O herói da esquerda escravizava negros. A mulher que libertou 700 mil foi apagada da história. Hoje é 13 de maio. E essa é a história que eles não querem que você saiba.
Não posso deixar de comentar sobre o péssimo atendimento da @ClaroBrasil . A internet ficou instável e ruim a umas semanas atrás. Solução dada: mudar para fibra ótica e hoje fizeram a troca e deixaram sem internet !!! Agora problema novo.
Breaking: Iran’s Regime Moves to Execute a Female Protester
Bita Hemmati, a young Iranian woman, is reportedly at imminent risk of execution by hanging alongside her husband.
She was arrested after taking part in the nationwide anti-regime protests in January, part of a wave of demonstrations demanding freedom and basic rights.
According to reports, Bita Hemmati is being held in Evin Prison in Tehran, a place long associated with political prisoners, torture, and forced confessions. Like many others, she has been denied due process and access to a fair trial.
Her “crime” is demanding FREEDOM.
In just one week, at least 11 men have already been executed.
Now, the regime is turning its machinery of death toward women.
Hundreds of women are currently imprisoned. Many are under torture. Many are facing long sentences. And now, execution.
Where are the voices that claim to defend women?
Where are Western feminists leaders?
Why are you silent. A massacre happened in Iran and many of you were silent and now your voice can save a life.
Say her name:
Bita Hemmati.
Indisponibilidade total do serviço e só amanhã à tarde para vir outro técnico. E quem usa para trabalhar? Não existe prioridade? Um problema criado pela própria Claro! quem irá ressarcir? Terei gastos para
ir a um local com internet.
Heartbreaking 💔
This morning, right after President Trump’s speech, the Iranian regime moved fast and hanged 18-year-old protester.
Yes, Mr. President @realDonaldTrump, there are no “less radical” leaders in Iran.
From the courtroom to the prison cell, from the interrogator to the judge, this is a unified system of terror. So this is the Islamic Republic: a system with a Stone Age approach to dissent, executing its own young people to stay in power.
This is not about left or right.
This is about life, dignity, and the future of a nation.
His name is Amirhossein Hatami. 18 years old. His “crime”? Demanding Freedom, dignity, and a normal life.
No lawyer. No independent media to be his voice, No fair trial. No final goodbye to his family. But of course a forced confession on State TV after being tortured to admit a crime that he has committed never committed.
And his friends may be next.
By the way, where are the anti-war activists?
Why don’t we hear you campaigning against mass arrests, and executions in Iran ? Would you demand that the Iranian regime stop its war on unarmed people?
Stop the executions.
Stop the torture.
End the total #DigitalBlackOut imposed on Iran.
This is about standing with the people of Iran against a regime that has massacred more than 40,000 of its own citizens and is now killing those arrested in the same uprising
Leiam um trecho da coluna do Mario Sabino, no Metrópoles:
"Na entrevista a Le Figaro, ela reproduziu o sentimento da maioria dos seus compatriotas: para eles, não importa se o presidente americano é Donald Trump, se os seus pretextos são falsos ou verdadeiros, se a guerra é um erro geopolítico ou não. Tudo o que importa é derrubar a teocracia no Irã.
Reproduzo a seguir algumas respostas de Mitra ao jornal:
Sobre a morte de Ali Khamenei:
“Há décadas que milhões de iranianos esperavam o fim desse homem e do que ele encarnava. Nada ressuscitará as vítimas desse regime, nada apagará as vidas destruídas, as torturas, as execuções, as humilhações. Mas, desde que essa ditadura criminosa se apossou do Irã, há 47 anos, é a primeira vez que sentimos ter apoio internacional verdadeiro e a chance de ver, enfim, esse regime vacilar.”
Sobre as críticas à intervenção americana:
“Por quase meio século, os iranianos vivem sob um regime que aprisiona, tortura e atira para matar contra o seu próprio povo. Os iranianos já arriscaram tudo. Foram às ruas inúmeras vezes, desarmados, ao custo da sua liberdade e, às vezes, da vida dos seus parentes e amigos. Quantas mortes mais serão necessárias para que alguns entendam que o regime não é reformável? Apoio a sua queda não é ser belicista: é reconhecer uma necessidade histórica e humana. E eu acrescentaria que esse regime não é apenas um perigo para os iranianos; é também uma ameaça à estabilidade regional e ao mundo.”
Sobre existir uma nostalgia em relação ao regime do xá no Irã:
“Existe, sobretudo, uma nostalgia do Irã como nação, do Irã como civilização, do Irã como pátria. Para romper o impasse atual, precisamos nos reconectar com a nossa identidade nacional, que o regime islâmico tem buscado sufocar sob uma identidade ideológica e religiosa imposta. O patriotismo iraniano transcende afiliações comunitárias, étnicas ou religiosas. Quando manifestantes gritam ‘Viva o xá!’, não se trata necessariamente de uma expressão de apego doutrinário à monarquia; muitas vezes, é um grito patriótico. As mulheres no Irã conquistaram o direito ao voto antes mesmo da Suíça!”.
Sobre a atitude da esquerda ocidental em relação aos iranianos:
Na sequência, Mitra respondeu sobre ter reagido a uma postagem no X de uma deputada muito estridente da esquerda radical francesa, chamada Manon Aubry, que escreveu: “Nem xá, nem mulá, nem USA: liberdade por e para o povo iraniano!”. Foi neste momento da entrevista a Le Figaro que ela deu xeque-mate:
“Estou farta desse reflexo paternalista de uma parte da esquerda ocidental, que fala em nome do povo iraniano sem realmente ouvi-lo. Quem são eles para dizer aos iranianos o que é melhor para eles? Com que direito os políticos europeus, muitas vezes tão distantes da realidade do Irã, se atrevem a atribuir notas altas de moral? Esse tipo de slogan pode parecer generoso vindo de Paris ou de Bruxelas, mas muitas vezes soa como mera encenação. Uma parte da esquerda ocidental fechou os olhos durante anos para a verdadeira natureza do regime iraniano, chegando a fomentar uma complacência condenável em relação a ele. Os iranianos não têm lições a aprender com pessoas que nunca arriscaram as suas vidas enfrentando os aiatolás.”
Mitra Hejazipour está certa: ninguém tem nada a ensinar aos iranianos, muito menos a esquerda ocidental que apoiou a tomada do poder no Irã pelos aiatolás, como se o antiamericanismo islâmico fosse sinal de progressismo, e que nunca aprendeu nada nem esqueceu nada."
mais um artigo magnífico do Fernando Schuler para a Veja:
O País dos Incapazes?
Por Fernando Schuler
“Cheguei às 23h e dormi na calçada”, diz a moça, resignada. A fila era na frente de um sindicato na área de logística, em uma dessas zonas duras de São Paulo. Gente com cadeiras de praia, outros sem nada, encostados por ali, pedindo para ir ao banheiro em alguma loja nos arredores. O motivo? Escrever uma cartinha dizendo que não quer pagar ao sindicato. A “contribuição assistencial”, cuja lógica foi extinta na reforma trabalhista, mas ressurgiu das cinzas, dois anos atrás. Não sei se pelo país de Getúlio ou pela retórica malandra da “importância dos sindicatos”. Ou as duas coisas. A reforma votada pelo Congresso extinguiu; nosso STF foi lá e reinventou. Na prática, recriou um imposto sindical disfarçado. Em vez de o sindicato ter que obter a autorização do trabalhador, virou o contrário. É o trabalhador que tem que dizer que não quer pagar. E daí aquela fila, a complicação. O truque de ganhar no cansaço daquelas pessoas, que, apesar de tudo, não parecem dispostas a desistir.
A lógica é banal. A ideia de que o trabalhador não tem, lá no fundo, capacidade para decidir por conta própria se quer ou não contribuir para seu sindicato. E por isso precisam do Estado dando um empurrão. O caso me ficou na cabeça. A síntese quase perfeita do problema brasileiro. A indiferença retórica dos “de cima”, em Brasília; a fila na madrugada dos “de baixo”, em algum canto de São Paulo. Na essência, nossa velha e recorrente ideia da hipossuficiência dos cidadãos. Com um toque de ativismo judicial. O Supremo que vai lá e muda o que o Congresso decidiu na reforma. Isso é nosso vezo patrimonialista: a mão amiga do Estado protegendo a corporação sindical. Nos livros, lemos que isso vem do Estado Novo. Mas é só prestar atenção para ver que está mais vivo do que nunca. Está no debate infinito sobre a “pejotização”, porque não temos maturidade para definir contratos de trabalho; no “voto obrigatório”, porque não sabemos se devemos ou não votar; no “fundão eleitoral”, já que somos incapazes de decidir se doamos ou não para partidos e candidatos.
Ainda agora se discute, pela enésima vez, a liberação dos cassinos. Desde 1946, dizem que por obra de Dona Santinha, mulher do presidente Dutra, somos proibidos de jogar em um cassino, dada nossa ancestral incapacidade de manter o controle. Nesse caso, com uma ponta de cinismo, visto que apostamos em bets, o tempo inteiro, e no bicho, a cada esquina do Rio. Mas no mundo paralelo de Brasília a religião da hipossuficiência segue intacta. Vale o mesmo para o FGTS. Ainda agora vivemos a experiência curiosíssima de o governo autorizar que você utilize seu dinheiro, trancado pelo próprio governo em uma conta na Caixa, como garantia para que você tome um empréstimo nos bancos a um juro médio de 3,75% ao mês. A pergunta óbvia: por que não permitir simplesmente que as pessoas usem os 10% ou mais de seu fundo? Perguntei isso a um burocrata do governo. Resposta: “Iriam torrar o dinheiro”. Essa gente irresponsável, incapaz de usar, vejam só, seu próprio dinheiro. Na reforma da Previdência foi parecido. Surgiu a ideia de permitir a capitalização. As pessoas poderiam optar pelo sistema comandado pelo governo ou por uma conta individualizada em um fundo gerido no mercado. Nem pensar. O brasileiro seria cognitivamente incapaz de fazer essa escolha.
É o mesmo princípio que sempre impediu que se tivesse uma política de voucher educação. Se as famílias com maior renda podem escolher a escola dos filhos, no mercado, por que não tratamos de dar o mesmíssimo direito aos mais pobres? Por que obrigamos que matriculem os filhos nas escolas do governo, que, na média, terminam sistematicamente nas últimas posições do Pisa? Isso não é sequer um estado do bem-estar social. É basicamente uma condenação. Uma privação compulsória de futuro, que atinge as famílias mais pobres. Argumento? O mesmo de sempre. As pessoas não saberiam escolher, o “mercado” tomaria conta e coisas do tipo. O curioso é nos esquecermos do ProUni. Esse milagre brasileiro que rompeu com a teoria da hipossuficiência. E funciona perfeitamente bem, silenciosamente.
Nos últimos anos, foi no tema das liberdades individuais, e em especial da liberdade de expressão, que o truque da hipossuficiência mais funcionou. O ministro Lewandowski disse que sofremos de “desordem informacional”. Diante do excesso de informação, na era digital, nós, “eleitores ordinários”, seríamos incapazes de discernir entre o falso e o verdadeiro, escutar ideias de todos os lados e formar sua própria maneira de pensar. O foco, na época, era censurar um vídeo sobre a corrupção dos governos de Lula. Mas a tese é genérica. A ministra Cármen Lúcia achou por bem censurar um documentário sobre a facada em Bolsonaro e a censura passou a correr solta no país. Ainda agora, a AGU processou uma produtora de vídeos por “distorcer” informações sobre um episódio histórico, o julgamento de Maria da Penha. A mesma lógica da condenação de Léo Lins. Quem seríamos nós, brasileiros ordinários, para decidir por conta própria ir ou não a um show humorístico? Todo o debate sobre a liberdade de expressão, lá no fundo, repousa nesta dúvida bastante simples: somos capazes, afinal de contas, de pensar com a própria cabeça?
O argumento da hipossuficiência é uma espécie de ideologia nacional. E no geral é um truque. Ele não serve aos mais pobres e vulneráveis. Serve a quem concede. E, ao conceder, controla, dita as regras do jogo, impõe aos demais sua visão de mundo e um modo de viver. Ou vejamos: forçar as pessoas a pagar aos sindicatos é bom para o trabalhador ou para a burocracia sindical? Capturar 8% do salário e remunerar abaixo do mercado é bom para os assalariados ou para o governo, que administra o FGTS? Obrigar os pais a matricularem os filhos na escola do governo é bom para as crianças ou para as corporações da educação estatal? E praticar a censura, de documentários, piadas ou opiniões políticas, é bom para a sociedade ou para quem controla o aparelho de Estado, os tribunais, e não se envergonha de usar o poder para impor aos demais sua visão de mundo? Daria para ir longe nisso. Não vou. A cultura da hipossuficiência é produto de um país profundamente desigual. Foi a imagem que aquela fila gigante, à frente daquele sindicato, nos deu de bandeja. “É uma humilhação”, disse uma mulher negra, ainda jovem, numa indignação calma. Disse e sentou naquela calçada, onde passou a madrugada fria. Ela não fazia ideia de que foi a decisão fácil de uma Suprema Corte, numa tarde qualquer de Brasília, que fez com que ela tivesse que passar por aquilo. No fundo é isso que surpreende. A resignação que vem da assimetria. A ausência de poder, na base da sociedade. O desprestígio ancestral de nossa ideia de cidadania."
https://t.co/PSCgSudiiK
Rafaela Silva foi minha professora em 2012
Uma pessoa humilde, de um grande coração, sempre tentando ajudar a todos
Hoje trouxe esse bronze para o Brasil, mas a medalha de ouro ela tem no coração de todos aqueles que já foram seus alunos 🥇
AGORA ESTÁ EXPLICADO!
Tem um Deus nesta história!
Parabéns Rebeca por reconhecer que Deus está cuidando de você. Que o nosso Deus continue lhe abençoando e lhe dando muitas e muitas vitórias
O presidente que concluiu obras inacabadas, garantiu a autonomia do Banco Central, revolucionou o sistema financeiro, instituiu o Pix, aprovou marcos transformadores como o do saneamento básico e fez tanto mais pelo Brasil. O presidente que retomou o orgulho do brasileiro em vestir verde e amarelo e que por tudo isso é hoje a liderança que é. O Brasil agradece, @jairbolsonaro !
⬆️ *Um dos melhores e esclarecedores vídeos que vi sobre a tragédia do Río Grande do Sul ▪️A realidade é sempre diferente do que o sistema faz e informa.* ⬇️⬇️
AH, ESSA HISTÓRIA É MUITO LEGAL!
😏 Nunca subestime ninguém..
"Uma mulher com um vestido de algodão barato e seu marido vestido com um humilde terno, desceram do trem em Boston e caminharam timidamente até o escritório da secretária do presidente da Universidade de Harvard. A secretária pensou em um momento que aqueles camponeses vindos da floresta não tinham nada que fazer em Harvard.
- Gostaríamos de ver o presidente, disse gentilmente o homem.
- Ele está ocupado, respondeu a secretária.
- Vamos esperar, replicou a mulher. Durante horas a secretária ignorou-os esperando que o casal finalmente ficasse desanimado e saísse, mas eles não o fizeram e a secretária viu sua frustração aumentar e finalmente decidiu interromper o presidente, embora fosse uma tarefa que ela sempre se esquivava.
- Talvez se você conversar com eles por alguns minutos eles vão embora, disse a secretária ao presidente da Universidade. Ele fez uma careta de desagrado, mas aceitou, alguém da sua importância obviamente não tinha tempo para cuidar de pessoas com vestidos e roupas baratas. No entanto, o presidente com a sobrancelha áspera, mas com dignidade, dirigiu-se com um passo arrogante para o casal.
A mulher disse-lhe:
- Tivemos um filho que frequentou Harvard por apenas um ano, ele amava Harvard e era feliz aqui, mas há um ano ele morreu num acidente. Meu marido e eu desejamos levantar algo em algum lugar do campus que seja em memória do nosso filho.
O presidente não se interessou e disse:
- Senhora, não podemos colocar uma estátua para cada pessoa que frequenta Harvard e falece, se o fizéssemos, este lugar pareceria um cemitério.
- Ah, não, a mulher explicou rapidamente:
Não queremos levantar uma estátua, pensamos que gostaríamos de doar um prédio para Harvard.
O presidente desviou os olhos, deu uma olhada no vestido e no terno barato do casal e então exclamou:
- Um prédio! Sabem quanto custa um prédio? , gastamos mais de 7,5 milhões de dólares em edifícios aqui em Harvard! Por um momento a mulher ficou em silêncio e o presidente ficou feliz porque talvez você pudesse se livrar deles agora.
A mulher virou-se para o marido e disse gentilmente:
- É tão pouco difícil começar uma faculdade? , por que não começamos a nossa? Então seu marido aceitou e o rosto do presidente ficou escuro em confusão e desconcerto. O sr. Leland Stanford e sua esposa levantaram-se e foram, viajando para Palo Alto, Califórnia, onde estabeleceram a universidade que tem o seu nome, a Universidade Stanford, em memória de um filho que Harvard não se interessou.
A Universidade Leland Stanford Junior foi inaugurada em 1891, em Palo Alto. "Júnior" porque era em homenagem ao falecido filho do rico proprietário. Esse foi o seu "memorial" e hoje em dia a Universidade de Stanford é a número um do mundo, acima de Harvard."
Para relembrar a história 📌
Um serviço jornalístico gravado em 2022 que conta o que aconteceu até aqui.
To remember history 📌
A journalistic service recorded in 2022 that tells what has happened so far.