Sr PM não são as perguntas sopradas nos auriculares dos jornalistas que o incomodam. São as perguntas. E essas, são sinal de que, apesar de tudo, os jornalistas ainda mantêm algum
grau de autonomia
O pequeno aparelho serve para receber indicações da regie, um elo de ligação fundamental entre os jornalistas no exterior e esse estúdio. Sem estes auriculares, a comunicação em televisão e os diretos seriam impossíveis.
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Está em causa a “transição de uma democracia burguesa para o fascismo”: como os comunistas dos EUA olham para as eleições de novembro https://t.co/SpW9LRAdiN
“O plenário é um sítio com muito pior ambiente do que era antes. Menos democrático, significativamente mais barulhento e menos sério. É menos focado no conteúdo e mais focado no espetáculo”
(Ide ler este texto incrível da Margarida Coutinho no @expresso )
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Fui desafiada pela Eunice Lourenço a estrear-me na Comissão Política desta semana. Ide ouvir, que falamos do primeiro debate e de muita Europa
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Os primeiros posts a trazerem a notícia da sondagem enquadrada com o grafismo da Renascença foram todos publicados pelo Ch na quinta-feira
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“Mãe, pai, desculpem-me, mas desisti do jornalismo”: precariedade, baixos salários e falta de oportunidades afastam jovens da profissão https://t.co/Uru8J0WhvF
Em Portugal “há público para um jornalismo desacelerado e fora da espuma dos dias” e há projetos a dar cartas nesse espaço. Dizem que investigam, aprofundam, contextualizam e têm tempo. Mas que projetos são estes?
Leia mais sobre os media alternativos: https://t.co/T8r44SgKLv
Com tempo, financiamento criativo e “imprevisibilidade garantida”: como vive e sobrevive o jornalismo fora dos grandes grupos de media https://t.co/12mYzh3ydI
Pedro Coelho: “Entraram em cena empresários que não percebem patavina de jornalismo, são patos-bravos que só servem interesses próprios”https://t.co/oDRayyYVmd
“Estava preparada para um quarto despedimento coletivo, não para um ataque deliberado”: reportagem na greve da Global Media que calou a rádio e parou as rotativas. Força camaradas ✊
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Dúvidas não há de que 2023 fica para a história como o ano mais quente dos últimos 174 anos. E provavelmente dos últimos 125 mil anos. Pelo menos até agora.
Saiba mais aqui: https://t.co/1FYYQDREM0
📷 Reuters
@expresso: “O mundo está a mudar e não a favor da Europa”-relatório alerta para “dissonância” entre a forma como o Ocidente e a opinião pública global olham para o mundo. Com a retórica do bipolarismo obsoleta, a Europa tem de se adaptar e alargar alianças
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Perdido na avalanche mediática?
Eu e o @pmcoelho preparamos um guia, com seis perguntas e respostas para entender o essencial da crise política https://t.co/i9b8Xk6UJ1