Passamos dias investigando quem seriam os autores dos relatórios apócrifos ilegais contra Mendonça.
Nunca imaginaríamos que Flávio Dino revelaria quem era na sua decisão ilegal de reintegrar Andrei: foi tudo por ordem de Alexandre de Moraes.
Ou seja, Alexandre de Moraes ordenou que a PF arapongasse um colega ministro do STF.
Entenda mais sobre o caso aqui:
https://t.co/2qZMJHncyc
Tive a oportunidade de conviver com a então primeira-dama Ruth Cardoso e acompanhar seu trabalho inovador. Entre muitas coisas, ela criou o Comunidade Solidária, programa que até hoje gera desdobramentos e resultados para o país. Conhecer e respeitar nossa história importa.
O mesmo governo que hospeda bacanas nas residências oficiais do Itamaraty no exterior e esconde a lista de convidados...
Agora quer saber EXATAMENTE onde vc está indo e com quem, com o seu próprio dinheiro
O Brasil é um lugar ancapizante, porra
Jair, meu velho, vamos conversar um pouco aqui, rapidão:
a gente já está cansado de saber que você não é "patriota" porra nenhuma, mas ainda tem muita gente nesse país que acredita que você é. Mas supondo que você tenha algum traço de patriotismo, considere chamar esse seu filho - bonzinho, educado, moderado, mas inexpressivo - num canto e dizer a ele que você mudou de ideia; convença-o a se candidatar de novo ao Senado, onde ele terá mais oito longos anos da vida mansa a qual está acostumado desde sempre.
Diga a ele que é por patriotismo.
Diga o mesmo aos seus milhões de apoiadores.
Você sabe que há uma chance considerável dele ser engolido pelo rolo compressor do sistema e perder a eleição. E, ainda que ganhe, Jair ... francamente. Será mais um a passar quatro anos sendo massacrado dia e noite pelo "consórcio", você sabe: será um alvo fácil demais, o "filho do golpista" (isso é o mínimo que vão dizer dele).
Considere dar apoio formal a alguém que realmente possa, não só atropelar na eleição aquele malandro velho, decadente e alcoólatra, mas que demonstre ter também estatura moral, disposição e capacidade de enfrentar a organização criminosa que se apoderou do poder.
Trate com ele previamente do que lhe interessa; e esqueça a palavra "anistia": anistia é para quem cometeu crimes. No caso em questão, do seu, das pessoas próximas a você e das centenas que tiveram as vidas destruídas pelo conluio entre os mafiosos de toga e os mafiosos da imprensa, a palavra certa é "anulação" - muito embora saibamos que a devida anulação possa (e deva) ser precedida pela anistia.
Com seu apoio ele será imbatível.
Basta um gesto seu, de humildade e, quem sabe, até mesmo de patriotismo.
Considere apoiar Romeu Zema.
Atenção.
Gilmar Mendes está inaugurando uma nova tática em seu grupo político dentro do STF.
Considerando que Alexandre está bastante desgastado com a relação milionária com o Master, considerando que o PGR está desgastado pela completa omissão com os escândalos de Moraes, Toffoli e Vorcaro, Gilmar está assumindo a liderança jurídica.
Se Gilmar já tinha pedido a investigação contra o senador Alessandro Vieira, agora ele pede que Romeu Zema, candidato à presidência da República, seja investigado por um vídeo onde Zema faz críticas e caricaturas com o STF e com o próprio Gilmar.
Gilmar Mendes sabe que a fala de Zema não tem a menor relação com o inquérito das Fake News, instaurado em 2019, mas, ainda assim, ele, covardemente, pede que seu protegido, Alexandre de Moraes, inclua Zema nessa investigação.
Isso só CONFIRMA o que toda a sociedade brasileira já sabe: Gilmar e Alexandre MANOBRAM o sistema o Direito para PERSEGUIR seus adversários políticos.
Ainda que Gilmar se sentisse atingido por Zema, ele deveria fazer uma representação por crime contra a honra na primeira instância.
Só que aí é difícil de controlar o resultado, não é, Gilmar?
É mais fácil pedir para o xerife da democracia e amigo do banqueiro do Master para que ele use o inquérito infinito, secreto e universal para que ele investigue seus críticos.
É mais fácil pedir ao seu VASSALO, o Sr. Paulo Gonet Branco, para que ele investigue seus adversários, não é? Imagine se um promotor independente fosse acionado, ele poderia ter a ousadia de discordar de você e arquivar o caso.
Para encerrar, faço uma pergunta ao Sr. Paulo Gonet Branco, advogado de defesa de Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes:
Se você concordar com uma investigação contra Zema, também vai pedir uma investigação contra Gilmar por ele ter insinuado que o senador Alessandro Vieira tem envolvimento com MILÍCIAS?
Vocês são a VERGONHA do Direito brasileiro.
Criticar um projeto que está em discussão no Congresso é simplesmente um direito de qualquer cidadão. Assim como contestar as leis e decisões tomadas por quem detém o poder. É disso que é feita uma democracia.
Esse "jornalismo" da Daniela Lima é inacreditável.
Parei um minuto pra ver a crítica dela em relação ao relatório do senador Alessandro Vieira e ela mente descaradamente para proteger os ministros do STF.
Ela fica indignada que Vieira atacou os negócios do ministro Dias Toffoli porque "ali não tem indicação de crime".
Sim, Daniela. Por isso que o senador disse que houve crime de RESPONSABILIDADE. (E houve, pois o ministro julgou um caso que deveria ter se dado como suspeito).
Depois, passa a defender o ministro Alexandre de Moraes, dizendo novamente que, na questão do contrato da esposa com o Banco Master, não há crime.
E que tal crime de responsabilidade por ele ter tentado influenciar na venda do Banco Master para o BRB?
Mas, se você acha que era apenas uma questão de interpretação sobre a conduta dos ministros, eu vou apresentar uma mentira nua e crua:
Daniela diz que: "Ah, mas ele tentou criminalizar a concessão de Habeas Corpus do ministro Gilmar Mendes que apenas desobrigou as pessoas de comparecer na CPI"
Mentira, Daniela!
Mentira!
O relatório fala expressamente que o HC foi sobre quebra de sigilo da empresa de Toffoli, não teve NADA A VER com pessoas comparecendo na CPI.
Você INVENTOU isso!
Eu digo as páginas do relatório, página 107-108:
"10.1.3. MINISTRO GILMAR FERREIRA MENDES
a) Art. 39, 5, da Lei nº 1.079/1950 — Proceder de modo incompatível com a honra, dignidade e decoro de suas funções
a.1) A suspensão da quebra de sigilo da Maridt e do Fundo Arleen no caso Banco Master"
Quem reza não mata nem ameaça com a morte, mas tem consciência dos próprios limites. Em vez disso, é escravo da morte aquele que virou as costas ao Deus vivo, para fazer de si mesmo e do próprio poder o ídolo mudo, cego e surdo (Sl 115, 4-8), ao qual sacrifica todos os valores e diante do qual pretende que o mundo inteiro se ajoelhe. Basta com a idolatria de si mesmo e do dinheiro! Basta com a ostentação da força! Basta com a guerra! A verdadeira força manifesta-se no serviço à vida. #Paz
Mais um artigo preciso e irretocável do Fernando Schüler! 👏👇
“500 reais, via Pix. Foi a ajuda do Alcides Hahn para a vaquinha do ônibus que levou um grupo de manifestantes para Brasília, dias antes do 8 de janeiro.
Hahn tem 71 anos e é um desses pequenos empresários “colonos”, que fizeram a força comunitária do interior de Santa Catarina. Alguém pode sugerir que ele “sabia de tudo”. Sabia que aquelas pessoas iriam ocupar a Esplanada, invadir os prédios, pintar aquela estátua com o batom vermelho e tudo mais. Mas dizer isso não passa de um patético cinismo.
O fato é que ele foi condenado a 14 anos de prisão. E só um País domesticado, que perdeu completamente o senso republicano, é incapaz de perceber o elemento absurdo em tudo isso.
Hahn, assim como outros pequenos empresários, condenados do mesmo jeito, não cometeu crime nenhum. Não foi a Brasília e nem tentou dar nenhum golpe. Ele é apenas parte de uma multidão amarrada por um conceito. O crime-conceito. O delito que não precisa de enquadramento objetivo. Apenas de “entendimento” bem-amarrado.
“Individualmente”, leio em uma matéria, “Hahn não cometeu delito”, mas fazia parte da “multidão”. A multidão criminosa, autora da “trama golpista”, o crime “multitudinário”.
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A gordura escorre de cada uma dessas palavras e me faz lembrar da frase que um dia escutei de um velho professor: nada é mais difícil de refutar do que uma tese absurda.
Alcides não tem foro, deveria ser julgado na primeira instância, com direito a recursos? Irrelevante. Não teve a conduta individualizada? Irrelevante. Uma vez dado o conceito, mesmo um pequeno comerciante do interior e seu Pix de 500 reais ganham status de “associação criminosa armada”, um dos crimes pelo qual foi condenado. Simplesmente não há como refutar uma coisa dessas.
Tudo me fez lembrar do filósofo italiano Giorgio Agamben e sua tese sobre o “estado de exceção”. Muito do que se passa no Brasil refere-se a isto. A esta zona cinzenta entre o que é legal e o que é meramente político. Entre o que é “ilegal”, mas que por efeito de alguma razão de Estado, definida pelo próprio poder, se converte em “perfeitamente jurídico e constitucional”.
Um inquérito que nasce de modo “heterodoxo”, em 2019, e se decria, indefinidamente. O universo dos direitos individuais não mais delimitados pela regra escrita, mas oscilando, ao gosto do poder, sobre camadas opacas de “interpretações” e “entendimentos”.
O Sr. Hahn é apenas o exemplo bem-acabado de um tipo que criamos no País dos anos recentes: os brasileiros irrelevantes. Brasileiros sem pedigree, sem história, sem “retórica”. E por óbvio, sem poder algum. Pessoas que tem seus direitos claramente violados, mas que desaparecem em meio à guerra política e nossa mais completa falta de empatia.
Muitos enxergam seu drama como uma vitória da democracia. Meu velho professor tinha razão. É realmente difícil, se não impossível, refutar uma ideia como esta.”
O cara é pego no contrato de 129 milhões, pego em mensagens, pego em ligações, pego em reuniões secretas no BC, pego em whisky, pego em charutos, pego em viagem de jatinhos, masssssss não tem nada D+.
O Moraes precisa ser retirado do STF com impeachment e depois ter um julgamento adequado pra que seja devidamente punido pelos seus crimes.