fico me perguntando se eu tivesse 18 anos hoje eu ia gostar dessa garota
porque nessa idade já era fã de lana del rey e artistas mais maduros.
mas enfim, né
🚨 Em entrevista a revista @RadioTimes, Steven Moffat negou ter conhecimento sobre o anúncio de hoje, mas deixou uma mensagem de esperança.
“Não faço ideia do que está acontecendo, nem do que está por vir. Mas fiquem firmes. É um “gancho” - O Doutor SEMPRE sobrevive no final.”
Rico detona artistas que se posicionaram contra jogos de apostas:
“Eu vi que alguns atores e atrizes na internet levantaram um grande vídeo na internet que é o “Dê Block no Tigrinho”, eu queria que esses atores e atrizes levantassem um grande vídeo pedindo o fim da Lei Rouanet… Hoje em dia na boca do povo influenciador é tudo bandido, nenhum presta. Se a economia do Brasil não presta é culpa do influenciador…”
Existe uma diferença absurda entre alguém que apenas dança… e alguém que sabe provocar usando movimento, ritmo e percepção.
O corpo humano reage a sinais muito antes da consciência entender o motivo. É por isso que certos vídeos prendem atenção mesmo sem mostrar quase nada. Não é nudez. Não é exposição. É leitura corporal.
Quando a câmera fica posicionada de baixo para cima, acompanhando o movimento da cintura, o cérebro de quem assiste entra num estado curioso: ele tenta completar mentalmente aquilo que não consegue enxergar totalmente.
E é exatamente aí que nasce a tensão.
O desejo quase nunca vem do explícito. O explícito encerra a imaginação rápido demais. O que realmente prende é o “quase”. O movimento interrompido. O detalhe escondido. A sensação de que existe algo acontecendo além da tela.
Pouca gente entende isso.
Tem gente que força sensualidade e entrega tudo nos primeiros segundos. Resultado? O cérebro recebe informação demais e perde interesse rápido.
Mas quando existe ritmo, controle, confiança e intenção corporal… a mente de quem assiste trabalha sozinha.
A dança deixa de ser dança.
Vira linguagem.
O quadril acompanha a música.
A câmera acompanha o corpo.
E o olhar de quem assiste acompanha os dois sem perceber.
Porque sedução inteligente não é mostrar.
É conduzir atenção.
E talvez seja exatamente por isso que os vídeos mais perigosos não são os mais explícitos.
São os que fazem alguém assistir duas vezes tentando entender por que não conseguiu parar de olhar.
Link para o ambiente catastrófico na descrição do perfil.
Com amargura, lamentamos a infeliz escolha de desfecho para a história de Lorena e Juquinha na novela Três Graças. É revoltante que, após tantos anos de apagamento de nossas vivências, tenhamos uma trajetória lindamente construída de um romance lésbico em rede nacional, sendo encerrada de maneira tão descuidada e desrespeitosa.
A decisão tomada pelo casal ao final do último capítulo também fere os valores morais das personagens: Juquinha, que nunca teve carinho por Leonardo e, sendo policial com uma ética irretocável, com certeza não se disporia a gestar o filho do irmão de sua esposa, um homem transfóbico e criminoso que sequer pagou por seus delitos. Lorena, por sua vez, também não assumiria o risco de passar pela vulnerabilidade que pode ser trazida pela gestação e puerpério, ao mesmo tempo que a esposa, sem ter as melhores condições de apoiá-la num momento tão importante, e vice-versa. A inaceitável conclusão de sua jornada, além de incoerente, é claramente marcada por um olhar masculino que não teve cuidado e responsabilidade com a história do casal mais querido da novela, que inegavelmente também deu luz à fanbase mais dedicada e apaixonada da obra.
Outra escolha infeliz por parte do roteiro foi, de súbito e maneira nada gradual, limitar bruscamente o tempo de tela do casal, e reduzir a consagração de seu relacionamento a um casamento duplo, ainda considerando a repercussão massiva de Loquinha em todas as esferas. A jornada das personagens, bem como as fãs que tanto engajaram as cenas e conteúdos, mereciam mais nesse momento tão especial.
Aproveitamos, ainda, para parabenizar a dedicação e entrega da equipe e elenco com cada cena de Lorena e Juquinha antes da derrocada dos últimos atos. Foi uma virada histórica e muito importante para a comunidade, visivelmente feita de forma muito sensível e amorosa. Mas não podemos deixar de expressar nossa insatisfação com o desfecho, e esperamos que os próximos passos da representatividade lésbica no audiovisual sigam com a mesma sensibilidade apaixonante que marcou a maior parte da história de Loquinha. Infelizmente, não foi o caso da nossa conclusão.
Até o final da semana, traremos a crítica geral da obra.
os autores de três graças perderam oportunidade de criar um passado onde a josefa fosse péssima mãe, assim daria mais profundidade pra vilã e mais camadas para josefa(que se apagou no meio da novela)