@Samuelsworld Obrigado! Ia votar no Lula depois do seu conselho virou meu voto para o Flávio. Se ele dar garrafa de whisky de 500 mil imagina um mísero voto.
O caminhoneiro pediu um preço mínimo.
O governo deu.
Oito meses depois, 62% deles estão trabalhando menos.
8% aprovam.
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A lei saiu em março por medida provisória e virou lei em julho.
Piso mínimo de frete, multa de até R$ 1 milhão pra quem pagar menos.
Na sanção, o discurso foi de dia importante para a categoria.
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Os números são da Frete .com, que movimenta cerca de R$ 55 bilhões em fretes por ano.
Pesquisa com mais de 700 autônomos:
62% trabalham menos.
64% faturam menos.
65% viram seu frete migrar para transportadora.
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O erro está numa linha da regra.
O piso é calculado por eixo e por distância. Não por tonelada.
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Numa rota de mil quilômetros:
Rodotrem de nove eixos: R$ 145 por tonelada.
Carreta do autônomo: R$ 245 por tonelada.
A lei feita para proteger o pequeno deixou o grande mais barato que ele.
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O placar em oito meses:
Carretas caíram de 68% para 44% das viagens no agro.
Veículos grandes subiram de 10% para 43%.
Nas grandes transportadoras do agro, o frete com pessoa física caiu de 24% para 14%.
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E a frase que os próprios caminhoneiros deram:
O piso virou teto.
Antes dava pra negociar. Agora o dono da carga paga a tabela e encerra o assunto.
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Um em cada cinco já fala em vender o caminhão e virar motorista de aplicativo.
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Preço não se decreta.
Quando o governo fixa um número, o mercado não obedece. Ele contorna.
E quem não tem como contornar é exatamente quem a lei queria proteger.
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A regulação parece interessante até você virar a segunda página.
Vale para frete. Vale para aluguel, juro, tarifa e jornada.
A segunda página nunca sai no dia do anúncio.
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Eu sigo o dinheiro, não o candidato.
Todo dia, um número sobre o seu patrimônio que o jornal não te mostra.
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Alguma lei feita pra te ajudar já te prejudicou?
1. Já. E demorei pra perceber.
2. Já. Percebi na hora.
3. Nunca tinha pensado nisso.
Cuide muito bem do patrimônio da sua família.
@tancredoeduardo Calma emocionado é campanha, lembro que ele era contra sigilo na última, contra indicar amigo para o STF. Tá se emocionando muito fácil.
Value doesn't live inside an object, but in the mind of the person making a choice.
This is the core of marginal utility, and it demolishes centuries of confused labor-theory thinking in one clean stroke. The classical economists spent decades arguing that a diamond's price reflected the labor required to mine it. Carl Menger pointed out the obvious: a glass of water in the Sahara commands more than a diamond, and no amount of labor-theory math explains that.
Marginal utility says you value the "next" unit of a good, not the entire supply in the abstract. You have five apples. The first one saves you from hunger. The second is pleasant. The fifth sits on your counter slowly browning. Each additional unit satisfies a less urgent want, so each unit is worth less to you than the previous one. This is why prices fall when supply increases: producers add units to the market, buyers assign each new unit to progressively lower-ranked ends, and bids drop accordingly.
Governments consistently ignore this. Price controls on insulin, rent ceilings in New York City, wheat subsidies in Egypt: each policy treats goods as if their value is fixed and objective, ignoring that different people rank the same good differently at different moments. The result is always shortage or surplus, because bureaucrats cannot read the subjective preferences that only you hold.
Subjective value also means economic calculation requires real prices, set by real bids in real markets. Strip those out, and you navigate blind.
In 2010, Polish workers cleaned the houses of British professionals. Today, Poland's GDP per capita sits above $43,000 in purchasing power parity terms, level with Spain and closing fast on France. That reversal took roughly one generation. This was deliberate policy, not luck.
Poland ran a flat tax on business income, kept labor markets comparatively flexible, and spent the 1990s dismantling the Soviet pricing apparatus faster than almost any neighbor. Capital read those signals immediately. Volkswagen, Samsung, and hundreds of smaller manufacturers moved production east. Warsaw became a financial hub, not a branch office.
The EU structural funds helped, obviously, pouring +-160 billion euros into Polish infrastructure between 2004 and 2020. Funds alone don't explain the difference. Ukraine received aid too. Poland built what mattered around the money: enforceable contracts, a functioning court system, and a bureaucracy that didn't simply steal the paperwork.
Respect property, enforce contracts, keep inflation credible, and capital flows toward you. Poland did roughly that for thirty years while Germany and France were busy building regulations that made hiring someone feel like adopting them legally.
The housekeepers became engineers, then managers, then founders. Warsaw startup valuations crossed 50 billion euros in aggregate by 2024. Polish engineers now earn salaries that make relocating to London feel irrational rather than mandatory.
Wealth is produced where producers are left alone to produce it. Poland left them alone just enough.
Another 10 years of this and people from the UK will be cleaning the houses of professionals in Poland.
@Sen_Cristovam Poderia ser qualquer desculpa, democracia, é meu amigo, gosto dele... Mas pela educação? Jovens estão saindo do fundamental sem saber ler e matemática básica fundamental. E sabe quem é o responsável por esse resultado? O Lula que você tanto defende.
As principais atividades e grupos que ficaram de fora (ou com regras diferenciadas) na PEC 221/2019 são os seguintes:
Exceções explícitas no texto
Servidores públicos (estatutários)
Funcionários públicos da União, estados, Distrito Federal e municípios (administração direta e indireta) não são regidos pela CLT. Continuam submetidos aos seus estatutos e leis próprias.
Profissionais de alta renda com nível superior (“hipersuficientes” / “superempregados”)
Empregados da iniciativa privada que tenham diploma de curso superior e remuneração mensal igual ou superior a 2,5 vezes o teto do INSS (cerca de R$ 21.188 em 2026).
Para eles, as regras de duração da jornada e controle de ponto não se aplicam (salvo se o empregador quiser ou houver previsão em acordo coletivo). O direito a dois dias de descanso semanal em média permanece.
Cargos de confiança / gerenciais
Já tinham tratamento diferenciado na CLT (sem controle rígido de ponto). Continuam com flexibilidade de jornada, mas com garantia da média de dois dias de descanso por semana.
MEIs, microempresas e empresas de pequeno porte
O texto autoriza lei complementar posterior para criar regras transitórias específicas, condicionadas à manutenção dos níveis de emprego. Não ficam automaticamente de fora, mas podem ter tratamento diferenciado.
Terceirizados da administração pública
A redução de jornada e as novas regras de descanso só se aplicam após aditamento do contrato entre a empresa prestadora e o órgão público (prazo de até 1 ano), para preservar o equilíbrio econômico-financeiro.
Atividades que podem manter escalas diferenciadas (não ficam totalmente de fora)
A PEC não exclui setores contínuos, mas permite que acordos/convenções coletivas (e futura lei) organizem escalas próprias, desde que garantam:
média de dois dias de descanso por semana no mês, e
pelo menos um dia de descanso a cada período máximo de 7 dias.
Exemplos frequentemente citados:
Saúde (hospitais, emergências, plantões 12x36)
Segurança e vigilância
Transporte (ônibus, cargas, etc.)
Limpeza urbana
Outras atividades de funcionamento contínuo
Quem também não é alcançado
Autônomos, MEIs (como pessoas físicas), PJs sem vínculo empregatício e trabalhadores informais (não regidos pela CLT).