"FATO: Trazer o MARÇAL para o nosso lado foi um GOLAÇO do FLÁVIO.
O CARA já MATOU a jogadinha PATÉTICA do LULA de desafiar o FLÁVIO para as QUEBRAS DE SIGILO.
Assistam!
🚨ALERTA NOVO ABSURDO DO STF🚨
🚨ALERTA NOVO ABSURDO DO STF🚨
O Lawfare de Gilmar.
ou
Os Mantovanis de Gilmar.
Em 16 de outubro de 2018, o ministro Gilmar Mendes foi supostamente ofendido por Jorge Luiz Vieira e sua esposa durante um voo de Lisboa para Madri.
As notícias dizem que Mendes tentou processar o casal na justiça do Rio de Janeiro, mas não explicam o resultado dessa tentativa.
Provavelmente, foi negativa pelo que se seguiu.
ANOS DEPOIS dos fatos, em Janeiro de 2023, o ministro Gilmar Mendes informou o ministro Alexandre de Moraes das ofensas, dizendo que o episódio tinha relação com o inquérito das Fake News.
Ou seja, o casal teria ofendido Mendes em outubro de 2018; ele, então, teria recorrido à Justiça do RJ e, posteriormente, em janeiro de 2023, oficiou ao ministro Alexandre de Moraes no Inquérito das Fake News, instaurado em 2019, para que o crime fosse investigado naquele âmbito.
Lembrem: O prazo para representar um crime contra a honra é de 6 meses.
Em maio de 2023, Moraes manda arquivar o caso por entender que o prazo para representação havia passado, mas, DOIS MESES DEPOIS, Gilmar fez um pedido de reconsideração e...Mores reconsiderou.
Reconsiderou porque disse que o caso poderia ser enquadrado como "tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito", e mais..
Mandou investigar o caso com base na LEI DE SEGURANÇA NACIONAL (Lei 7170/83)!!!
Em julho de 2023, Moraes desarquiva o caso e manda a PF investigar se havia relação com o inquérito das Fake News. O relatório da PF é entregue em setembro de 2024.
Em 5 de Novembro de 2024, o PGR, Paulo Gonet, diz que caso estava prescrito e pediu o arquivamento. Mas... em 28 de março de 2025, MILAGROSAMENTE, a PGR mudou o entendimento e ofereceu denúncia contra o casal.
O que eu descobri e que a imprensa ainda não tinha dito é que, além de ter tentando processar o investigado na justiça do RJ(esse processo eu não encontrei), Gilmar Mendes processou o investigado em PORTUGAL(criminal) e, eu disse E, na justiça do DF(por danos morais).
(A Justiça portuguesa disse que era incompetente para processar o feito.
No processo do DF, a juíza suspendeu o feito enquanto o ministro Alexandre de Moraes apurava o fato)
Então, claro, eu fui cavucar o inquérito no STF e descobrir que nunca existiu essa ação no RJ. Mendes fez uma notícia de fato em janeiro de 2023 para Moraes, sobre um crime contra a honra ocorrido em...2018. Quando Moraes mandou arquivar, Gilmar disse que não era só crime contra a honra, era um ataque ao STF.
Então:
1. O casal ofende Gilmar no final de 2018.
2. Gilmar tenta processar eles em Portugal, perde.
3. Em 2023, Gilmar tenta encaixar o caso no inquérito das Fake News, aberto em 2019.
4. Moraes arquiva.
5. Gilmar diz "dá pra reconsiderar?".
6. Moraes diz que sim e manda a PF investigar a relação do caso com o inquérito das Fake News.
7. O inquérito é enviado para a PGR, que ARQUIVA o caso DE NOVO.
8. Magicamente, a PGR muda de opinião e prossegue para a denúncia do casal por injúria e ameaça.
9. A PGR não denuncia ninguém por crime de tentativa de abolição ao Estado Democrático de Direito, a conexão com o inquérito 4781 fica inexistente, mas a competência pra julgar o caso, por algum motivo, continua com o STF =)
Por fim, você deve estar se perguntando:
O que levou Moraes, que tinha mandado arquivar o caso em maio de 2023, a aceitar reconsiderar o caso em julho de 2023?
Eu vos lembro: O episódio do casal Mantovani foi justamente em... JULHO DE 2023.
Uma semana antes da petição de Gilmar =)
Coincidência, claro.
🚨EXCLUSIVO: ARQUIVOS DE 8 DE JANEIRO
Novos arquivos vazados revelam que o Supremo Tribunal Federal brasileiro usou ilegalmente postagens de redes sociais para encarcerar manifestantes pró-Bolsonaro.
Em 8 de janeiro de 2023, centenas de apoiadores de @jairbolsonaro invadiram prédios governamentais em Brasília, em um episódio surpreendentemente semelhante ao 6 de janeiro nos EUA. Muitos eram idosos ou doentes e não cometeram atos de violência. Ainda assim, todos foram rotulados de “golpistas”, “terroristas” e “fascistas” pelo presidente do Brasil, @LulaOficial, e pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes.
Agora, os ARQUIVOS DE 8 DE JANEIRO mostram que Moraes criou uma força-tarefa de inteligência secreta e ilegal que usou postagens de redes sociais para justificar a prisão de manifestantes não violentos.
Moraes e sua força-tarefa:
— operaram através de um grupo secreto de WhatsApp que criava “certidões” de inteligência ilegais;
— mantiveram manifestantes detidos enquanto realizavam varreduras em suas redes sociais;
— usaram o discurso online como base para a prisão “preventiva”;
— negaram aos advogados o acesso às provas;
— usaram ilegalmente um banco de dados biométrico para identificar manifestantes.
Esses arquivos revelam que os processos do 8 de janeiro foram politicamente motivados e envolveram amplos abusos de poder.
Moraes, servindo aos interesses de Lula, contornou a lei para efetivamente criminalizar o discurso político. Sua repressão judicial excessiva contra os manifestantes ajudou a legitimar a narrativa de que o 8 de janeiro foi uma “tentativa de golpe” coordenada – uma narrativa central para o processo em andamento do tribunal contra Bolsonaro.
A investigação ARQUIVOS DE 8 DE JANEIRO foi liderada por @david_agape_ e @elivieira e editada por @galexybrane.