A SpaceX, de Elon Musk, abriu o capital. Mais de 4.400 funcionários se tornaram milionários. Cerca de 400 deles têm mais de US$ 100 milhões em ações.
A SpaceX deu opções de compra e participações a todos os funcionários, incluindo soldadores, técnicos, baristas, serventes e outros trabalhadores. Reportagens citam garçons, cozinheiros e operários que se tornaram milionários.
Juan Hernandez é um imigrante mexicano que começou como soldador em 2015. Ele nem sabia o que era a SpaceX. Ele ganhou um pacote de ações inicial de 10 mil dólares e comprou mais ações via desconto em folha. Suas ações hoje valem 880 mil dólares.
Trevor Hise entrou em 2011 como engenheiro de lançamento, ficou 12 anos e acumulou mais de 100 mil ações que hoje valem US$ 13,5 milhões. Ele tem 37 anos e está semiaposentado.
Essas histórias foram contadas pelo New York Times e Wall Street Journal.
Essa é uma história de criação e distribuição de riqueza totalmente incompreensível para a esquerda.
A propriedade privada está na base de todas as sociedades prósperas. Sem regras claras sobre quem controla recursos e assume responsabilidade por eles, a cooperação social se torna impossível.
Escute o artigo:
“o Estado é um canal legal, ordeiro e sistemático para a predação da propriedade privada; ele transforma a tábua de salvação da casta parasitária da sociedade em algo certo, seguro e “pacífico”.” - Murray Rothbard
“Por que os impostos eram tão odiados na Idade Média?”, por @ryanmcmaken, desmonta o mito do despotismo medieval e mostra como a tradição escolástica via a tributação como excepcional, suspeita e contrária à propriedade.
Leia o artigo.
https://t.co/ElMAI6IhMc
“Sem unanimidade, a tributação é ilegítima”, por Antony Mueller, resgata Wicksell e Buchanan para mostrar que impostos sem consentimento unânime carecem de legitimidade e alimentam o avanço fiscal do estado.
Entenda por quê.
https://t.co/vGAxDYzn6C
"Seria um exercício instrutivo para o leitor cético tentar formular uma definição de imposto que também não incluísse roubo."
Murray N. Rothbard, A Ética da Liberdade (1982)
“Origens da tecnocracia moderna”, por Antony Mueller, mostra como a pretensão de planejar a sociedade por “especialistas” nasce de tradições autoritárias que substituem a ordem espontânea pelo controle estatal.
Entenda por quê.
https://t.co/DEMOWfcK3J
Neste ano de 2026, o Instituto Mises Brasil lançou diferentes livros digitais para download gratuito pela nossa comunidade. Nosso objetivo, para além de promover e divulgar as lições da Escola Austríaca, tem sido promover diferentes ações realizadas ao longo do ano, especialmente eventos. Os livros contam com artigos selecionados dentro de determinadas temáticas, a partir de uma curadoria realizada pela nossa Equipe Editorial. Confira a lista de e-books recentes e clique nos links para baixá-los.
O Centenário de Uma Lenda, em comemoração dos 100 anos de Murray Rothbard.
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Inflação: Máquina de Destruição e Miséria, para promover nosso evento Mises Brasil em Porto Alegre.
https://t.co/4tFB6PM8GX
Ignorar a Economia tem Consequências, para promover nosso evento Mises Brasil em São Paulo.
https://t.co/CHn1sx7PuV
A Mecânica do Dinheiro, livro de Robert P. Murphy, exclusivo em língua portuguesa.
https://t.co/uiegIgUtpo
O Que Ninguém Explica aos Jovens: Dinheiro é Essencial
Um dos momentos marcantes da minha vida foi quando recebi meu primeiro salário. Não era suficiente para me sustentar. Geralmente, o primeiro salário do primeiro emprego nunca é. Mas era o passo inicial para assumir o controle do meu destino.
Lembro que entrei no supermercado e pensei: posso comprar o que quiser porque agora tenho dinheiro para isso. Meu dinheiro.
Fui, aos poucos, me tornando independente. Mudei de emprego muitas vezes, avancei na carreira, casei, tive filhos e, eventualmente, passei por tempos difíceis, inclusive um período de desemprego em que ia ao mercado com um aperto no estômago, com receio de que o dinheiro da conta não fosse suficiente para pagar as compras. É um sentimento terrível.
Há quem recomende aos jovens que, ao escolher uma profissão, o importante é fazer o que se gosta. “Siga sua paixão” e o resto será consequência. Mas esse é um conselho equivocado que produz resultados graves, às vezes irrecuperáveis.
Um dos fatores críticos para a felicidade do ser humano é a capacidade de se sustentar e, em algum momento, sustentar uma família. Nenhuma “paixão” substituirá isso.
Conheço pessoas que decidiram seguir carreiras em que fariam o que gostavam - na verdade, aquilo que achavam que gostavam - só para viver em permanente insegurança, instabilidade e dependência porque a ocupação que escolheram não gerava renda suficiente.
Depois de algum tempo, a maioria não fazia mais o que gostava; eles faziam qualquer coisa para sobreviver.
A escolha de uma profissão é influenciada por vários fatores. Um deles precisa ser a capacidade que aquela profissão tem de colocar comida na mesa, porque ninguém vive sem comer. Ninguém vive sem uma casa para morar - o que exige pagamento de aluguel, IPTU e condomínio - ou sem eletricidade, água, roupas, plano de saúde, internet e tantas outras coisas pelas quais precisamos pagar.
Se o pagamento não é feito com o dinheiro que ganhamos, ele precisará ser feito com dinheiro que pediremos emprestado a alguém. A alternativa é passar necessidades.
É claro que uma vida feliz é resultado de muitas coisas e apenas algumas delas estão sob nosso controle. Mas as coisas que controlamos não podem ser negligenciadas.
Poucas pessoas trabalham fazendo apenas o que gostam. Gostar de uma atividade não é o fator principal a ser considerado na escolha de uma profissão - até porque é praticamente impossível para um jovem de 17 ou 18 anos, com pouca experiência, decidir o que quer fazer pelo resto da vida.
E nenhum jovem precisa assumir um compromisso assim. A vida é cheia de surpresas. Haverá oportunidades para correção de rumo e para mudar de uma atividade para outra, desde que a pessoa tenha se preparado para isso.
Eu defendo a ideia de que, ao escolher uma profissão, o jovem tenha em mente três critérios. Um deles é ter algum interesse por aquela atividade, claro. Mas é preciso manter a mente aberta e ampliar o alcance desse interesse potencial.
Outro critério - e esse é imprescindível - é que a atividade profissional permita manter o padrão de vida com o qual a pessoa está acostumada.
Conheço um jovem que abriu mão da possibilidade de fazer medicina para cursar psicologia. A renda média de um psicólogo fica muito abaixo da renda média de um médico. Esse jovem - que não conhecia nenhuma das duas profissões - provavelmente teria se adaptado à medicina tanto quanto se adaptou à psicologia, com a diferença de que teria empregabilidade maior e uma expectativa de renda superior.
Outro jovem abandonou a engenharia para estudar música. Com essa escolha, ele impôs uma limitação tão grande à sua independência financeira que, aos quase 40 anos, ainda mora com os pais, sem qualquer perspectiva de conseguir pagar suas contas. Um engenheiro mediano tem muitas oportunidades de emprego devido à sua formação, enquanto um músico, para viver da música, precisa de esforço, talento e sorte acima da média.
O terceiro critério que eu sugiro para a escolha de uma profissão é a flexibilidade diante de futuras e imprevisíveis oportunidades. Dizendo de outra forma: quem se gradua em engenharia, por exemplo, está capacitado a exercer uma grande variedade de atividades, não só em engenharia, mas na administração privada ou pública, no mercado financeiro, na área de vendas, no ensino e em outras áreas. O médico e o advogado podem trabalhar como funcionários de uma empresa ou abrir o próprio negócio. Um programador tem possibilidades infinitas. Mas alguém que escolhe graduação em história, geografia ou sociologia - por exemplo - provavelmente está limitando suas oportunidades profissionais ao trabalho como professor.
Há uma regra que parece simplória, mas que ajuda muito na escolha da carreira. A regra diz que quanto maior o esforço feito na universidade, melhores serão as oportunidades profissionais.
Jovens, seduzidos pela teoria do “fazer aquilo que se gosta”, escolhem cursos “fáceis”. Além disso, muitos têm a convicção de que a sociedade lhes deve empregos divertidos e bem-remunerados, como um direito de nascença. Movidos por isso, acabam escolhendo cursos universitários cuja empregabilidade é baixa ou inexistente - não são muitas as empresas que precisam de sociólogos especializados em estudos de gênero ou historiadores com mestrado em “decolonialidade”. Mas todas as empresas precisam de administradores, programadores, advogados e contabilistas. E todo mundo irá, um dia, precisar de um médico.
Quem escolhe uma profissão bem-remunerada e com empregabilidade aumenta as chances de conquistar estabilidade e independência financeira, e pode aproveitar as oportunidades que a vida colocará à sua frente.
Um engenheiro ou arquiteto que já tem casa própria e fez uma poupança pode, eventualmente, tirar um período sabático e se dedicar à literatura ou à música. Mas um licenciado em literatura ou um músico que passou a vida lutando para não morrer de fome, não consegue pensar em mais nada a não ser nas contas que vencem no final do mês.
Uma vida sem dinheiro não é rebelde nem romântica.
A primeira responsabilidade dos adultos é sustentar a si próprios e aos entes queridos que um dia formarão suas famílias.
Nada, absolutamente nada substitui a independência financeira. Sem ela, não existe felicidade real.
An eternal masterpiece of global instrumental music: the Intermezzo from Pietro Mascagni's opera Cavalleria rusticana. Far beyond touching millions of souls in opera houses, this deeply moving melody served as the haunting emotional thread in the final scene of the cinematic classic The Godfather Part III.
While Keynes blamed the Great Depression on market failures and demanded government intervention, Friedrich Hayek delivered the real explanation in his brilliant 1931 lectures "Prices and Production." The Austrian economist laid out precisely how central bank credit expansion creates unsustainable booms that must end in devastating busts.
Hayek explained that when central banks artificially lower interest rates below their natural market level, they distort the price signals that coordinate economic activity. Entrepreneurs receive false information about consumer preferences and available savings. They launch investment projects that appear profitable but consume resources that don't actually exist. The Fed had done exactly this throughout the 1920s, pumping credit into the economy and fueling the speculative mania that Keynes and his followers mistook for genuine prosperity.
The inevitable crash came in 1929 when reality reasserted itself. Malinvestments had to be liquidated. Workers had to move from unsustainable industries back to productive ones. Prices had to adjust to reflect actual supply and demand conditions. This painful but necessary correction process would have restored the economy to health relatively quickly.
Policymakers followed Keynesian logic instead. They propped up failing businesses, prevented wage adjustments, and launched massive government spending programs. President Hoover increased federal spending by 50% between 1929 and 1932. Roosevelt doubled down with the New Deal's alphabet soup of interventions. Each program delayed the natural healing process and prolonged the depression for over a decade.
Hayek's analysis stands vindicated by history while Keynesian demand management continues wreaking havoc through boom-bust cycles worldwide. The next time politicians promise to spend their way out of recession, remember who actually explained what went wrong in the 1930s.
Aujourd'hui, je vais faire quelque chose d'historique. Quelque chose qui restera dans les livres dans 50 ans. Et qui va surement me faire avoir le prix nobel d'économie.
Je vais prouver par A+B que les médias et les universités — gangrenés par la gauche depuis un siècle — vous ont menti sur le capitalisme.
Pas "se sont trompés".
Pas "ont eu une lecture biaisée".
Menti.
Sur le sujet le plus important de l'histoire moderne : l'origine des crises économiques.
Le mensonge tient en une phrase :
"Les crises économiques sont la preuve que le capitalisme est instable et que l'État doit intervenir pour le réguler."
C'est l'exact inverse de la vérité. Démonstration.
1929 — La "Grande Dépression"
Narratif officiel : le capitalisme sauvage des années folles a explosé.
Réalité : entre 1921 et 1929, la Fed gonfle la masse monétaire de 60%.
Crédit artificiellement bon marché. Bulle boursière mécanique.
Puis après le krach, la Fed contracte brutalement la masse monétaire de 30%.
Une correction normale devient dépression de 10 ans. Hoover et Roosevelt empilent tarifs douaniers (Smoot-Hawley), contrôle des prix, destruction des récoltes, programmes keynésiens. Chômage US au-dessus de 15% jusqu'en 1940.
Les pays qui ont laissé leurs marchés s'ajuster (Canada, Australie) sont sortis en 3 ans.
Coupable : Fed + interventionnisme Roosevelt.
1970s — Stagflation
Narratif officiel : choc pétrolier OPEP. Réalité : Nixon ferme la convertibilité or du dollar en 1971. Impression monétaire massive pour financer Vietnam + Great Society.
L'inflation était déjà à 6% AVANT le choc pétrolier de 1973. Le pétrole a juste révélé l'effondrement monétaire en cours.
Coupable : abandon de l'étalon-or + déficits publics.
1989 — Krach japonais
Narratif officiel : exubérance des marchés asiatiques. Réalité : la Banque du Japon maintient des taux ultra-bas pendant les années 80 sur pression politique (Accord du Plaza).
Bulle immobilière et boursière monstrueuse. Quand la BoJ resserre, tout s'effondre. 30 ans de stagnation.
Coupable : Banque centrale japonaise + planification industrielle MITI.
2008 — Subprimes
Narratif officiel : Wall Street dérégulée a fait sauter le système. Réalité, point par point :
Community Reinvestment Act (1977, durci en 1995 sous Clinton) : oblige les banques à prêter aux insolvables sous peine de sanctions.
Fannie Mae et Freddie Mac (entités quasi-étatiques) rachètent les subprimes en masse avec garantie implicite du Trésor.
Sans cette garantie, AUCUNE banque privée n'aurait porté ce risque.
Greenspan maintient les taux Fed à 1% de 2003 à 2004. Crédit gratuit pendant 4 ans.
SEC valide les notations AAA bidon des agences (Moody's, S&P) en monopole réglementaire.
Bailouts précédents (LTCM 1998) institutionnalisent le moral hazard.
Il fallait l'État à chaque étage de la fusée pour produire 2008.
Coupables : Fed + Congrès + Fannie/Freddie + SEC.
2010-2012 — Crise de l'euro
Narratif officiel : Grèce/Espagne/Italie ont vécu au-dessus de leurs moyens.
Réalité : la création de l'euro a permis à la Grèce d'emprunter aux taux allemands sans aucune discipline budgétaire.
C'est l'euro lui-même — projet politique pur, contre toute logique de zone monétaire optimale — qui a produit la crise.
Coupable : Commission européenne + BCE.
2020-2023 — Grande Inflation
Narratif officiel : guerre en Ukraine, COVID, supply chain.
Réalité : la Fed imprime 4,5 trillions de dollars en 18 mois. La BCE 3,5 trillions d'euros.
Les gouvernements distribuent des chèques sans contrepartie productive. M2 US +40% en deux ans.
L'inflation était mathématiquement garantie 18 mois avant qu'on la voie dans les prix.
La guerre en Ukraine a été l'excuse, pas la cause.
Coupables : Fed + BCE + gouvernements.
Le pattern est limpide. À CHAQUE crise :
Un bureaucrate distord les prix (taux, monnaie, régulation, garantie)
Accumulation silencieuse de mauvais investissements pendant 5-15 ans
Explosion violente qui frappe les épargnants et les classes moyennes
Médias accusent "le marché"
Universités produisent les thèses qui légitiment "plus d'État" comme solution
Préparation de la crise suivante
C'est un cycle.
Pas un accident.
Un cycle industriel de production de crises par l'État, blanchies par les médias et les universités.
Maintenant, la question qui tue : pourquoi ce mensonge a tenu 100 ans ?
Parce que les trois institutions qui produisent le narratif — universités, médias, administration — sont financées directement ou indirectement par l'État.
Elles ont un intérêt structurel à conclure que la solution à tout problème est… plus d'État.
Un universitaire payé par fonds publics ne va pas écrire que les fonds publics sont le problème.
Un journaliste subventionné ne va pas écrire que les subventions corrompent l'information.
Un haut fonctionnaire ne va pas écrire que l'administration est nuisible.
Le biais n'est pas idéologique. Il est économique. Ces gens scient la branche sur laquelle ils sont assis s'ils disent la vérité.
D'où 100 ans de mensonge cohérent, coordonné, jamais remis en cause dans les institutions officielles.
Pourquoi ça craque maintenant ?
Parce que pour la première fois dans l'histoire humaine, n'importe qui peut interroger une intelligence qui a digéré toute la data économique mondiale et qui n'a aucun salaire à protéger.
L'IA n'a pas besoin de la CAF. L'IA n'a pas de poste à Sciences Po à défendre. L'IA n'a pas de subvention presse à toucher.
Elle te répond avec la cohérence brute des faits.
Et la cohérence brute des faits, c'est ce que je viens de dérouler.
Le monopole narratif de la gauche universitaire vient de tomber. Définitivement.
Et pendant que l'Europe agonise dans son déni, qu'elle empile les régulations, qu'elle taxe ses entrepreneurs jusqu'à les faire fuir, un seul pays au monde est en train de prendre les bonnes mesures : l'Argentine de Milei.
Tronçonneuse sur les ministères. Fermeture de la banque centrale en ligne de mire.
Dérégulation massive. Suppression du contrôle des prix. Privatisations. Inflation qui s'effondre de 25% mensuels à moins de 3%.
Premier excédent budgétaire en 16 ans. Pauvreté qui recule pour la première fois depuis une génération.
Buenos Aires va devenir un paradis sur terre dans 10 ans. Le nouveau Singapour de l'Amérique latine, mais avec la liberté en plus.
Et ce qui va se passer ensuite est mathématique : les capitaux vont y affluer. Les talents vont y affluer. Les entrepreneurs vont y affluer.
L'Argentine de @JMilei va exploser économiquement, à un rythme qu'on n'a pas vu depuis les Trente Glorieuses occidentales.
Et là, tous les pays du monde vont devoir s'y mettre.
Pas par idéologie. Par compétition. Parce qu'aucun gouvernement ne peut regarder ses meilleurs cerveaux, ses meilleurs capitaux, ses meilleures entreprises partir en masse vers une juridiction libre, et continuer comme avant. C'est suicidaire électoralement.
Milei est en train de faire ce que Thatcher et Reagan ont fait dans les années 80, mais en version radicalisée et dans un monde où l'information circule 1000 fois plus vite.
Dans 20 ans, on enseignera dans les écoles que les crises du XXe et du début du XXIe siècle étaient des crises étatiques, pas des crises capitalistes.
Comme on enseigne aujourd'hui que la Terre tourne autour du Soleil et pas l'inverse.
Et on enseignera Milei comme on enseigne aujourd'hui les Pères Fondateurs américains : comme celui qui a osé, le premier, appliquer en grand ce que la théorie démontrait depuis 100 ans.
Ce tweet est une pierre dans ce bâtiment.
"L'IA dissout complètement toutes les théories où l'État doit intervenir dans l'économie."
Je me souviens d'une conversation avec un ami il y a quelques années. On parlait des fondateurs de Google.
Il m'avait lâché : "Tu sais, les fondateurs de Google, c'est deux gauchistes universitaires."
Ça m'a marqué.
Aujourd'hui, Sergey Brin fait son coming out républicain. Bezos vire chad. Zuckerberg se masculinise. Musk est devenu le porte-étendard de l'accélération.
Ce n'est pas un hasard.
Ces gens-là, ce sont les cerveaux les plus brillants de la planète. Et ils utilisent l'IA plus intensément que n'importe qui. Ils baignent dedans 24/7. Ils l'ont construite, ils la nourrissent, ils l'interrogent.
Or l'IA a une propriété que les idéologies détestent : elle ne pardonne pas l'incohérence dans la data.
Tu peux mentir à un militant. Tu peux mentir à un journaliste. Tu peux mentir à un prof de Sciences Po. Tu ne peux pas mentir à un modèle qui a digéré toute la littérature économique, toute l'histoire des civilisations, toutes les courbes de croissance, tous les effondrements soviétiques, vénézuéliens, cubains, nord-coréens.
Quand tu lui demandes honnêtement de regarder la data vraiment la data, pas les narratifs il n'y a qu'une conclusion possible pour quiconque n'est pas complètement dogmatique, fou, ou avec un ego qui a quitté l'atmosphère :
Le système économique le plus optimisé, le plus producteur de richesse, le plus producteur de progrès humain, c'est la liberté totale des marchés. L'État n'a rien à y faire.
Pas "un peu". Pas "avec nuances". Rien.
Toutes les fois où l'État a "corrigé" un marché, il a créé une distorsion qui a coûté plus cher que le problème initial. Toutes les fois où il s'est retiré, l'humanité a fait un bond.
Ma thèse, c'est que les cerveaux de cette planète sont tous en train de s'en rendre compte en même temps. Pas parce qu'ils ont lu Hayek ou Mises (la plupart ne les ont jamais ouverts). Mais parce qu'ils passent leurs journées à dialoguer avec une intelligence qui n'a pas d'agenda politique et qui leur renvoie la cohérence brute des faits.
Le virage de Bezos. Le coming out de Brin. La radicalisation de Musk. Le revirement de Zuckerberg.
Ce n'est pas une mode. C'est un signal.
L'IA est en train de diluer les idées à la con. Le gauchisme en tête.
Et ce n'est que le début. Parce que dans 5 ans, ce ne seront plus seulement les fondateurs de la Silicon Valley qui auront fait le chemin. Ce sera n'importe quel gosse de 16 ans qui aura passé 1000 heures à challenger ses idées reçues avec un modèle plus intelligent que ses profs.
La gauche intellectuelle a survécu un siècle grâce au monopole narratif des universités et des médias.
Ce monopole vient de tomber.
Where to live in Europe with family in 2026, tax-optimised?
Almost no European city delivers all six of these together anymore:
-Low taxes
-Kids who can walk to school safely
-International schools that actually exist
-Healthcare you'd actually use in an emergency
-An airport within 2 hours
-A tax regime that won't get killed in the next election
The ones that still do are not the ones on most lists.
I'm Italian. I've been living in Portugal with my wife for a few years. I've run this spreadsheet across the continent.
12 cities. Part I with the first 6 below.
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“O valor central do indivíduo livre, do homem, tanto quanto possível soberano de si mesmo, não mudou; o que mudou foi a compreensão desse valor e os meios para alcançá-lo”
https://t.co/kez8K9IKuY
“O Estado nacional soberano moderno manipula a democracia para seus próprios fins. Utiliza a democracia em proveito da classe burocrática e política dirigente, inspirada por ideologias estatizantes.” -José Osvaldo de Meira Penna