Uma pessoa vai abastecer a uma bomba de gasolina e quase tem de pedir um empréstimo ao banco para pagar, isto no mesmo momento em que o Primeiro Ministro está preocupado com as escolhas de um treinador de futebol.
País miserável, de completos atrasados mentais. Temos o que merecemos, todos. Terceiro mundismo absoluto.
Na Alemanha, um menino apaixonado por motos foi diagnosticado com uma doença terminal. Sua família fez uma post perguntando se algum motociclista poderia ir até sua casa para animá-lo.
A família esperava entre 20 e 30 pessoas, mas no final apareceram 15.000 motociclistas 🥹♥️
Atual assessora da AD denuncia assédio de Cotrim quando era assessora do mesmo.
Porque esperou que o mesmo estivesse à frente nas sondagens? Porque não denunciou assim que deixou de ser assessora?
Vale tudo. É triste normalizarem assédio enquanto o usam como arma política.
A seita do Apito Dourado, de 42 anos de vergonha, e que ainda há 1 mês coagiu um árbitro de forma abjeta ao intervalo, caso que entretanto passou ao lado e foi abafado por toda a gente. Que falta de noção e de vergonha na cara.
Imagina isto:
Um agente da PSP. Um homem que jurou defender a lei.
Raptado à mão armada num banco.
Os bandidos, obrigam-no a levantar dinheiro no multibanco, sequestram-no, levam-no a casa e começam a limpar-lhe tudo o que tem.
Ele luta pela vida.
Agarra a arma.
E abate um dos assaltantes.
Instinto básico de sobrevivência. Legítima defesa pura.
E o que faz o Estado?
Condena-o a 14 anos de prisão por “homicídio”.
E obriga-o a pagar 40 mil euros à família do criminoso.
Agora, a melhor parte:
O tribunal “entendeu” que não havia necessidade de matar o bandido.
Claro.
Porque quando estás sequestrado, ameaçado, encostado a uma arma, devias lembrar-te das manobras do Jackie Chan.
Ou então dar um tiro na perna, com a calma e precisão de um sniper de Hollywood.
É este o nível de surrealismo.
É esta a distância entre quem julga e quem vive a realidade.
É esta a arrogância de um sistema que exige que a vítima seja mais responsável que o agressor.
O tribunal viu o bandido como vítima.
E o PSP como monstro.
O Estado que promete proteger-nos faz o contrário:
Protege os lobos e devora os pastores.
Radical?
Não.
Radical é esperar que um homem ameaçado à mão armada pense primeiro no bem-estar do raptor.