determinadas causas passou a ser tratado como um "risco" ou uma "queimação" para as empresas, grandes veículos e pessoas. Para muitos, especialmente marcas, defender diversidade, inclusão etc, deixou de ser visto como necessidade e passou a ser visto apenas como uma questão econômica - ou talvez sempre foi vista como econômica. “Agrada" um lado e "desagrada" o outro... Ou "queremos fechar publicidade com gente que é neutra, que não se posiciona," é isso que se tem ouvido nos bastidores. E óbvio, que muitos se mantém neutro, sem querer se comprometer e ajudar a vida das pessoas. A Parada aconteceu hoje, mas com muito esforço para garantir uma estrutura mínima. A redução de patrocínios também é um reflexo dos discursos conservadores da extrema direita, discursos criminosos sendo naturalizados e como consequência, as empresas não querem se comprometer. Algumas agem minimamente com pautas de diversidade, mas nada muito evidente. E indo ainda mais além, também é um clássico ver marcas, empresas, personalidades que pagam de "diversos" ou “militantes" nas propagandas, discursos etc. Mas por trás da câmera o mesmo de sempre: um monte de gente hipócrita, branca (especialmente homem comandando do mesmo jeito que um dia foi, sem incluir diversidade e mudar, de fato, o que precisa ser mudado. E é justamente por isso que eventos como esse seguem sendo necessários e ainda mais importantes. Direitos não avançam sozinhos. Quando parte da população não se posiciona, não briga, não levanta a voz em relação aos direitos de todos, direitos básicos, é aí que a gente começa a retroceder. A vitória do fim da escala 6x1 por exemplo só aconteceu porque houve pressão, houve exposição, e ninguém deixou que o contrário fosse feito sem retaliação.
Que a gente aprenda a não brigar entre si, e sim contra quem é contra a gente. A causa LGBTQIAPN+, precisa de atenção o ano inteiro, não só em junho, assim como outras pautas sociais. Acredito que agora nosso dever é pressionar AINDA MAIS todos aqueles que se dizerem neutros ou se absterem de querer dignidade humana pra TODA população. Encerro dizendo que amo e apoio cada um vocês e iremos vencer, mais uma vez.
💎🌐→ Ohhh Tension Tour, you know you’ll forever be in my heart … and now on NETFLIX!! ❤️ Especially for you, Lovers! You can watch and re-live all the memories now x
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Kylie Minogue's Tension Tour film will premiere May 27th on Netflix!
It's time to hit the dancefloor as pop superstar Kylie Minogue shares a vibrant, exclusive behind-the-scenes look at her smash 2025 Tension World Tour.
🚨 EXCLUSIVO: o Intercept Brasil obteve mensagens, documentos e áudios que revelam como Flávio Bolsonaro negociou diretamente com o banqueiro Daniel Vorcaro um pagamento milionário para financiar “Dark Horse”, filme sobre Jair Bolsonaro.
Vorcaro, dono do Banco Master, pagou pelo menos 10 milhões de dólares para a produção do longa, segundo documentos analisados pela reportagem. As conversas mostram cobranças por dinheiro, negociações de bastidores e a participação de outros intermediários, como Eduardo Bolsonaro e Mário Frias, ex-secretário da Cultura do governo Bolsonaro e roteirista de “Dark Horse”.
Neste vídeo, você ouve um áudio enviado por Flávio Bolsonaro cobrando pagamentos e alertando para o risco de paralisação da produção.
Leia a reportagem completa no site do Intercept Brasil: https://t.co/CUeVUIyXLZ
São Paulo finalmente estaremos juntos depois de tanto tempo. Quando eu chegar quero fazer tudo que tem direito. Quero dançar com os gays na Zig, visitar a casa da Vita e conhecer a Patixa, alguém tem o telefone dela? Vejo vocês em dezembro! 🇧🇷
É importante que as pessoas se lembrem sempre de que não adianta a gente brigar pra eleger um presidente progressista se elegermos junto 400 conservadores no Congresso.