🎪🤡🚩/ É para investigar o Lulinha? Só depois da eleição pois dizem que não tem efetivo na polícia federal. Já para botar gente inocente na cadeia só por ser de oposição não poupam esforços. Bem-vindos à Polícia Federal do Lula e de Andrei Rodrigues, que garante blindagem à corrupção e perseguição de gente honesta. André Mendonça, ministro relator do roubo do INSS, vai aceitar essas condições na investigação do roubo dos aposentados que beneficiou o filho de Lula?
@BrunoEnglerDM@SidneyBeff Aham. Falou mal do Jair Bolsonaro, para mim, morreu. Se fudeu. Não confio. Não confio porque não presta. O nosso Presidente deu a vida pelo Brasil. Ninguém tem o direito de cobra
Enquanto o governo Lula mantém um silêncio público constrangedor diante da ameaça de novas tarifas americanas, o senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência da República em 2026, foi a Washington defender que os Estados Unidos desistam da sobretaxa de 25% sobre produtos brasileiros.
Sua tese central é que a tarifa é o instrumento errado, pois não atinge o governo, o STF nem as autoridades apontadas no relatório americano. Quem paga a conta são os exportadores, os trabalhadores, os consumidores, os importadores americanos e, sobretudo, a população brasileira.
A audiência começou em 6 de julho e continuou nesta terça, 7 de julho, no prédio da U.S. International Trade Commission, em Washington. Flávio estava escalado no Painel 8, ao lado de Roberto Azevêdo, CNI e representantes do setor calçadista.
Flávio argumentou que as tarifas não eliminariam as práticas que os EUA dizem combater. Segundo o documento apresentado, as tarifas anteriores de 2025 “não mudaram uma única decisão do STF”, não reduziram as ordens contra plataformas digitais e ainda teriam fortalecido eleitoralmente o governo Lula.
Outro eixo foi a China - Flávio afirmou que as tarifas podem acelerar o alinhamento comercial do Brasil com Pequim, citando o precedente da soja em 2018, quando a disputa tarifária EUA-China abriu espaço duradouro para o Brasil no mercado chinês.
Sobre o Pix, Flávio o defendeu como uma ferramenta de inclusão financeira para milhões de brasileiros. A única ressalva proposta foi impedir conexão do Pix com arranjos de liquidação transfronteiriça “não ocidentais”.
Na corrupção, Flávio endossou parte do diagnóstico do USTR, mas disse que o problema não é “o Brasil” como país, e sim um modo específico de governo Lula. Citou Mensalão, Lava Jato, o escândalo do INSS e o caso Banco Master.
O governo Lula, que deveria estar na linha de frente da defesa dos interesses nacionais, permanece em silêncio, enquanto um pré-candidato da oposição - acusado de forma leviana de ser responsável pelas tarifas - defende o Brasil no exterior. No fim, quem foi acusado de prejudicar o país tenta evitar o dano, enquanto o governo da República assiste de braços cruzados.
@OFCBostil@PriorCampeao O sujeito está se masturbando? Massageando o fudorico no braço da cadeira ou algum ferro cilíndrico? Vergonha alheia. Cara feio.
A cada eleição, o sistema veste uma nova roupagem. Desde o surgimento do Presidente @jairbolsonaro , essa organização se reinventa para tentar enterrá-lo vivo. E, neste ano, não tem sido diferente.
Ainda assim, ele permanece firme por nós, inclusive por aqueles que ajudou a projetar e que hoje tentam apagá-lo para ocupar o espaço que jamais conquistariam por mérito próprio.
Não podemos esquecer a prioridade número um para resgatar o mínimo que restou de nossa democracia: a liberdade dos presos políticos do 8 de Janeiro.
Lutamos até por aqueles que desejam nos ver derrotados, mas não devemos fazer o que é certo esperando reconhecimento ou reciprocidade. Façamos por nós mesmos, pelo Brasil e por nossos filhos. É preciso compreender que as coisas nem sempre serão como gostaríamos, mas isso não pode nos paralisar.
O Brasil tem jeito. E nós vamos resgatar a nossa amada nação.
Brasil acima de tudo!
Deus acima de todos!
A PF passar a monitorar e registrar ofensas dirigidas ao presidente Lula, com a abertura de investigações em alguns casos por supostos crimes contra a honra?
Estão usando a máquina pública para investigar manifestações políticas, o que gera um debate legítimo sobre liberdade de expressão, proporcionalidade e prioridades do Estado.
E você, concorda com esse tipo de atuação?