momentos de "ainda estou aqui" recebendo 3 indicações ao oscar!
• melhor filme internacional
• melhor atriz
• melhor filme do ano
📹 reprodução: @/eolor - instagram
Tenho um sentimento específico ao ouvir Milton Nascimento, não chega a ser tristeza, é um certo tipo de nostalgia e agora minha irmã deu a definição de “é música de quando a gente tá indo embora de um lugar que não é nossa casa mas a gente gostou muito de estar” and i felt that
Vez ou outra, pelos motivos mais inusitados, o conceito de racismo estrutural volta a alimentar debates nas redes sociais. E o que mais me deixa impressionado nas polêmicas não é ver pessoas que nunca estudaram o tema ou que não são da academia distorcerem o conceito, mas o fato de pessoas supostamente estudiosas ou que vem da academia falarem de algo que evidentemente não conhecem ou de um livro que nunca leram (o meu, no caso). A ignorância, nessa último situação, vem acompanhada de tanta autoridade e arrogância que a gente passa a duvidar se escreveu certas coisas (😂). Mas eis que, ao voltar ao meu livro, encontrei o seguinte trecho:
“A ênfase da análise estrutural do racismo não exclui os sujeitos racializados, mas os concebe como parte integrante e ativa de um sistema que, ao mesmo tempo que torna possíveis suas ações, é por eles criado e recriado a todo momento. O propósito desse olhar mais complexo é afastar análises superficiais ou reducionistas sobre a questão racial que, além de não contribuírem para o entendimento do problema, dificultam em muito o combate ao racismo. Como ensina Anthony Giddens, a estrutura “é viabilizadora, não apenas restritora”, o que torna possível que as ações repetidas de muitos indivíduos transformem as estruturas sociais.
Ou seja, pensar o racismo como parte da estrutura não retira a responsabilidade individual sobre a prática de condutas racistas e não é um álibi para racistas. Pelo contrário: entender que o racismo é estrutural, e não um ato isolado de um indivíduo ou de um grupo, nos torna ainda mais responsáveis pelo combate ao racismo e aos racistas.
Consciente de que o racismo é parte da estrutura social e, por isso, não necessita apenas de intenção para se manifestar, por mais que calar-se diante diante do racismo não faça do indivíduo moral e/ou juridicamente culpado ou responsável, certamente o silêncio o torna ética e politicamente responsável pela manutenção do racismo. A mudança da sociedade não se faz apenas com denúncias ou com o repúdio moral do racismo: depende, antes de tudo, da tomada de posturas e da adoção de práticas antirracistas”.
Isso, sem dúvida, tem a ver com a educação e a preocupação com o outro! Pensam muito no próximo. E isso é lindo de ver! São extremamente gentis e estão sempre sorrindo! Simpáticos e agradecem o tempo todo! O que mais ouço é: ARIGATO GOZAIMASU! 😍
#tokyo#lovejp
40 dias no #Japão: o choque cultural é realmente muito grande! Os japoneses são extremamente silenciosos no metrô, no ônibus… É proibido falar ao cel no transporte público! Existem placas e avisos sonoros p/ manter os aparelhos no modo silencioso. Não ouvi uma buzina... (cont.)
Aqui tb tem fila pra tudo! Os japoneses amam uma fila. Tem fila gigante pra usar banheiro, nos caixas, na espera de restaurante… E até pra andar na rua. Ah, e não tem lixo mesmo. O lixo é seu e você se vira com ele. Leva pra casa! (Cont.)